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MJSP e USP entregam primeiro diagnóstico e avançam na criação de centro de governança em segurança pública
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Brasília, 7/5/2026– Um mês após a assinatura do convênio entre o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP), e a Universidade de São Paulo (USP), foi entregue o primeiro diagnóstico técnico do projeto que instituiu o Centro de Governança, Integridade e Accountability na Segurança Pública. A apresentação ocorreu nesta quarta-feira (6) e marca avanço na implementação da parceria.
O diagnóstico inicial consolida análises preliminares, mapeamento de processos e identificação de oportunidades de aprimoramento na gestão administrativa e no uso de recursos públicos destinados à segurança pública, evidenciando o caráter aplicado e estratégico da cooperação entre o Governo Federal e a universidade.
Participaram da solenidade e das atividades técnicas relacionadas à entrega do diagnóstico a diretora do Fundo Nacional de Segurança Pública, Camila Pintarelli, e a diretora da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA-USP), Maria Dolores Montoya Diaz.
Para Camila Pintarelli, a entrega do primeiro diagnóstico em pouco mais de 30 dias demonstra alinhamento institucional e compromisso com resultados concretos. “Esse diagnóstico inicial materializa a proposta do convênio: qualificar a governança, dar transparência aos processos e apoiar os gestores públicos na melhor aplicação dos recursos da segurança pública. A rapidez na entrega reforça a capacidade técnica e o engajamento das equipes envolvidas”, afirmou.
A diretora da FEA-USP, Maria Dolores Montoya Diaz, destacou a relevância da parceria para a universidade e para o País. Segundo ela, a aproximação entre academia e gestão pública fortalece a produção de conhecimento aplicado e contribui diretamente para a melhoria das políticas públicas.
Também estiveram presentes no evento a diretora-geral do Departamento de Contabilidade e Atuária da FEA-USP, Mara Jane Contrera Malacrida; a professora da FEA-USP, Patrícia Siqueira Varela; o procurador-diretor do Departamento de Convênios e coordenador do Escritório de Integridade e Proteção da Pesquisa, Rafael Seco Saravalli; o coordenador de Logística da Diretoria do FNSP, Bruno Henrique Bezerra Guimarães; e o professor do Instituto de Relações Internacionais da USP, Pedro Dallari.
Programação dos três dias de atividades
A entrega do diagnóstico integra uma agenda de atividades técnicas e institucionais realizadas entre 6 e 8 de maio, conforme cronograma definido no âmbito do projeto de PD&I FNSP/USP.
* Dia 6 (quarta-feira):
Briefing técnico no Auditório Tancredo Neves, abertura oficial do evento, seguida por workshop de integração das equipes operacionais do FNSP e da USP. O dia incluiu ainda entrevista com a diretora do FNSP.
* Dia 7 (quinta-feira):
As atividades serão dedicadas a oficinas temáticas (OFs), com foco nas áreas finalísticas e operacionais, envolvendo coordenações e equipes técnicas, em salas da FEA-USP. As oficinas abordarão governança, execução financeira, controle e conformidade, com troca de experiências entre gestores públicos e pesquisadores.
* Dia 8 (sexta-feira):
O último dia concentra novas oficinas voltadas à logística e às áreas de apoio, com participação do coordenador de Logística do FNSP. A programação será concluída com avaliação técnica conduzida pela USP, seguida de encerramento oficial e visita técnica.
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Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados
As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop.
A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.
A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação.
Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares.
Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná.
Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo.
O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)
Fonte: Ministério da Educação


