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Ministro do Turismo reforça turismo sustentável aliado à bioeconomia amazônica
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O ministro do Turismo, Celso Sabino, esteve nesta segunda-feira (01.09) com representantes da Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu (CAMTA), no município de Tomé-Açu, no Pará, referência internacional em práticas de agrofloresta e exemplo de como a Amazônia pode ser protagonista em desenvolvimento sustentável aliado à geração de emprego e renda.
Durante a agenda, o ministro destacou a importância de integrar iniciativas como a CAMTA ao turismo sustentável da Amazônia, fortalecendo experiências de visitação que unem conservação ambiental, inclusão social e valorização cultural.
“Turismo e agro caminham juntos. O desenvolvimento sustentável da floresta garante geração de emprego e renda. A sustentabilidade é um pilar essencial para mostrarmos pro mundo a importância da preservação do meio ambiente. Hoje, tive a oportunidade de conversar com trabalhadores da Cooperativa que se destaca como um exemplo de sucesso na implantação de agroflorestas, além de gerar impactos positivos significativos nas comunidades amazônicas da região, através da capacitação dos agricultores e preservação de práticas culturais locais”.
Com mais de 50 anos de atuação, a CAMTA consolidou o Sistema Agroflorestal de Tomé-Açu (SAFTA), modelo reconhecido pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO/ONU) e certificado como Tecnologia Social pela Fundação Banco do Brasil. A iniciativa combina culturas agrícolas e florestais, promovendo o uso sustentável da floresta, prevenindo o desmatamento, recuperando áreas degradadas e fortalecendo cadeias produtivas ligadas à bioeconomia.
O encontro reforçou o compromisso do Ministério do Turismo em fomentar projetos que associem preservação ambiental, capacitação de comunidades e inovação, ampliando as oportunidades de desenvolvimento para a região amazônica.
VISITA – O ministro durante a vista a Tomé Açu, também visitou o Museu de Histórico da Imigração japonesa na cidade, o município é conhecido como a terceira maior colônia japonesa do Brasil. O espaço que preserva a memória e a contribuição dos imigrantes japoneses para o desenvolvimento econômico, social e cultural da região. Durante a visita, o ministro destacou a importância do patrimônio histórico local como atrativo turístico e como símbolo da integração entre culturas que ajudaram a moldar a identidade do município.
Por Fábio Marques
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
BRASIL
Evento abordará metas de equidade do Fundeb com prefeitos
O Ministério da Educação (MEC) realizará, na segunda-feira, 18 de maio, o evento Rotas da Equidade – Como alcançar a condicionalidade III do VAAR, em Brasília (DF). O encontro reunirá prefeitos e representantes de municípios de todo o país para discutir estratégias de fortalecimento da equidade nas redes públicas de ensino.
A iniciativa tem como objetivo apoiar municípios que ainda não atingiram a condicionalidade III do Valor Aluno Ano por Resultado (VAAR) do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) — relacionada à redução das desigualdades educacionais, especialmente aquelas marcadas por recortes raciais. Para isso, o MEC vai apresentar estratégias de apoio técnico voltadas à formulação e à implementação de políticas educacionais mais justas.
O cumprimento dos critérios é necessário para que as redes recebam o repasse da União ao Fundeb. O recurso visa ampliar o acesso a direitos educacionais e contribuir para garantir mais qualidade e oportunidades para todos.
Em 2026, cerca de 1.914 redes municipais (34%) ainda não cumprem a condicionalidade III do VAAR. Todos os gestores convidados para o encontro representam redes municipais que ainda não alcançaram esse critério e, por isso, deixaram de receber a complementação de recursos. Os participantes devem realizar inscrição por meio de formulário eletrônico.
Durante o evento, o MEC apresentará materiais como os Referenciais de Implementação de Equidade na Educação, que trazem orientações práticas, indicadores e ferramentas de autodiagnóstico para aprimorar a gestão educacional; os Cadernos de Gestão das Modalidades Educacionais, organizados em seis volumes, com orientações sobre planejamento, financiamento, matrículas, formação e monitoramento; e as Devolutivas de Equidade Racial, que apresentam diagnósticos individualizados das redes municipais e recomendações práticas para promover a equidade racial.
Também serão apresentados o Protocolo de Identificação e Resposta ao Racismo, voltado a orientar redes e instituições de ensino na tomada de decisão diante de casos de racismo, e os Cadernos Pedagógicos da Educação Especial Inclusiva, que trazem orientações para promover a inclusão escolar com o uso de tecnologia assistiva.
Confira a programação completa no site do evento.
Fundeb – O Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) é um Fundo especial, de natureza contábil e de âmbito estadual (um total de vinte e sete Fundos), composto por recursos provenientes de impostos e das transferências dos Estados, Distrito Federal e Municípios vinculados à educação, conforme disposto nos arts. 212 e 212-A da Constituição Federal.
O Fundeb foi instituído como instrumento permanente de financiamento da educação pública por meio da Emenda Constitucional n° 108, de 27 de agosto de 2020, e encontra-se regulamentado pela Lei nº 14.113, de 25 de dezembro de 2020.
Além das fontes de receita de impostos e de transferências constitucionais dos Estados, Distrito Federal e Municípios, integram a composição do Fundeb os recursos provenientes da União a título de complementação aos entes federados que não atingiram o valor mínimo por aluno/ano definido nacionalmente ou que efetivaram as condicionalidades de melhoria de gestão e alcançaram a evolução dos indicadores a serem definidos sobre atendimento e melhoria de aprendizagem com a redução das desigualdades.
Independentemente da fonte de origem dos valores que compõem o Fundo, todo o recurso gerado é redistribuído para aplicação exclusiva na manutenção e no desenvolvimento da educação básica pública, bem como na valorização dos profissionais da educação, incluída sua condigna remuneração.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação
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