VÁRZEA GRANDE
Educação inicia período de renovação de matrícula dos alunos da rede municipal de Várzea Grande
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A Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer inicia nesta segunda-feira, 10, o período de renovação das matrículas dos alunos da rede municipal de Várzea Grande, o período de matrícula vai até o dia 14 de novembro e pode ser feito diretamente nas unidades escolares pelos pais ou responsáveis.
De acordo com o secretário Igor Cunha, no dia 10, a renovação será para os alunos da Educação Infantil, de 4 e 5 anos, no dia 11 será para os alunos do 1º e 2º ano, no dia 12, as matrículas serão para os alunos do 3º ano e no dia 13, as matrículas serão para os alunos do 4º ano.
No dia 14 será o último prazo para pais ou responsáveis que não conseguiram renovar a matrícula no período previsto. O secretário recomenda a observação das datas para evitar transtornos de última hora.
O horário de atendimento nas unidades escolares para a renovação das matrículas será, no período matutino, das 8 às 11h e no período vespertino, das 13 às 17h. Para a renovação da matrícula será necessário que pais ou responsáveis apresentem um comprovante de residência atualizado.
O setor de Legislação e Normas da Secretaria de Educação alerta que, o não comparecimento dos pais ou responsáveis pelos alunos nos dias estabelecidos para a realização da renovação das matrículas, pode acarretar a perda da vaga e
consequentemente, uma nova inscrição teria que ser realizada para concorrer às nova vagas abertas no próximo ano letivo.
NOVAS VAGAS – A Secretaria de Educação, Cultura, Esporte e Lazer vai disponibilizar as inscrições online para novas vagas na rede municipal de 25 a 28 de novembro. As inscrições poderão ser feitas nesse período no Portal da Prefeitura, no ícone ‘Matrícula Web’.
Atualmente a rede pública de ensino atende cerca de 33.600 alunos matriculados em 97 unidades escolares de Várzea Grande.
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Afroteca inspira expansão do acervo negro nas bibliotecas de Várzea Grande
O sucesso da Afroteca, inaugurada recentemente na Biblioteca Pública Municipal Professora Laurinda Coelho Pereira, em Várzea Grande, já inspira uma nova etapa do projeto: a ampliação do acervo para outros equipamentos públicos de leitura do município.
Criada por meio de uma parceria entre a Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL), e o Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial (CMPIR/VG), a Afroteca foi inaugurada no dia 10 de setembro e reúne um acervo dedicado à história, à cultura, à memória e à produção intelectual negra.
A proposta agora é descentralizar esse conhecimento e ampliar o acesso de crianças, adolescentes e moradores a obras que apresentam diferentes perspectivas sobre a população negra, suas trajetórias, conquistas, personagens e contribuições para a sociedade.
Segundo a superintendente de Cultura, Lu Arruda, a ampliação será realizada de acordo com o perfil de cada equipamento. Na Biblioteca Inhazinha, por exemplo, o foco será o público infantojuvenil, que possui grande circulação no espaço.
“Como temos um público infantojuvenil muito grande e uma rotatividade bastante significativa de crianças e adolescentes, vamos levar para lá acervos voltados especificamente para esse público. A linguagem precisa conversar com essas idades e despertar o interesse pela leitura”, explicou Lu Arruda.
O projeto também deverá chegar ao Centro Cultural, que receberá um ponto de leitura com obras diversificadas. A intenção é que a Afroteca esteja presente ainda no futuro Céu da Cultura, previsto para a região do Chapéu do Sol, que contará com uma nova biblioteca, além de espaços para teatro, audiovisual e outras atividades culturais.
“A Afroteca também estará presente no Céu da Cultura. Será uma biblioteca muito ampla, com acervo atualizado e diversos espaços para atender a população”, destacou a superintendente.
A expansão não ficará restrita ao acervo sobre cultura negra. A proposta da Superintendência de Cultura é aproveitar os equipamentos de leitura para valorizar também a história e a identidade dos diferentes bairros e regiões de Várzea Grande.
A iniciativa pretende aproximar o leitor da própria realidade. Ao encontrar na biblioteca histórias sobre seu bairro, sua comunidade, sua cultura e pessoas que fazem parte daquela trajetória, o morador passa a reconhecer o espaço público de leitura também como um lugar de pertencimento.
Para a secretária municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, Maria Fernanda Figueiredo, ampliar o acesso aos livros e incentivar a leitura desde os primeiros anos é uma responsabilidade que precisa ser assumida pelo poder público.
“Valorizar a leitura desde a infância é investir na formação de cidadãos mais conscientes, curiosos e preparados para compreender o mundo ao seu redor. E essa formação também passa pela possibilidade de nossas crianças e adolescentes encontrarem nos livros diferentes histórias, culturas e personagens nos quais possam se reconhecer. É uma obrigação do poder público estar atento a essa questão e criar cada vez mais oportunidades de acesso à leitura e ao conhecimento”, destacou Maria Fernanda.
A secretária ressalta ainda que a política de leitura precisa estar presente não apenas nas escolas, mas também nos espaços culturais e bibliotecas, ampliando as possibilidades de acesso aos livros para toda a comunidade.
Afroteca ganha novos caminhos após reconhecimento do público
A decisão de ampliar o projeto surgiu após a receptividade positiva durante a inauguração da Afroteca na Biblioteca Laurinda Coelho Pereira. Para Lu Arruda, o resultado mostrou que havia uma demanda por representatividade dentro dos equipamentos públicos.
“Foi um sucesso. As pessoas se sentiram representadas dentro da biblioteca. Esse é o diferencial: quando conseguem se conectar com um equipamento público, percebem que aquele espaço também pertence a elas”, afirmou.
Com a ampliação, a Prefeitura pretende transformar a Afroteca em uma rede de acesso à história, à cultura e à literatura negra, conectando diferentes regiões de Várzea Grande e fortalecendo as bibliotecas e os pontos de leitura como espaços de conhecimento, identidade e pertencimento.
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