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Corpo de Bombeiros integra programa que agiliza atendimento a pacientes com suspeita de infarto

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) passou a integrar o Programa SOS Infarto APH, que tem como objetivo agilizar a assistência a pessoas com suspeita de infarto e ampliar as chances de recuperação por meio da identificação precoce dos sintomas e do encaminhamento rápido ao tratamento especializado.

Desenvolvido em parceria com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso (HCAC), o programa foi lançado na última sexta-feira (19.6), no HCAC, e entrou oficialmente em funcionamento nesta segunda-feira (22.6). Inicialmente, atenderá moradores de Cuiabá e Várzea Grande, com previsão de expansão para outros municípios futuramente.

Com a atuação integrada dos serviços de emergência e do Hospital Central, pessoas com sintomas sugestivos de infarto poderão ser encaminhadas diretamente para a unidade de referência, reduzindo o tempo entre os primeiros socorros e o início do tratamento. A medida também permite o acionamento antecipado dos profissionais especializados, garantindo mais agilidade na assistência.

Durante os atendimentos realizados pelo CBMMT e pelo Samu, os pacientes passam por avaliação clínica imediata e, sempre que possível, realizam eletrocardiograma (ECG) ainda no ambiente pré-hospitalar. As informações são compartilhadas com a equipe médica da unidade hospitalar antes mesmo da chegada do paciente, permitindo a análise antecipada dos exames e o preparo da estrutura necessária para o atendimento.

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O protocolo prevê o reconhecimento precoce de pessoas com dor torácica e outros sinais sugestivos de infarto, possibilitando o encaminhamento conforme critérios clínicos estabelecidos. A medida reduz o tempo para diagnóstico e tratamento, fator considerado decisivo para aumentar as chances de sobrevivência e diminuir possíveis complicações.

Além da atuação conjunta dos serviços de emergência, o Hospital Central conta com estrutura especializada para atendimento cardiológico, incluindo serviço de hemodinâmica, cirurgia cardíaca e equipes médicas preparadas para receber os casos encaminhados pelo protocolo.

De acordo com o comandante-geral do CBMMT, coronel BM Flávio Glêdson Vieira Bezerra, a implantação do programa representa um avanço para a rede de urgência e emergência em Mato Grosso, fortalecendo a integração entre os serviços de atendimento e ampliando o acesso da população ao tratamento especializado.

“A implantação do SOS Infarto APH fortalece a rede de urgência e emergência em Mato Grosso e amplia o acesso da população ao atendimento especializado em menor tempo, contribuindo para melhorar o prognóstico dos pacientes atendidos. Essa atuação integrada entre as instituições reforça nosso compromisso com a preservação da vida e com a prestação de um serviço cada vez mais eficiente à população”, afirmou.

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Em casos de suspeita de infarto, a orientação é acionar imediatamente os números de emergência 193, do Corpo de Bombeiros Militar, ou 192, do Samu. Quanto mais rápido o socorro for iniciado, maiores serão as chances de recuperação.

Fonte: Governo MT – MT

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MPMT participa de seminário nacional sobre educação inclusiva

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A promotora de Justiça Patrícia Eleutério Campos Dower, coordenadora adjunta do Centro de Apoio Operacional (CAO) de Educação do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), participou do 1º Seminário Nacional: Educação Especial Inclusiva, realizado nos dias 17 e 18 de junho, em Cuiabá. Promovido pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) e instituições parceiras, o evento reuniu mais de 700 participantes de todo o país para discutir estratégias voltadas à garantia do direito à educação das pessoas com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA), altas habilidades e superdotação.Representando o Ministério Público de Mato Grosso e a Comissão Permanente de Educação e Cultura do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais (CNPG), Patrícia Dower integrou a mesa de debates “A perspectiva pedagógica da educação especial inclusiva diante da centralidade do laudo e da judicialização”. O painel abordou os desafios enfrentados pelas redes de ensino para assegurar a inclusão escolar com foco no desenvolvimento e na aprendizagem dos estudantes, evitando que decisões pedagógicas sejam condicionadas exclusivamente à apresentação de laudos médicos.Durante os debates, especialistas destacaram a necessidade de fortalecer a atuação interinstitucional entre educação, saúde, assistência social, órgãos de controle e sistema de Justiça, de modo a construir soluções mais eficazes para os desafios da educação especial inclusiva. Também foi ressaltada a importância de que as avaliações pedagógicas realizadas pelas escolas ocupem papel central na definição das estratégias educacionais destinadas aos estudantes público-alvo da educação especial.Além de Patrícia Dower, participaram da mesa a presidente-executiva do Instituto Articule, Alessandra Gotti, que atuou como mediadora, a juíza do Trabalho Noemia Porto, a representante do Ministério da Educação Olga Freitas e a conselheira do Conselho Nacional de Educação (CNE) Mariana Rosa.Acessibilidade – Com o propósito de assegurar a participação plena e equitativa de todos os presentes, o seminário contou com a adoção de medidas voltadas à acessibilidade comunicacional. O Ministério Público de Mato Grosso distribuiu aos participantes a cartilha sobre Educação Inclusiva produzida pelo CAO de Educação e disponibilizou uma prancha de Comunicação Aumentativa e Alternativa (CAA), ampliando as possibilidades de interação, expressão e compreensão durante o evento.Como parte dessa estratégia, todos os palestrantes receberam orientações específicas para promover a inclusão de pessoas com deficiência visual e baixa visão, abrangendo práticas como audiodescrição pessoal, verbalização de conteúdos apresentados visualmente, identificação prévia dos participantes em debates e outros cuidados relacionados à comunicação acessível. As iniciativas reforçaram o compromisso das instituições parceiras com a eliminação de barreiras comunicacionais e com a promoção da autonomia, da acessibilidade e da efetiva participação de todos os públicos.Carta de Cuiabá – O seminário foi encerrado com a formalização da Carta de Cuiabá pela Educação Especial Inclusiva: compromissos interfederativos e interinstitucionais, documento construído de forma colaborativa por representantes de diversas instituições. A carta estabelece 16 compromissos voltados ao fortalecimento das políticas públicas inclusivas e à garantia do direito à educação dos estudantes da educação especial em todo o país.Entre as diretrizes firmadas estão a realização de um levantamento nacional sobre os desafios da educação especial inclusiva, o fortalecimento do uso de dados educacionais para subsidiar políticas públicas, a implementação de estratégias de busca ativa de estudantes fora da escola, a criação de núcleos intersetoriais permanentes e a previsão de metas e recursos específicos para a área nos instrumentos de planejamento e orçamento dos entes federativos. Leia aqui a Carta de Cuiabá pela Educação Especial Inclusiva. Coordenado pelo conselheiro Antonio Joaquim, presidente da Comissão Permanente de Educação e Cultura do TCE-MT e coordenador do Gabinete de Articulação para a Efetividade da Política da Educação em Mato Grosso (Gaepe-MT), o seminário consolidou uma agenda nacional voltada ao aprimoramento das políticas de educação especial inclusiva. O documento resultante dos debates servirá como referência para a formulação, implementação e monitoramento de ações em diferentes estados e municípios brasileiros.Promovido pelo TCE-MT em parceria com o Gaepe-Brasil, Gaepe-MT, Instituto Articule, Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon), Instituto Rui Barbosa (IRB) e Governo do Estado, o encontro reforçou o compromisso das instituições participantes com a construção de uma educação cada vez mais inclusiva, equitativa e acessível.(Com informações do TCE-MT).
Fotos: TCE-MT.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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