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Seminário discutirá dimensão educacional do Pé-de-Meia

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Um evento que aprofunda o debate sobre as dimensões educacionais e técnicas do programa Pé-de-Meia será realizado entre os dias 7 e 9 de abril, de segunda a quarta-feira. Realizado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Básica (SEB), o “Seminário Nacional do Pé-de-Meia: trajetórias escolares e combate às desigualdades” deverá receber, em Brasília cerca de 250 participantes de todos os estados da federação e do Distrito Federal. 

O Seminário será o primeiro evento técnico nacional, presencial, que reunirá secretários estaduais e atores de implementação local do programa, além de representantes de outras organizações. Sobre a dimensão educacional a ser discutida, o seminário pretende abordar a gestão pedagógica, assim como a gestão de dados e sistema, debatendo estratégias para o aprimoramento contínuo do programa junto a convidados de outros órgãos e unidades acadêmicas.  

Novidades Neste segundo ano de implementação do programa, foi criada a Rede Nacional de Articuladores de Implementação do Programa Pé-de-Meia (Renapem), com indicação de articuladores estaduais, responsáveis por implementar e acompanhar as ações do programa em seus territórios. Para este momento, o programa ainda tem a meta de se aproximar dos coordenadores estaduais do ensino médio, alinhando o Pé-de-Meia à Política Nacional de Ensino Médio.      

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São esperados no evento 54 articuladores da Renapem, 25 coordenadores do ensino médio e 10 secretários estaduais de educação, entre outros. Também estão previstos representantes das seguintes organizações: Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), ControladoriaGeral da União (CGU), Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), Caixa Econômica Federal, Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), além de representantes dos ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. 

Programação Integram a programação cinco painéis temáticos e quatro oficinas formativas. Os temas dos painéis são: “Diálogos sobre o Pé-de-Meia: uma política construída a partir de evidências científicas”, “Construindo políticas transversais transformadoras”, “Governança de dados na educação: implementando políticas com responsabilidade”, “Um caminho conjunto: Pé-de-Meia, ensino médio e juventudes” e “Próximos passos: Pé-de-Meia em 2025”. A abertura do evento será realizada no auditório do Templo da Boa Vontade e nos demais dias ocorrerão no auditório da Capes, em Brasília (DF). 

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Pé-de-Meia O programa de incentivo financeiro-educacional é voltado a estudantes matriculados no ensino médio público inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). O programa funciona como uma poupança para promover a permanência e a conclusão escolar de estudantes nessa etapa de ensino. Seu objetivo é democratizar o acesso e reduzir a desigualdade social entre os jovens, além de fomentar a inclusão educacional e estimular a mobilidade social.   

O programa foi instituído pela Lei nº 14.818, de 16 de janeiro de 2024, que estabelece o incentivo financeiro-educacional na modalidade de poupança. Para garantir a execução e a regulamentação do Programa Pé-de-Meia, foi publicado o Decreto nº 11.901, de 26 de janeiro de 2024, que estabeleceu as diretrizes operacionais do programa.  

 

Assessoria de Comunicação do MEC, com informações da SEB  

Fonte: Ministério da Educação

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MTE participa da liberação de crédito ao programa CAIXA Hospitais

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O secretário-executivo do MTE, Francisco Macena, em evento nesta quarta-feira (03) no auditório da Caixa em Brasília com presença do vice-presidente Geraldo Alckmin; o presidente da Caixa, Carlos Vieira; o secretário de atenção especializada à Saúde, Mozart Sales; além de representantes de empresas da área filantrópica de Saúde do país participou da cerimônia de assinatura de contratos do programa CAIXA Hospitais / FGTS-Saúde.

O CAIXA Hospitais é uma linha de crédito destinada às entidades sem fins lucrativos, inclusive as certificadas como entidades beneficentes de assistência social (CEBAS), e às empresas privadas não filantrópicas, conveniadas com o Sistema Único de Saúde (SUS. Os recursos da linha devem ser aplicados de forma complementar ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase na reestruturação financeira e em investimentos.

A resolução do FGTS que estabeleceu as diretrizes gerais do Programa FGTS-Saúde foi publicada pelo Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) em março desse ano, destinando 8,5 bilhões de recursos do Fundo para hospitais filantrópicos e entidades sem fins lucrativos vinculadas ao Sistema Único de Saúde (SUS), no âmbito do Programa Agora Tem Especialista.

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Previsto dentro do PAC Saúde, o FGTS Saúde prevê a destinação dos recursos em crédito às entidades sem fins lucrativos, com juros de até 8,66% e taxa de risco de crédito de até 3,00% ao ano, conforme a Medida Provisória (MP) nº 1.336, de 6 de fevereiro de 2026. A linha foi criada com o objetivo de oferecer condições especiais para que as instituições de saúde possam renegociar dívidas e melhorar sua gestão financeira. Segundo o agente financeiro Caixa, o crédito vai servir a estruturação de dívidas e investimentos das Santas Casas, já tendo sido executados pelo Programa cerca de R$ 2,2 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão já contratados e outros R$ 715 milhões em fase final de contratação.

Na cerimônia de hoje foram assinados contratos com a Fundação José Silveira na Bahia (R$110 milhões), Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos, no Rio (R$ 27,6 milhões), Associação de Combate ao Câncer de Goiás (15 milhões), Sistemas de Saúde Vila Nova, no Rio Grande do Sul (R$ 45 milhões), Fundo Assistencial da Paraíba (R$ 12 milhões), Instituto do Câncer de Londrina, no Paraná (R$ 53 milhões) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo (R$ 300 milhões) A medida, segundo o Ministério da Saúde, busca reduzir filas, evitar o agravamento de doenças e diminuir afastamentos do trabalho, além de fortalecer a sustentabilidade financeira do setor hospitalar, intensivo em mão de obra, além de contribuir para a preservação de empregos e renda dos trabalhadores.

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Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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