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Turismo cultural é destaque em painel do Ministério do Turismo na COP30
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O Ministério do Turismo promoveu nesta segunda-feira (10.11), em Belém (PA), o painel “Turismo Cultural: conectando tradição, comunidade e cultura”, realizado no estande “Conheça o Brasil” da Green Zone da COP30. A atividade reuniu representantes do poder público e especialistas para debater o papel da cultura na construção de um turismo mais sustentável, inclusivo e conectado às tradições locais.
O encontro contou com a participação da secretária municipal de Cultura e Turismo de Belém, Cilene Sabino; da secretária de Economia Criativa do Ministério da Cultura, Cláudia Leitão; e do secretário de Turismo do Pará, Eduardo Costa. A jornalista Trisha Guimarães mediou a conversa, que destacou a integração entre cultura, economia criativa e turismo como vetor de desenvolvimento.
Durante o painel, os participantes apresentaram experiências que exemplificam como o turismo cultural pode gerar oportunidades, fomentar o empreendedorismo local e preservar saberes e expressões tradicionais. O secretário Eduardo Costa citou as ações de capacitação desenvolvidas no arquipélago do Marajó, que já beneficiaram 120 famílias, preparando comunidades para receber visitantes e oferecer experiências autênticas. Ele também citou iniciativas como a Rota do Combu e a Rota do Chocolate, que valorizam produtos regionais e fortalecem a economia criativa paraense.
A secretária Cilene Sabino ressaltou a força da identidade cultural paraense e o potencial do turismo para divulgar a riqueza de Belém, Capital Mundial do Brega. “As pessoas vêm pela nossa cultura. Querem conhecer nossa música, nossa culinária e nossas tradições. Belém tem muito a mostrar e a oferecer: do carimbó ao tacacá, do brega à maniçoba”, afirmou Cilene.
Já a secretária Cláudia Leitão apresentou o conceito dos “museus orgânicos”, uma experiência pioneira do Cariri (CE), no qual as casas dos mestres da cultura se transformam em espaços vivos de produção e convivência. Ela também ressaltou a importância de políticas públicas integradas no sentido de fortalecer a economia criativa e o turismo sustentável no Brasil.
SUSTENTABILIDADE – O painel reforçou o papel do turismo cultural como instrumento de valorização das identidades locais e de promoção do desenvolvimento sustentável, especialmente em um território diverso e rico como a Amazônia. O debate integra a programação do estande “Conheça o Brasil”, espaço do Ministério do Turismo na COP30 que apresenta ao público nacional e internacional experiências inovadoras e sustentáveis de turismo em todas as regiões do país.
Por Lívia Albernaz
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
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Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados
As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop.
A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.
A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação.
Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares.
Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná.
Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo.
O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)
Fonte: Ministério da Educação


