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MME celebra a 100ª edição do programa Conexão Energia na RádioGov
BRASIL
O Ministério de Minas e Energia (MME) comemora a marca de 100 edições do programa Conexão Energia, veiculado na RádioGov EBC, consolidando-se como mais um canal de divulgação das políticas, ações e resultados da pasta para a sociedade.
Desde sua estreia, em 12 de março, o Conexão Energia apresenta, de segunda a sexta-feira, informações claras e acessíveis sobre temas estratégicos dos setores de mineração, energia elétrica, transição energética, petróleo, gás natural e biocombustíveis. O programa destaca iniciativas de impacto, como políticas de eficiência energética, avanços em matriz limpa e fomento a biocombustíveis, além de informações sobre eventos e agendas internacionais que envolvem o ministro de Estado e demais autoridades do MME.
“Ao levar informações para a população, por meio do rádio, fortalecemos a transparência, estimulamos a participação social e aproximamos o cidadão das políticas públicas que impactam diretamente o seu dia a dia. Democratizar o acesso à informação é garantir que cada brasileira e brasileiro tenha clareza sobre as ações, projetos e resultados do setor de energia e mineração”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.
Com um formato dinâmico e informativo, cada edição traz a cobertura dos acontecimentos mais relevantes do dia, conectando a população aos projetos e decisões que moldam o futuro energético e mineral do Brasil.
A parceria entre o MME e a RádioGov garante que o programa esteja bem posicionado no portal, com acesso direto ao player e conteúdos complementares, facilitando a navegação e ampliando o alcance das informações.
As edições do Conexão Energia estão disponíveis no portal da RádioGov. Acesse e ouça aqui.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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BRASIL
MEC credencia novas universidades comunitárias: entenda o modelo
O Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Regulação e Supervisão do Ensino Superior (Seres), publicou, na terça-feira, 1º de setembro, seis portarias relativas às Instituições Comunitárias de Educação Superior (Ices), uma de qualificação e cinco de renovação. A instituição qualificada foi a Universidade Vale do Rio Doce (Univale), de Minas Gerais. As renovações foram publicadas para as seguintes instituições: Universidade Regional do Noroeste do Estado do Rio Grande do Sul (Unijuí), Universidade do Vale do Paraíba (Univap), Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE) e Universidade do Vale do Taquari (Univates). Todas as portarias têm validade de cinco anos.
As Ices são constituídas na forma de associação ou fundação, com personalidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, que ofertam serviços gratuitos à população, proporcionais aos recursos que eventualmente obtiverem do poder público. Também institucionalizam programas permanentes de extensão e ação comunitária voltados à formação e desenvolvimento dos alunos e ao desenvolvimento da sociedade.
No início deste ano, o Ministério da Educação (MEC) publicou a Portaria MEC nº 71, que estabelece procedimentos para a qualificação, o monitoramento e a formalização de parcerias entre o poder público e as Ices. De acordo com a portaria, as instituições comunitárias qualificadas poderão acessar recursos públicos federais para o desenvolvimento de atividades de interesse público, inclusive por meio de editais de fomento e de emendas parlamentares. A norma também prevê que essas instituições possam atuar como alternativa na oferta de serviços públicos educacionais, respeitando os princípios da legalidade, da transparência e da finalidade pública.
Categorias administrativas da educação superior
As instituições de educação superior são divididas em seis categorias administrativas: as públicas podem ser municipais, estaduais ou federais. Já as privadas podem ter ou não fins lucrativos. Também há a categoria das universidades de caráter especial, que não se enquadram nem como públicas e nem como privadas, pois foram criadas por lei, mas cobram mensalidade.
Públicas – Mantidas pelos governos. As federais, pela União; as estaduais, pelos governos de cada unidade federativa; e as municipais, pelas prefeituras. As federais e as estaduais são gratuitas e o acesso geralmente ocorre por meio de processos seletivos como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) ou vestibulares próprios.
Privadas – Quanto às universidades privadas, além das comunitárias, estão as confessionais, ligadas a doutrinas religiosas; as filantrópicas, focadas em assistência social e oferta de bolsas de estudo e também sem fins lucrativos; e as privadas, cujo objetivo é gerar lucro para os donos ou acionistas. Oferecem formas de entrada subsidiadas por programas governamentais como o Programa Universidade para Todos (Prouni) ou o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). As instituições particulares pagas podem variar desde faculdades de pequeno porte até grandes redes educacionais.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Seres
Fonte: Ministério da Educação



