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MME realiza 1ª Reunião do Fórum Nacional de Transição Energética com foco em sustentabilidade e inclusão

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O Ministério de Minas e Energia (MME) realizou, nesta segunda-feira (3/11), a 1ª Reunião do Plenário do Fórum Nacional de Transição Energética (FONTE), inaugurando uma nova fase na construção coletiva da Política Nacional de Transição Energética (PNTE). O Fórum se consolida como um espaço democrático e permanente de diálogo entre o Governo do Brasil, o setor produtivo e a sociedade civil, com objetivo de orientar o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) na formulação de diretrizes em prol de um futuro energético mais sustentável e inclusivo.

Durante a abertura do evento, o secretário Nacional de Transição Energética e Planejamento, Gustavo Ataíde, destacou que o FONTE busca definir os melhores caminhos para a transição energética no Brasil.

“Iniciamos hoje um processo fundamental e histórico para a Política Nacional de Transição Energética do Brasil. Este Fórum é o palco principal dessa construção. Queremos que o Brasil continue a crescer de forma sustentável, fortalecendo sua liderança mundial em energias limpas e renováveis, e se tornando uma nação cada vez mais justa, inclusiva e equilibrada. Este Plenário reflete a diversidade do nosso país. A presença equilibrada do governo, setor produtivo e sociedade civil, com representatividade regional, racial e de gênero, é a nossa maior força”, disse.

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Instituído após a Resolução CNPE nº 5/2024, o FONTE consolida-se como mecanismo consultivo da PNTE. Na ocasião, foram apresentados os 87 representantes do Plenário do FONTE, divididos igualmente entre governo, sociedade civil e setor produtivo. Entre os critérios de composição, estão a exigência de no mínimo 50% de mulheres e 30% de pessoas autodeclaradas negras, indígenas ou quilombolas, além de representatividade regional e setorial.

Ainda a pauta contou com apresentação da minuta do Plano Nacional de Transição Energética, Plante, que é o outro instrumento da PNTE que está em elaboração e contará com a participação dos membros do Fonte. E com o foco de organização das atividades nos próximos meses também foi apresentada o Plano de Trabalho 2026 do Fórum que levarão à proposta da Carta de Recomendações ao CNPE, como principal entrega e como resultado das discussões.

Conheça o FONTE

O Fórum Nacional de Transição Energética (FONTE) tem como objetivo articular propostas para o avanço da transição energética, guiando o país rumo a uma matriz com baixa emissão de carbono e a um desenvolvimento econômico sustentável. A partir de reuniões, consultas públicas e discussões em câmaras temáticas voltadas a temas estratégicos, como segurança e justiça energética e energia competitiva para economia de baixa emissão de carbono, será elaborada anualmente uma Carta de Recomendações ao CNPE, consolidando as contribuições dos diferentes setores.

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Além disso, o funcionamento do FONTE é definido por um Regimento Interno, que estabelece direitos, deveres e procedimentos dos membros, garantindo transparência e organização nas deliberações. Com previsão de aprovação até o final do ano, o regimento consolida as bases para o início pleno das atividades focadas na promoção de uma transição energética democrática, inclusiva e sustentável, capaz de fortalecer o protagonismo do Brasil na agenda global de energia limpa.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Dia Internacional de Combate à Pirataria alerta para relação entre mercados ilícitos e crime organizado

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Brasília, 10/6/2026 – O Dia Internacional de Combate à Pirataria, celebrado em 10 de junho, chama atenção para os impactos da comercialização de produtos falsificados, do contrabando e de outras práticas ilegais que violam a propriedade intelectual.

A pirataria movimenta recursos que podem financiar organizações criminosas envolvidas em atividades como contrabando, lavagem de dinheiro, sonegação fiscal e outros delitos. Por isso, a compra de produtos falsificados não é uma prática sem consequências e pode contribuir para a manutenção de redes ilícitas que atuam fora dos mecanismos de controle do Estado.

Além dos impactos econômicos, produtos falsificados podem representar riscos à saúde e à segurança dos consumidores. Como não passam por processos regulares de fiscalização e controle de qualidade, esses itens podem apresentar falhas de fabricação, composição inadequada e descumprimento de requisitos técnicos exigidos pela legislação. Medicamentos, cosméticos, bebidas, eletrônicos, peças automotivas, roupas e acessórios estão entre os produtos frequentemente alvo de falsificação.

No Brasil, as ações de enfrentamento à pirataria são coordenadas pelo Conselho Nacional de Combate à Pirataria e aos Delitos contra a Propriedade Intelectual (CNCP), vinculado à Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O Conselho atua na articulação entre órgãos públicos e entidades da sociedade civil para fortalecer ações de fiscalização, prevenção, capacitação e conscientização.

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As iniciativas integram a Política Nacional de Combate à Pirataria (PNCP), que reúne ações voltadas à proteção da propriedade intelectual, ao enfrentamento dos mercados ilícitos e ao fortalecimento da cooperação entre os setores público e privado.

A orientação aos consumidores é comprar produtos em estabelecimentos regulares, verificar a procedência das mercadorias, exigir nota fiscal e desconfiar de preços incompatíveis com os praticados no mercado. Denúncias sobre a comercialização de produtos falsificados também auxiliam o trabalho dos órgãos responsáveis pela fiscalização e repressão dessas práticas.

O combate à pirataria depende da atuação coordenada do poder público, do setor produtivo e da sociedade. A conscientização dos consumidores contribui para reduzir a circulação de produtos ilegais, fortalecer a economia formal e dificultar o financiamento de atividades criminosas.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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