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Celulares de origem ilícita são recuperados pela Polícia Civil em Lucas do Rio Verde

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Policiais da Delegacia de Lucas do Rio Verde (354 km ao norte de Cuiabá) recuperaram, nesta semana, três aparelhos celulares produto de roubo e furtos ocorridos no município. As diligências fazem parte de um trabalho de combate a crime de receptação de aparelhos celulares de origem ilícita.

Um dos aparelhos foi localizado em posse de uma mulher, em uma residência, no bairro Jardim Amazonas. Questionada, a suspeita disse que o seu esposo adquiriu o celular com o irmão. O aparelho foi apreendido e o suspeito, que repassou o celular de origem ilícita, foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos.

Outro aparelho celular produto de furto foi encontrado em poder de uma adolescente, de 17 anos. Questionada, a menor disse que comprou o aparelho de um usuário de drogas pelo valor de R$100. Considerando que ela era menor de idade, os investigadores acionaram os pais da menor, que a acompanharam até a delegacia, onde foi ouvida sobre os fatos.

O terceiro celular, produto de roubo, também foi localizado com uma jovem de 18 anos, sendo relatado que o aparelho foi comprado por sua mãe em uma loja de produtos para celulares. A mãe da jovem foi ouvida na delegacia e confirmou as informações.

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As investigações seguem em andamento para recuperação de outros aparelhos celulares de origem ilícita, assim como para esclarecimento de roubos e furtos ocorridos no município.

Fonte: Governo MT – MT

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Escola Institucional lança projeto sobre IA nesta sexta-feira em Cáceres

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O Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), em parceria com o Centro de Apoio Operacional de Defesa de Dados Pessoais e Inteligência Artificial (CAOIA), lança, nesta sexta-feira (28), o projeto “Diálogos com a Inteligência Artificial – Da rotina das Promotorias às soluções possíveis”. A ação passa a integrar a programação das reuniões de polo promovidas pela Procuradoria-Geral de Justiça, tendo como ponto de partida o encontro que será realizado em Cáceres (a 225 km de Cuiabá). A primeira edição será conduzida pelo promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto.A proposta é aproximar membros e servidores das principais ferramentas de inteligência artificial generativa disponíveis atualmente, demonstrando aplicações práticas voltadas à atividade ministerial e incentivando a cultura de inovação no âmbito institucional.Com formato itinerante, o projeto acompanhará as reuniões de polo realizadas em diferentes regiões do estado, oferecendo uma capacitação introdutória e prática sobre o uso responsável da inteligência artificial no contexto do Ministério Público. A expectativa é fomentar a troca de experiências, ampliar o conhecimento sobre as novas tecnologias e apresentar soluções capazes de contribuir para a produtividade, a organização das informações e o aperfeiçoamento das rotinas de trabalho.A programação abordará conceitos fundamentais da inteligência artificial generativa, o funcionamento dos modelos de linguagem de grande escala (LLMs), suas potencialidades e limitações, além de técnicas para elaboração de comandos e prompts mais eficientes. Os participantes também conhecerão ferramentas amplamente utilizadas no mercado, como Microsoft 365 Copilot, Claude, Gemini e NotebookLM, explorando recursos voltados à pesquisa, análise documental, elaboração e revisão de textos e criação de assistentes personalizados.A capacitação foi estruturada com foco na aplicação prática dos conhecimentos ao cotidiano das Promotorias de Justiça. Além da apresentação dos conceitos e ferramentas, os participantes realizarão atividades voltadas à resolução de demandas reais dos gabinetes, experimentando diferentes funcionalidades e identificando possibilidades de uso em tarefas recorrentes. Entre os temas previstos estão a sistematização de informações, a organização de estudos, a análise de documentos extensos e o desenvolvimento de soluções personalizadas para apoio às atividades institucionais.Conforme o coordenador do Ceaf, promotor de Justiça Caio Márcio Loureiro, além dos aspectos tecnológicos, o projeto dará destaque ao uso ético, crítico e seguro da inteligência artificial. Nesse sentido, a formação reforçará orientações sobre proteção de dados pessoais, sigilo funcional, confidencialidade das informações e a indispensável supervisão humana de todo conteúdo produzido com o auxílio dessas ferramentas, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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