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UFPR oferece 3 mil vagas para formação em Direitos Humanos

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Profissionais da educação básica de todo o país podem se inscrever no curso “Educação em Direitos Humanos na formação de profissionais da educação a partir de escutas intertextuais”. A formação é realizada pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), em parceria com a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação (MEC). As inscrições começaram em 28 de agosto e seguem até 26 de setembro de 2026. Ao todo, serão ofertadas 3 mil vagas.  

A formação será realizada na modalidade online e é voltada a diretores, coordenadores pedagógicos, docentes, auxiliares docentes, secretários e outros profissionais que atuem diretamente com processos pedagógicos. As inscrições devem ser feitas no formulário disponibilizado pela universidade. 

A formação acontece no âmbito da Política Nacional de Educação em Direitos Humanos nas Instituições de Ensino (EducaDH) e da Rede Nacional de Formação de Profissionais da Educação (Renafor). 

Documentos necessários – A inscrição é realizada mediante apresentação de documento oficial de identificação com foto, CPF e comprovante de vínculo profissional com a educação básica. Entre os comprovantes aceitos estão contracheque ou holerite recente, declaração de vínculo ou de exercício, contrato de trabalho vigente, carteira de trabalho com identificação do vínculo ou outro documento oficial equivalente. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo e-mail da UFPR ([email protected]). 

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Sobre a formação – A formação articula Educação em Direitos Humanos, escutas intertextuais, interseccionalidade e experiências territorialmente situadas, aproximando os fundamentos dos direitos humanos das situações concretas vivenciadas nas escolas, nas redes de ensino e nos diferentes territórios brasileiros. 

O curso também busca contribuir para a formação de profissionais capazes de construir práticas, projetos e materiais de referência em Educação em Direitos Humanos, os quais são comprometidos com a justiça social, a ampliação da participação democrática e a prevenção de violências. 

A formação será composta por dois módulos de 90 horas cada, realizados em períodos distintos. 

Módulo 1 

Período: 1º de outubro a 30 de novembro de 2026. 

Abordagem: Fundamentos da Educação em Direitos Humanos e Introdução aos Eixos Temáticos. 

O primeiro módulo apresenta os fundamentos conceituais, políticos e éticos da Educação em Direitos Humanos e os articula em sete eixos temáticos: 

  • Fundamentos da Educação em Direitos Humanos e Gestão; 
  • Direitos da Criança e do Adolescente; 
  • Direitos das Meninas e Mulheres; 
  • Direitos das Pessoas LGBTQIA+; 
  • Direitos das Pessoas em Situação de Rua; 
  • Direitos das Pessoas Imigrantes, Refugiadas e Apátridas; 
  • Direitos, Sustentabilidade Socioambiental e Bem-Viver. 
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Módulo 2 

Período: 1º de dezembro de 2026 a 30 de janeiro de 2027. 

Abordagem: Aprofundamento Temático em Educação em Direitos Humanos e Laboratórios de Produção de Materiais de Referência. 

No segundo módulo, será realizado o aprofundamento dos sete eixos temáticos, além da produção colaborativa de materiais de referência relacionados aos contextos de atuação das pessoas participantes. 

Sobre a EducaDH – A Política Nacional de Educação em Direitos Humanos nas Instituições de Ensino (EducaDH) articula os entes federados para a implementação de ações de Educação em Direitos Humanos. Seu objetivo é fortalecer capacidades institucionais e práticas pedagógicas que assegurem o respeito aos direitos humanos e a valorização da diversidade, com atenção ao enfrentamento do preconceito, da discriminação e da violência nas instituições públicas de ensino da educação básica e da educação superior. 

 Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi

Fonte: Ministério da Educação

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GT reúne setor produtivo para debater competitividade e melhoria do ambiente de negócios

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Mais de 100 representantes do setor produtivo, entidades e sociedade participaram, na quarta-feira (16/9), de reunião para apresentação dos avanços da Agenda para a Redução do Custo Brasil. Uma das novidades anunciadas foi a mudança do nome para Agenda Brasil Mais Competitivo, em norma a ser publicada.

Pela primeira vez desde a instituição do Grupo de Trabalho, a reunião foi aberta à participação do setor produtivo, de entidades representativas e da sociedade em geral. A iniciativa foi promovida pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI) e pela Secretaria de Competitividade e Política Regulatória (SCPR) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Durante o encontro, representantes dos ministérios responsáveis pelos setores de energia e transportes apresentaram a evolução de políticas e iniciativas relacionadas ao ciclo 2023-2025 e os principais avanços em medidas com potencial de impacto sobre o ambiente de negócios e a competitividade.

Energia, gás e logística em debate

A programação da reunião incluiu apresentações de representantes dos Ministérios de Portos e Aeroportos, dos Transportes e de Minas e Energia.

O Ministério de Portos e Aeroportos apresentou a Política Nacional Setorial de Identificação Biométrica. Na sequência, o Ministério dos Transportes apresentou o Plano Nacional de Logística 2050. Pelo Ministério de Minas e Energia (MME), o Departamento de Gás Natural apresentou as ações do governo federal no mercado de gás natural e sua importância para a melhoria da competitividade no Brasil.

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Também foram apresentadas iniciativas relacionadas ao setor de energia elétrica, com destaque para medidas voltadas à melhoria do sinal de preços, incluindo a Consulta Pública MME nº 218/2026, a regulamentação do curtailment e a regulamentação do Encargo de Reserva de Capacidade (Ercap), de modo a considerar o perfil de carga.

Setor produtivo participa do debate

Após as explanações foi aberto espaço para manifestações dos participantes, ampliando o diálogo entre governo, setor produtivo e entidades representativas. As manifestações destacaram gargalos, especialmente quanto a celeridade nos processos de prestação de serviços públicos, de modo a reduzir entraves que impactam diretamente a atividade produtiva.

Nova Agenda

A Agenda Brasil Mais Competitivo foi apresentada como resultado do trabalho desenvolvido nos últimos anos, especialmente na seleção das propostas que integram a carteira. Dentro do processo foram identificadas melhorias e aprimoramentos regulatórios a fim de enfrentar entraves concretos ao ambiente de negócios e que possam contribuir para o aumento da competitividade da economia brasileira.

A construção da nova carteira se deu por meio de consulta pública que contabilizou mais de 270 contribuições, resultando em novas propostas prioritárias, que se somam aos projetos remanescentes do ciclo anterior e devem ser implementadas ao longo do próximo período.

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Assim, a nova Agenda está na etapa de desenho e validação, em conjunto com os ministérios setoriais, dos planos de ação de cada projeto da carteira.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços

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