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Parque Nacional do Iguaçu é uma das melhores atrações turísticas do mundo
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É do Brasil mais uma vez! O Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu (PR), foi eleito uma das melhores atrações turísticas do mundo. A premiação anual, Travellers’ Choice Awards, é organizada pelo portal de avaliações TripAdvisor e é concedida a destinos e experiências que recebem um grande volume de avaliações e opiniões positivas da comunidade em um período de 12 meses.
O parque figura entre as 25 melhores atrações do mundo e é a primeira na mesma categoria dentro da América do Sul. Segundo o site, dos 8 milhões de perfis cadastrados na plataforma, menos de 1% alcança esse marco, o que demonstra a excelência do destino na opinião dos próprios viajantes.
Localizado no coração da Mata Atlântica, o Parque Nacional do Iguaçu é um Patrimônio Mundial Natural da UNESCO e abriga as famosas Cataratas do Iguaçu, um conjunto de 275 quedas d’água que formam um dos cenários mais espetaculares do planeta. Além da beleza cênica, o parque é um santuário para a biodiversidade, protegendo espécies raras da fauna e da flora brasileiras.
Para o Ministro do Turismo, Celso Sabino, o prêmio coroa o trabalho de preservação e a qualidade da experiência oferecida aos visitantes. “Essa premiação reflete a excelência da gestão, conservação e hospitalidade, pilares que trabalhamos para fortalecer em todos os nossos destinos. É um orgulho imenso ver um atrativo brasileiro brilhar em uma lista tão seleta e importante”, comemorou o ministro.
O reconhecimento internacional do parque fortalece não apenas o destino de Foz do Iguaçu, mas todo o turismo brasileiro, reforçando a imagem do país como um lugar de belezas naturais únicas e experiências inesquecíveis.
Por Victor Mayrink
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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Programa Brasil Contra o Crime Organizado ultrapassa R$ 2 bilhões de prejuízo às facções criminosas
Brasília, 26/06/2026 – O Programa Brasil Contra o Crime Organizado, coordenado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), alcançou um novo marco no enfrentamento às organizações criminosas. Desde o lançamento da iniciativa, em maio deste ano, as operações integradas já provocaram R$ 2 bilhões de prejuízo estimado às facções criminosas, resultado das ações coordenadas entre forças federais, estaduais e municipais em todo o território nacional.
O balanço mais recente aponta que o programa já contabiliza 12.312 pessoas presas, com a mobilização de 15.793 profissionais de segurança pública em 11 operações nacionais, reforçando a estratégia do Governo Federal de enfraquecer as estruturas financeiras, logísticas e operacionais das organizações criminosas.
Na frente de asfixia financeira, um dos principais eixos do programa, as ações já resultaram na apreensão de 115,2 toneladas de drogas, 32,4 mil unidades de drogas sintéticas e na erradicação de 63,3 mil pés de maconha. As operações também permitiram a apreensão de R$ 706,3 milhões em bens, o bloqueio de R$ 319,9 milhões em ativos, além da aplicação de R$ 12,7 milhões em multas e da recuperação de R$ 6,9 milhões em tributos, retirando recursos que financiavam a atuação das organizações criminosas.
Os resultados também refletem o fortalecimento do combate ao armamento dessas facções. Desde o começo do programa, foram retiradas de circulação 266 armas longas, 606 armas curtas, 289 armas artesanais, quase 30 mil munições, além de explosivos e diversos acessórios utilizados pelas organizações criminosas.
Outro eixo estratégico da iniciativa é a proteção às mulheres. Até o momento, as ações integradas já resultaram em 3.062 prisões relacionadas à violência contra a mulher, além da realização de 2.731 ações educativas presenciais, 455 ações de conscientização nas redes sociais e do alcance de mais de 51 mil pessoas em atividades de prevenção em todo o País.
Para o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, os resultados demonstram que o enfrentamento ao crime organizado exige atuação coordenada e foco na desarticulação das estruturas econômicas das facções.
“O crime organizado não será enfrentado apenas com prisões. Precisamos retirar sua capacidade financeira, impedir a circulação de armas, fortalecer o sistema prisional e integrar inteligência, investigação e controle financeiro. Quando atacamos o patrimônio das organizações criminosas, retiramos o oxigênio que mantém essas estruturas funcionando”, ressalta.
O secretário nacional de Segurança Pública, Chico Lucas, destaca que o programa foi concebido para atingir todos os pilares que sustentam a atuação das organizações criminosas.
“O resultado de R$ 2 bilhões de prejuízo demonstra que estamos atacando aquilo que mantém o crime organizado de pé: sua capacidade financeira, sua logística e sua articulação interestadual. Cada arma apreendida, cada ativo bloqueado, cada bem sequestrado e cada prisão realizada representam um enfraquecimento concreto dessas organizações. O Brasil Contra o Crime Organizado é uma estratégia permanente de integração entre União, estados e municípios para tornar cada vez mais difícil a atuação das facções em nosso País”, afirma.
Lançado pelo Governo Federal em maio de 2026, o Programa Brasil Contra o Crime Organizado reúne ações permanentes de inteligência, investigação, integração operacional e fortalecimento institucional. A iniciativa articula diferentes órgãos e forças de segurança para combater o tráfico de drogas e armas, promover a asfixia financeira das organizações criminosas, fortalecer o sistema prisional e ampliar a proteção à população, consolidando uma política nacional de enfrentamento ao crime organizado baseada na integração e no uso estratégico da inteligência.


