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Para incentivar a cultura exportadora MDIC e governo do Mato Grosso realizam oficinas em Cuiabá

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O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e o governo do estado do Mato Grosso estão realizando nesta semana uma série de oficinas presenciais para a construção do Plano Estadual de Promoção da Cultura Exportadora no estado. Com o objetivo de fortalecer a inserção de empresas de Mato Grosso no comércio internacional, a iniciativa integra a Política Nacional de Cultura Exportadora (PNCE), instituída pelo governo federal em 2023, e conta com o apoio do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

Reunindo cerca de 30 representantes de instituições federais e locais, durante os dias 22 e 24 de abril, as oficinas acontecem na sede do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), em Cuiabá, e fazem parte do processo colaborativo de elaboração do plano estadual. O objetivo é identificar estratégias e ações concretas para impulsionar as exportações regionais, com foco especial nas micro, pequenas e médias empresas (MPMEs).

“Esse trabalho participativo, baseado no diálogo e na troca de experiências, faz parte de um esforço do MDIC de aproximação com os estados brasileiros para ampliar o número de exportadores brasileiros, com foco especial nas micro, pequenas e médias empresas,” explica o Coordenador-Geral de Promoção das Exportações da Secretaria de Comércio Exterior do MDIC, Paulo Guerrero, que conduziu os trabalhos pela pasta.

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“A gente quer sair do foco apenas no agro e diversificar. Há espaço para exportação de produtos como pulses, gergelim, serviços e até itens industrializados. É uma chance de verticalizar a produção e gerar mais valor agregado dentro do estado”, destacou o superintendente de Indústria e Comércio da Sedec/MT, Adoniram Magalhães.

Durante o encontro, os participantes realizaram atividades práticas, como a análise de contexto local, definição de objetivos estratégicos e estruturação do portfólio de ações que irá compor o plano estadual.

O Mato Grosso é um dos dois estados da Amazônia Legal que participam desta nova etapa da PNCE em 2025, ao lado de Tocantins. O trabalho no estado é coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, em articulação com o Comitê Nacional para a Promoção da Cultura Exportadora (CNPCE).

Mato Grosso foi o quarto maior exportador do Brasil em 2024, com um total de US$ 27,61 bilhões em vendas externas. Os principais produtos exportados são soja, milho, algodão e farelo de soja, com destaque para os mercados da China, Vietnã e Tailândia. O estado contou com cerca de 250 empresas mercantis exportadoras, das quais 52 eram microempreendedores individuais, micro ou pequenas empresas — responsáveis por apenas 0,3% desse valor.

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PNCE

A PNCE foi criada com o objetivo de promover a cultura exportadora no Brasil de forma coordenada e estruturada, estimulando o envolvimento dos governos estaduais e de diferentes órgãos e instituições públicos e privados ligados ao comércio exterior. A política teve início com um projeto-piloto no Estado do Pará, e em 2024 avançou para Pernambuco e Rondônia. A experiência acumulada nesses estados servirá de base para os planos em construção no Mato Grosso e em outras unidades da federação.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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MEC inaugura obras de revitalização de seu edifício Anexo I

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O Ministério da Educação (MEC) entregou, nesta terça-feira, 30 de junho, a primeira etapa da obra de revitalização dos edifícios anexos da pasta. Após passar por reformas entre janeiro e junho de 2026, o edifício Anexo I é o primeiro a ficar pronto, garantindo mais segurança, acessibilidade, sustentabilidade, eficiência operacional e preservação do patrimônio arquitetônico do ministério. 

O secretário executivo do MEC, Rodolfo Cabral, afirmou que a reabertura do prédio faz parte de um ciclo, que teve início em 2023, de entregas para a reestruturação da instituição e que inclui também melhorias no Centro de Formação e Desenvolvimento dos Trabalhadores em Educação do Ministério da Educação (Cetremec). O Anexo II do ministério deve ser reformado até o fim do ano. 

“Reconstruir este ministério vai além das políticas públicas da educação: é também pensar nos servidores. Por isso, reestruturamos a carreira dos nossos colaboradores, pensando no bem-estar de cada um deles. Fomos um dos primeiros ministérios a implementar o fim na escala 6×1 para terceirizados. E, agora, essas melhorias também chegam à estrutura. Foram R$ 30 milhões investidos para os ajustes na parte elétrica, acessibilidade e paisagismo, promovendo um espaço mais acolhedor e à altura de todos os funcionários que compõem o MEC”, afirmou Cabral. 

A intervenção permitiu adequar o edifício às normas contemporâneas de ocupação de prédios públicos, segurança e acessibilidade, assegurando melhores condições de trabalho para os trabalhadores do MEC e de atendimento aos cidadãos que utilizam suas instalações. 

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30/06/2026 - Reforma anexo do MEC. Fotos: Fábio Nakakura

Na primeira etapa, foi priorizada a modernização da infraestrutura predial com foco em segurança e eficiência energética. Foram substituídos ou implantados integralmente os sistemas de energia elétrica; climatização (ar-condicionado); detecção e combate a incêndio; automação predial; controle eletrônico de acesso e monitoramento por câmeras. Os resultados esperados incluem redução estimada de até 40% no consumo de energia associado aos sistemas elétricos e de climatização; redução dos custos operacionais; e menor impacto ambiental. O retorno estimado dos investimentos ocorrerá em aproximadamente oito anos. 

O edifício Anexo I passa a contar também com cafeteria do MEC – Educafé; Sala de Apoio à Amamentação do MEC e novas copas coletivas. Houve ainda revitalização dos banheiros; requalificação dos espaços de circulação e convivência; assim como adequação dos ambientes às normas de ocupação de edifícios públicos. Além disso, foram implementados piso e mapa tátil; rampa de acessibilidade; adequação das rotas acessíveis; melhoria da sinalização e da orientação dos usuários. A sustentabilidade foi contemplada com lixeiras para coleta seletiva; lixeiras de coleta seletiva e de resíduos tóxicos provenientes de cigarros (bitucas); sinalização voltada à conscientização ambiental; normas de prevenção e combate a incêndio; e padrões contemporâneos de gestão e segurança predial. 

Segundo a subsecretária de gestão administrativa do MEC, Jussara Cardoso, a reforma foi necessária para reforçar a segurança e o bem-estar dos colaboradores: “as estruturas antigas estavam defasadas, porque o prédio tem 45 anos. A partir desse processo, começamos a trabalhar com a preservação do patrimônio histórico e pensar em novos espaços para a qualidade de vida dos trabalhadores. O outro prédio deve ser entregue no dia do aniversário de 96 anos do MEC, em 14 de novembro”, adiantou. 

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A etapa da revitalização do edifício Anexo II envolve a implantação de espaço de convivência para os trabalhadores, do laboratório EducaLab e de novos auditórios destinados à realização de eventos e atividades institucionais. 

Autores do projeto – A revitalização conciliou modernização da infraestrutura e valorização do patrimônio tombado, a partir das seguintes ações: recuperação do concreto aparente, originalmente concebido para a edificação, de modo que intervenções incompatíveis realizadas ao longo dos anos foram removidas; requalificação do paisagismo original concebido por Oscar Niemeyer; e instalação de painel de azulejos do artista brasiliense João Henrique, em homenagem ao arquiteto João Filgueiras Lima (Lelé), coautor do projeto do edifício ao lado de Niemeyer. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Subsecretaria de Gestão Administrativa (SGA) 

Fonte: Ministério da Educação

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