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7ª Corrida do Judiciário: servidores destacam evento como incentivo à qualidade de vida
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A 7ª edição da Corrida do Judiciário será realizada no dia 9 de novembro, com largada às 6h, e chegada em frente ao Fórum de Cuiabá. A iniciativa, voltada à promoção da saúde e do bem-estar, tem sido avaliada por servidores e servidoras do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) como um importante incentivo à adoção de hábitos saudáveis e à melhoria da qualidade de vida, além de fortalecer o espírito de integração entre colegas e a comunidade.
O analista aposentado do TJMT José Macias Júnior já confirmou presença. Praticante de caminhada e outras atividades físicas, ele ressalta que a corrida traz benefícios ao corpo e à mente e reconhece a importância do incentivo institucional a práticas saudáveis.
A assessora jurídica Thaynã Couto, que participará pela terceira vez, destaca os ganhos progressivos do treinamento: “O processo é longo, mas a cada dia a gente evolui um pouquinho mais. Os treinos vão ajudar a respirar um pouquinho melhor ou a não parar, correr o tempo inteiro, principalmente no percurso que tem algumas subidas e é bem desafiador”.

Autor: Bruno Vicente
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
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Condenação por duplo homicídio qualificado e organização criminosa
O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, nesta quarta-feira (5), Gabriel Brites de Morais pelos crimes de participação em organização criminosa armada e pelo duplo homicídio triplamente qualificado de Lucas Mendonça Neves, de 17 anos, e Luiz Fernando Ribeiro Batista, de 29 anos. A pena fixada foi de 45 anos e 9 meses de reclusão, acolhendo integralmente os pedidos do Ministério Público. O crime ocorreu na noite de 27 de agosto de 2025, no interior de uma comunidade terapêutica localizada no bairro Treze de Setembro, em Várzea Grande. Segundo a acusação, o réu, agindo em concurso com outros criminosos, invadiu o local e executou as vítimas por elas integrarem uma facção rival. O homicídio foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a reação defensiva das vítimas. Durante o julgamento, o Ministério Público demonstrou que a execução fazia parte da disputa entre facções criminosas pelo domínio territorial e do cumprimento de ordens da organização criminosa, reforçando que o assassinato representou um típico “tribunal do crime”, mecanismo utilizado para impor o terror e eliminar integrantes de grupos rivais. As investigações apontaram que homens armados invadiram a clínica de recuperação, renderam os internos e conduziram as vítimas para o quintal, onde efetuaram diversos disparos de arma de fogo. O caso teve grande repercussão em Mato Grosso em razão da violência empregada e da ligação direta com a guerra entre facções criminosas. Ao final da sessão, os jurados reconheceram a responsabilidade de Gabriel Brites de Morais por todos os crimes narrados na denúncia, acolhendo integralmente a pretensão da Promotoria de Justiça. Com a condenação, o Tribunal do Júri reafirmou a resposta da sociedade diante da escalada da violência promovida por organizações criminosas e da utilização de execuções como instrumento de controle e intimidação da população.
Fonte: Ministério Público MT – MT


