BRASIL
Série do Canal Educação debate superexposição a telas
BRASIL
Nesta segunda-feira, 18 de agosto, o Canal Educação, a TV do Ministério da Educação (MEC), transmite o segundo episódio da série Adolescentes e o Mundo Digital. A produção, que vai ao ar todas as segundas-feiras, às 18h30 (horário de Brasília, aborda o ensino integral como um caminho para um aprendizado mais amplo, para além do currículo tradicional, levando em consideração as dimensões intelectual, física, afetiva, social e cultural, perpassando pela mediação das tecnologias de informação e comunicação. O programa integra uma das ações do governo federal no contexto do Programa Escola das Adolescências e a Estratégia Nacional Escolas Conectadas.
Entre os pontos do debate está o acesso às plataformas digitais, que, na teoria, seria igual para todos e como a escola precisa estar inserida nesse contexto a partir da educação digital. Além disso, o bate-papo também aborda o documento Crianças, Adolescentes e Telas: Guia sobre Usos de Dispositivos Digitais, lançado pelo governo federal para auxiliar famílias e escolas a criarem um ambiente digital mais seguro para cidadãos em formação.
Nesse episódio, o MEC é representado pelas coordenadoras-gerais de Tecnologia e Educação, Ana Dal Fabbro; e de Educação Integral, Raquel Franzim. Também participam do debate o gerente de Anos Finais do Ensino Fundamental da Secretaria Muncipal de Educação (SME-RJ), Pedro Bárbara; a secretária Nacional de Direitos das Crianças e Adolescentes do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania (MDHC), Pilar Lacerda, além de familiares e alunos do Centro Fundamental nº 4 de Brasília.
Adolescentes e o Mundo Digital – A série é um bate-papo entre adolescentes e especialistas da área de educação sobre temas ligados à adolescência e sua relação com o mundo digital. Nessa temporada, ao longo de quatro episódios, alunos dos anos finais do ensino fundamental debatem com convidados os temas: tempestade hormonal, oportunidades para o desenvolvimento integral, clima escolar e saúde mental e masculinidades, comunidade de ódio e mediação nas redes.
Escola das Adolescências – O Programa Escola das Adolescências, instituído pela Portaria nº 635/2024, é uma estratégia do governo federal de apoio técnico-pedagógico e financeiro para fortalecer os anos finais do ensino fundamental (do 6º ao 9º ano). Conjugando esforços da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, a iniciativa busca construir uma proposta para essa etapa de ensino que: conecte-se com as diversas formas de se viver a adolescência no Brasil; promova um espaço acolhedor; e impulsione a qualidade social da educação, melhorando o acesso, o progresso e o desenvolvimento integral dos estudantes.
A política inclui produção e divulgação de guias temáticos sobre os anos finais do ensino fundamental, assim como incentiva financeiramente escolas priorizadas, segundo critérios socioeconômicos e étnico-raciais. Além disso, encoraja maior conexão com as características dos anos finais, para apoiar a construção de trajetórias de sucesso escolar. Suas estratégias se dividem em três eixos: governança; organização curricular e pedagógica; e desenvolvimento profissional.
Escolas Conectadas – A Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec), coordenada pelo MEC e o Ministério das Comunicações (MCom), reuniu todas as políticas públicas relacionadas e em andamento no governo federal.
Para atingir seus objetivos, a Enec definiu, com base em parâmetros de referência, a conectividade adequada para as escolas, que deve permitir: a realização de atividades pedagógicas e administrativas on-line; o uso de recursos educacionais e de gestão; o acesso a áudios, vídeos, jogos e plataformas de streaming com intencionalidade pedagógica; e a disponibilidade de rede sem fio no ambiente escolar, composto por salas de aula, bibliotecas, laboratórios, salas de professores, áreas comuns e setores administrativos.
Serviço
Série Adolescentes e o Mundo Digital
Episódios inéditos: Toda as segundas-feiras, às 18h30 (horário de Brasília)
Reprises: Segundas, às 12h, 17h15 e 23h30;
Terças às 3h30, 10h45 e 20h30;
Quartas: às 12h e 17h15;
Sábados às 10h; e
Domingos às 14h.
Onde assistir: sintonizando na TV, pelo Canal Educação no YouTube ou pelo canal do MEC no YouTube
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Canal Educação
Fonte: Ministério da Educação
BRASIL
MEC destina R$ 6,9 milhões a instituições federais do RS
O Ministério da Educação (MEC) destina R$ 6,9 milhões, em caráter emergencial, a instituições federais de ensino do Rio Grande do Sul afetadas pelos eventos climáticos que atingem o estado. Os recursos contemplam a Universidade Federal do Rio Grande (Furg), a Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e os institutos federais do Rio Grande do Sul (IFRS), Sul-Rio-Grandense (IFSul) e Farroupilha (IFFar).
A destinação reúne recursos da Secretaria de Educação Superior (Sesu) e da Subsecretaria de Planejamento e Orçamento (SPO) do MEC e considera as demandas apresentadas pelas instituições diante dos impactos provocados pelas chuvas.
Para a Furg, serão destinados R$ 2,2 milhões. Desse total, R$ 1,7 milhão será destinado pela Sesu e R$ 500 mil são alocados diretamente na Lei Orçamentária Anual (LOA) da universidade, por meio da SPO. A UFPel recebe a destinação de R$ 2,5 milhões, também por meio da Sesu.
Institutos Federais – Na Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, o MEC destina R$ 400 mil ao IFRS, R$ 1,3 milhão ao IF Farroupilha e R$ 500 mil ao IFSul.
As instituições foram afetadas por diferentes ocorrências climáticas, com danos registrados em coberturas, estruturas prediais, esquadrias, instalações elétricas, equipamentos, áreas externas, ambientes acadêmicos, passarelas e moradias estudantis, entre outros espaços necessários ao funcionamento das unidades. No IFSul, os impactos alcançaram diversos campi e afetaram estudantes em situação de vulnerabilidade social.
No IFRS, o Campus Rio Grande foi atingido por um temporal ocorrido em 21 de setembro. Entre as necessidades identificadas, estão a recuperação das instalações atingidas pelo evento climático e a recomposição do orçamento da instituição para o funcionamento da unidade.
No IFFar, os impactos incluíram danos provocados por temporal com granizo no Campus Alegrete. Também foram identificadas necessidades de recuperação da infraestrutura nos campi Júlio de Castilhos, Santiago e Santo Ângelo.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec) e da Secretaria de Educação Superior (Sesu)
Fonte: Ministério da Educação



