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Projeto-piloto de incentivo à inovação industrial abre inscrições no Rio Grande do Sul

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Estão abertas as inscrições para o projeto-piloto do programa de incentivo à inovação nas indústrias, Reinventa.BR. A iniciativa é coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e seu piloto será executado pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL) da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).

As inscrições vão até o dia 13 de março. O programa, desenvolvido em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), visa aproximar indústrias brasileiras de médio e grande porte das Instituições de Ciência, Tecnologia e Inovação (ICTs) de todo o país.

>>> Acesse o Edital.

Competitividade

Em seu projeto-piloto, o Reinventa.br busca promover o amadurecimento da gestão da inovação nas indústrias e o desenvolvimento de soluções tecnológicas em parceria com as ICTs, fortalecendo a inovação e a competitividade da indústria gaúcha.

Para se candidatar, entre outros critérios, as empresas devem ter sede no estado do Rio Grande do Sul e apresentar propostas em processo de implementação ou já implementadas, que demonstrem estratégias, áreas ou programas internos de pesquisa, desenvolvimento ou inovação, com financiamento próprio, privado ou público, em parceria direta ou indireta com ICTs, startups ou outras empresas/organizações de base tecnológica para o desenvolvimento de projetos colaborativos. Cinco empresas serão selecionadas para participar desta etapa da iniciativa.

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Após a avaliação dos resultados desse projeto-piloto, será aberta uma chamada nacional para indústrias médias e grandes de todo o país.

Consultoria

As empresas selecionadas terão consultorias especializadas, totalmente subsidiadas, voltadas a temas estratégicos para o avanço da inovação industrial, como:

  • Propriedade intelectual
  • Transferência de tecnologia
  • Captação de recursos para inovação
  • Projetos colaborativos de PD&I
  • Inovação aberta
  • Tendências tecnológicas

Como funciona

O Reinventa.BR atua a partir de uma jornada estruturada que envolve:

  • Mapeamento e diagnóstico das demandas tecnológicas das indústrias
  • Identificação e seleção de ICTs de todo o país com competências complementares
  • Conexão entre empresas e instituições por meio de encontros estratégicos
  • Apoio técnico especializado ao longo do desenvolvimento das iniciativas, com foco principal em propriedade intelectual e transferência de tecnologia.

Todo o processo, nesse edital, é conduzido pelo IEL-RS, que realiza a articulação, o acompanhamento e a mediação entre as partes.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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Ação conjunta cumpre 15 mandados contra investigados por fraudes do falso advogado

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Fortaleza, 16/6/2026 – Com apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), as polícias civis de Santa Catarina e do Ceará deflagraram, nesta terça-feira (16), operação que resultou no cumprimento de sete mandados de prisão preventiva e oito mandados de busca e apreensão contra integrantes de uma organização criminosa investigada por aplicar fraudes eletrônicas conhecidas como golpe do falso advogado.

A operação foi realizada nos municípios de Fortaleza e Maracanaú, no Ceará, e representa mais uma etapa das investigações conduzidas pela 6ª Delegacia de Polícia de Joinville (SC), em parceria com a Polícia Civil do Estado do Ceará e o Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) do MJSP, unidade responsável pela coordenação de ações integradas de combate aos crimes cibernéticos e às fraudes eletrônicas em âmbito nacional.

A atuação conjunta evidencia o compromisso das instituições com o fortalecimento da cooperação federativa e o enfrentamento qualificado das organizações criminosas que utilizam recursos tecnológicos para cometer crimes em diferentes regiões do Brasil.

Como a quadrilha atuava

Segundo as investigações, os suspeitos atuavam de forma estruturada, movimentando milhões de reais em suas contas e utilizando indevidamente a identidade de advogados e outros profissionais da área jurídica para induzir vítimas a realizar transferências bancárias sob a falsa alegação de liberação de valores decorrentes de processos judiciais.

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“A ação reforça a importância da cooperação entre instituições de segurança pública no enfrentamento às organizações criminosas que atuam no ambiente digital. A integração entre as forças estaduais e federais possibilitou o compartilhamento de informações estratégicas”, destacou o delegado Rodrigo Gusso, responsável pelo caso.

As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros envolvidos, aprofundar a apuração sobre a estrutura da organização criminosa e dimensionar os prejuízos causados às vítimas.

Os investigados poderão responder, em tese, pelos crimes de organização criminosa, previsto na Lei nº 12.850/2013, e de estelionato mediante fraude eletrônica, previsto no Código Penal. As penas máximas para esses delitos podem chegar a oito anos de reclusão cada, além de multa. Somadas, podem alcançar até 16 anos de prisão para cada envolvido, sem prejuízo da aplicação de causas de aumento de pena, concurso de crimes e eventual responsabilização por outras infrações que venham a ser identificadas ao longo das investigações.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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