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Atleta de Jiu-Jitsu da Rotam conquista medalha de ouro em campeonato europeu

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O atleta Túlio Filho, de 17 anos, conquistou a medalha de ouro e o título de Campeão Europeu de Jiu-Jitsu, em competição realizada, nesta quarta-feira (21.1), em Lisboa, Portugal, pela Confederação Internacional de Jiu-Jitsu (IBJJF). Desde os 8 anos de idade, Túlio integra o projeto social do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), da Polícia Militar de Mato Grosso.

Essa foi a segunda vez do atleta representando o Estado na Europa, em 2025 Túlio ficou em segundo lugar na categoria “adulto meio pesado”. O jovem relatou o quanto a prática esportiva foi um divisor de águas na sua vida.

“O jiu-jitsu transformou a minha vida completamente. O esporte me ensinou a ter disciplina e seguir um caminho certo na minha própria vida. O jiu-jitsu Rotam foi um grande divisor de águas, pois eu consegui realizar meus sonhos. Foi a minha segunda vez vindo a Europa e consegui conquistar o título de campeão europeu que eu sempre almejava. Só tenho agradecer aos instrutores, meus pais e amigos pelo apoio e incentivo”, declarou Túlio Filho.

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O comandante do Batalhão de Rotam, tenente-coronel Fábio Alves Ribeiro, enfatizou que a vitória representa não apenas o talento individual do atleta, mas também o resultado de um trabalho contínuo de formação esportiva, disciplina e cidadania promovido pelo projeto social da unidade.

“A iniciativa tem transformado a vida de dezenas de jovens por meio do esporte, incentivando valores como respeito, superação e trabalho em equipe. Cada medalha conquistada é reflexo do compromisso da Rotam com o desenvolvimento humano e social. Ver um atleta formado dentro da nossa unidade alcançar o topo da Europa é motivo de orgulho para toda a corporação”, declarou tenente-coronel Fábio Alves Ribeiro.

Destaque internacional

Em 2024, o atleta Felipe Leonardo, integrante do projeto social de jiu-jitsu da Rotam, trouxe para o Estado dois importantes e grandes títulos internacionais conquistados em Roma, na Itália. Felipe garantiu medalhas de ouro no Open Roma e no Campeonato Europeu, da IBJJF.

Para o terceiro-sargento PM Victor Carvalho Paz, um dos coordenadores e professores do projeto, o resultado reforça a importância do esporte como instrumento de transformação social.

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“Cada medalha representa mais do que um resultado no tatame, é a conquista de jovens que acreditaram em um caminho de disciplina, respeito e superação. O projeto nasceu com o propósito de formar cidadãos, e ver esses atletas levando o nome da Rotam e de Mato Grosso a um campeonato internacional é motivo de muito orgulho para todos nós”, finalizou.

Fonte: Governo MT – MT

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MPMT participa de seminário nacional sobre educação inclusiva

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A promotora de Justiça Patrícia Eleutério Campos Dower, coordenadora adjunta do Centro de Apoio Operacional (CAO) de Educação do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), participou do 1º Seminário Nacional: Educação Especial Inclusiva, realizado nos dias 17 e 18 de junho, em Cuiabá. Promovido pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) e instituições parceiras, o evento reuniu mais de 700 participantes de todo o país para discutir estratégias voltadas à garantia do direito à educação das pessoas com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA), altas habilidades e superdotação.Representando o Ministério Público de Mato Grosso e a Comissão Permanente de Educação e Cultura do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais (CNPG), Patrícia Dower integrou a mesa de debates “A perspectiva pedagógica da educação especial inclusiva diante da centralidade do laudo e da judicialização”. O painel abordou os desafios enfrentados pelas redes de ensino para assegurar a inclusão escolar com foco no desenvolvimento e na aprendizagem dos estudantes, evitando que decisões pedagógicas sejam condicionadas exclusivamente à apresentação de laudos médicos.Durante os debates, especialistas destacaram a necessidade de fortalecer a atuação interinstitucional entre educação, saúde, assistência social, órgãos de controle e sistema de Justiça, de modo a construir soluções mais eficazes para os desafios da educação especial inclusiva. Também foi ressaltada a importância de que as avaliações pedagógicas realizadas pelas escolas ocupem papel central na definição das estratégias educacionais destinadas aos estudantes público-alvo da educação especial.Além de Patrícia Dower, participaram da mesa a presidente-executiva do Instituto Articule, Alessandra Gotti, que atuou como mediadora, a juíza do Trabalho Noemia Porto, a representante do Ministério da Educação Olga Freitas e a conselheira do Conselho Nacional de Educação (CNE) Mariana Rosa.Acessibilidade – Com o propósito de assegurar a participação plena e equitativa de todos os presentes, o seminário contou com a adoção de medidas voltadas à acessibilidade comunicacional. O Ministério Público de Mato Grosso distribuiu aos participantes a cartilha sobre Educação Inclusiva produzida pelo CAO de Educação e disponibilizou uma prancha de Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA), ampliando as possibilidades de interação, expressão e compreensão durante o evento.Como parte dessa estratégia, todos os palestrantes receberam orientações específicas para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual e baixa visão, abrangendo práticas como audiodescrição pessoal, verbalização de conteúdos apresentados visualmente, identificação prévia dos participantes em debates e outros cuidados relacionados à comunicação acessível. As iniciativas reforçaram o compromisso das instituições parceiras com a eliminação de barreiras comunicacionais e com a promoção da autonomia, da acessibilidade e da efetiva participação de todos os públicos.Carta de Cuiabá – O seminário foi encerrado com a formalização da Carta de Cuiabá pela Educação Especial Inclusiva: compromissos interfederativos e interinstitucionais, documento construído de forma colaborativa por representantes de diversas instituições. A carta estabelece 16 compromissos voltados ao fortalecimento das políticas públicas inclusivas e à garantia do direito à educação dos estudantes da educação especial em todo o país.Entre as diretrizes firmadas estão a realização de um levantamento nacional sobre os desafios da educação especial inclusiva, o fortalecimento do uso de dados educacionais para subsidiar políticas públicas, a implementação de estratégias de busca ativa de estudantes fora da escola, a criação de núcleos intersetoriais permanentes e a previsão de metas e recursos específicos para a área nos instrumentos de planejamento e orçamento dos entes federativos. Leia aqui a Carta de Cuiabá pela Educação Especial Inclusiva. Coordenado pelo conselheiro Antonio Joaquim, presidente da Comissão Permanente de Educação e Cultura do TCE-MT e coordenador do Gabinete de Articulação para a Efetividade da Política da Educação em Mato Grosso (Gaepe-MT), o seminário consolidou uma agenda nacional voltada ao aprimoramento das políticas de educação especial inclusiva. O documento resultante dos debates servirá como referência para a formulação, implementação e monitoramento de ações em diferentes estados e municípios brasileiros.Promovido pelo TCE-MT em parceria com o Gaepe-Brasil, Gaepe-MT, Instituto Articule, Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), Instituto Rui Barbosa (IRB) e Governo do Estado, o encontro reforçou o compromisso das instituições participantes com a construção de uma educação cada vez mais inclusiva, equitativa e acessível.(Com informações do TCE-MT).
Fotos: TCE-MT.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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