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Wellington César Lima e Silva e Paulo Gonet ampliam diálogo sobre o sistema de Justiça
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Brasília, 28/01/2026 – Nesta quarta-feira (28), o ministro da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Wellington César Lima e Silva, se reuniu com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, para tratar de temas de interesse do sistema de Justiça. O encontro foi realizado na sede da Procuradoria-Geral da República (PGR), na capital federal, e teve como foco o fortalecimento do diálogo institucional entre os órgãos.
O encontro integra uma série de compromissos do ministro voltados à ampliação da articulação entre as instituições que compõem o sistema de Justiça brasileiro. Nesse contexto, a agenda reforça a importância da interlocução permanente como instrumento para a construção de soluções conjuntas e para o aprimoramento da atuação coordenada do Estado.
A visita de Wellington César Lima e Silva à PGR também sinaliza o compromisso do Ministério da Justiça e Segurança Pública com o fortalecimento do Estado Democrático de Direito, a defesa da ordem jurídica e o desenvolvimento de ações integradas voltadas à manutenção da segurança pública e ao enfrentamento do crime organizado.

- Encontro integra uma série de compromissos do ministro voltados à ampliação da articulação entre as instituições que compõem o sistema de Justiça brasileiro. Foto: Leobark/SECOM/PGR
Fortalecimento da articulação institucional
Ao aprofundar a cooperação com a Procuradoria-Geral da República, o MJSP reafirma a centralidade da atuação integrada entre as instituições da República, especialmente diante dos desafios impostos à efetividade do sistema de Justiça. A cooperação permanente entre o MJSP e a PGR é considerada fundamental para o aperfeiçoamento das políticas públicas de segurança, para o fortalecimento institucional e para a promoção de respostas mais eficazes às demandas da sociedade.
As frentes de atuação integradas entre os órgãos seguem orientadas pelos princípios constitucionais, reforçando o compromisso das instituições com a legalidade, a estabilidade institucional e a proteção da cidadania.
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Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados
As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop.
A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.
A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação.
Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares.
Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná.
Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo.
O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)
Fonte: Ministério da Educação


