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Ministério do Turismo sedia IX Encontro das Cidades Criativas Brasileiras da UNESCO, em Brasília (DF)
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Entre os dias 25 e 28 de novembro, o auditório do Ministério do Turismo, em Brasília (DF), será um dos palcos do IX Encontro da Rede Brasileira de Cidades Criativas da UNESCO (IX ECRIATIVA). Com o tema central “Territórios Criativos do Brasil para o Mundo”, o evento reunirá gestores públicos, especialistas nacionais e internacionais e representantes das 15 cidades brasileiras que integram a rede da UNESCO para discutir como a criatividade pode atuar como um motor estratégico do desenvolvimento urbano, econômico e social do país.
Organizado pelo Instituto ACDF (Associação Comercial do Distrito Federal), o encontro busca fortalecer as redes colaborativas e articular políticas públicas que integrem os campos criativos, a exemplo do design, da cultura, da sustentabilidade, da inovação e do turismo. O evento servirá de plataforma para gerar novos negócios, parcerias e ampliar a visibilidade internacional do Brasil como um destino turístico criativo.
“Nossa imensa diversidade cultural em ativos turísticos gera emprego, renda e inclusão social. As Cidades Criativas são exemplos vivos de como a inovação pode renovar destinos, oferecer experiências únicas aos visitantes e promover o desenvolvimento sustentável em nossos territórios”, destaca o ministro do turismo, Celso Sabino.
A programação contará com a presença de autoridades como Denise Bax, secretária da Rede Mundial de Cidades Criativas da UNESCO (UCCN), entre outras. Estão previstos painéis envolvendo representantes do Governo do Brasil, incluindo os ministérios do Turismo, da Cultura e das Relações Exteriores; lançamentos de livros, exposições interativas e debates sobre sustentabilidade e o futuro das cidades criativas.
TURISMO E ECONOMIA CRIATIVA – O Ministério do Turismo atua para fortalecer a economia criativa no Brasil por meio do desenvolvimento de políticas públicas, investimentos em projetos culturais e turísticos e da criação de programas que valorizam o potencial de cada território. Essa atuação visa a gerar emprego e renda, impulsionar o desenvolvimento local e promover a cultura e o turismo sustentável, conectando as duas áreas para criar experiências turísticas mais ricas e autênticas.
De modo a estruturar as ações, o órgão instituiu a Câmara Temática de Competitividade, Inovação e Pesquisa no Turismo, que trabalha a pauta da economia criativa no âmbito do ministério, com foco em fortalecer iniciativas e construir políticas públicas específicas ao setor. Além disso, a Pasta promove a qualificação profissional, capacitando as comunidades locais para que possam explorar seu potencial criativo e turístico por meio de experiências memoráveis e de forma sustentável.
Por Victor Mayrink
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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MEC participa da 16ª Festa Literária das Periferias no Rio
Ana Maria Gonçalves, Conceição Evaristo, Cidinha da Silva, Eliana Alves Cruz, Elisa Lucinda, Nei Lopes e Estêvão Ribeiro estão entre os autores que participam da 16ª edição da Festa Literária das Periferias (Flup), realizada de 23 a 27 de setembro no Rio de Janeiro. O evento ocorre no Teatro Municipal Carlos Gomes, na Sala Guarani e na Praça Tiradentes, com programação que reúne autores, pensadores, estudantes e professores e aborda temas relacionados à literatura negra, periférica e às matrizes ancestrais.
Com o tema “As Filhas das Filhas das Filhas”, a edição homenageia a escritora Ana Maria Gonçalves, primeira mulher negra eleita para a Academia Brasileira de Letras (ABL). A programação conta também com a participação da pensadora norte-americana Kimberlé Crenshaw, além de intelectuais como Djamila Ribeiro, Cida Bento, Carla Akotirene, Jeferson Tenório, Sidnei Nogueira e Bianca Santana. A Flup inclui ainda atividades voltadas à produção audiovisual, entre elas trabalhos desenvolvidos pelo Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas.
O Ministério da Educação (MEC) participa da Flup por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi). Durante a programação, serão disponibilizados dois totens interativos para acesso ao MEC Livros, biblioteca digital de acesso público e gratuito. A programação completa da 16ª Flup pode ser consultada no site oficial do evento.
A secretária da Secadi, Zara Figueiredo, pontuou que a literatura constitui um direito humano fundamental por sua capacidade de proporcionar o exercício da alteridade e a compreensão de dilemas existenciais. Também ressaltou que a literatura produzida por autores negros e periféricos expressa a diversidade cultural do país e aborda temáticas centrais da sociedade brasileira. Ela destacou ainda a relevância da presença do ministério no festival e enfatizou que a disponibilidade dessas obras na plataforma MEC Livros fortalece a representatividade, a autoestima e a aprendizagem dos estudantes na rede pública.
Literatura negra e acervo digital – A programação do festival também se relaciona ao acervo do MEC Livros, biblioteca digital e gratuita que reúne obras de diversos autores presentes na 16ª Flup. Entre os títulos disponíveis está o romance histórico Um Defeito de Cor, de Ana Maria Gonçalves, que inspira o tema desta edição do festival. Também integra a plataforma o título Canção para Ninar Menino Grande, de Conceição Evaristo, atualmente o quinto livro mais emprestado do acervo, além de outras obras da autora, como Becos da Memória, Ponciá Vicêncio, Literatura Negra: uma poética de nossa afro-brasilidade e Olhos d’água.
O catálogo contempla também títulos como Um Exu em Nova York, Sobre-viventes! e Exuzilhar, de Cidinha da Silva; Nada Digo de Ti, que em Ti Não Veja, de Eliana Alves Cruz; Afro-Brasil Reluzentes, de Nei Lopes; e produções voltadas à infância e juventude, como Rê Tinta e a Revolução Escolar, de Elisa Lucinda, e Rê Tinta e o Pé de Jamelão, de Estêvão Ribeiro.
O MEC Livros reúne autores de diferentes gerações, com obras de escritores como Maria Firmina dos Reis, Machado de Assis, Lima Barreto e Carolina Maria de Jesus, além de autores contemporâneos brasileiros e estrangeiros, entre eles Itamar Vieira Junior, Lilia Guerra, Eliane Marques, Tom Farias, Paulina Chiziane, Buchi Emecheta, Oyinkan Braithwaite, Akwaeke Emezi e Randall Kenan.
Sobre a plataforma – O MEC Livros é uma biblioteca digital de acesso público e gratuito, com mais de 25 mil títulos em formato digital, entre obras licenciadas e em domínio público. A plataforma integra ações relacionadas à ampliação do acesso à leitura e ao Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL), em parceria com a Fundação Biblioteca Nacional, a Academia Brasileira de Letras, o Instituto Mojo de Comunicação Intercultural e a Companhia Editora de Pernambuco.
O acesso pode ser feito via navegador ou aplicativo para dispositivos móveis, mediante login com a conta Gov.br. A plataforma permite o empréstimo gratuito de obras licenciadas, além da leitura ilimitada de títulos em domínio público. Para consultar o acervo e obter mais informações, acesse o portal do MEC Livros.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi e da Secretaria de Educação Básica (SEB)
Fonte: Ministério da Educação



