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MME defende MP nº 1.300 como ponto chave para tornar energia elétrica mais justa e equilibrada

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O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nessa quinta-feira (5/06), do ABDIB Fórum 2025 que teve como objetivo debater sobre a transição energética, a resiliência climática e os desafios para viabilização de projetos em um ambiente regulatório e em transformação. Representando o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, durante sua participação na “Sala Energia: Regulação do setor elétrico e transição energética”, o secretário Nacional de Energia Elétrica, Gentil Nogueira de Sá, ressaltou a importância da Medida Provisória n° 1.300 para o setor elétrico.

“A Medida Provisória traz o direcionamento que o setor elétrico precisa: fazer mais com menos. Hoje, parte dos custos que encarecem a tarifa de energia está justamente na ineficiência dos recursos. A MP atua em três frentes que buscam mais equidade e uma distribuição mais justa para os consumidores. Por isso, é uma medida que se destaca pela eficiência”, afirmou.

Durante o evento, foram destacados, ainda, o potencial do mercado livre de energia, que atualmente entrega uma parcela de energia 20% inferior do que o mercado regulado, e a flexibilidade do setor elétrico para atender uma variação de demanda.

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“O sistema elétrico brasileiro passa por uma necessidade de contratação de potência, cerca de 3 gigawatts (GW) por ano, e esse é um custo rateado. A visão que a MP traz é que isso tem que ser rateado para quem causa aquele custo. Temos fontes que conseguem entregar essa necessidade potência no final do dia de forma adequada a essa necessidade do consumo”, afirmou o secretário.

Promovido pela Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB), o evento reforçou o papel dos recursos públicos e suas contragarantias em parcerias público-privadas (PPPs), além de oportunidades de financiamento nacional e internacional.

O evento contou com a participação de representantes dos três poderes – Executivo, Legislativo e Judiciário –, empresas, especialistas e lideranças do setor para discutir propostas que estimulem os investimentos em infraestrutura e contribuam para o crescimento sustentável do país.

Acesse aqui a Medida Provisória nº 1.300/2025.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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