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Censo do Poder Judiciário: Participação é sigilosa e segura

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Os questionários do 2º Censo do Poder Judiciário, realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), podem ser respondidos até o dia 30 de junho. O objetivo é traçar o perfil e ouvir a opinião de magistrados, magistradas, servidores e servidoras de todos os Tribunais e Conselhos que compõem o Poder Judiciário. O CNJ assegura que a participação é sigilosa e segura.
 
O participante informa o CPF antes de preencher o questionário apenas para comprovar que é integrante do Poder Judiciário e que sua resposta será computada uma única vez.
 
Com base no diagnóstico que será produzido, o CNJ poderá desenvolver políticas públicas voltadas à melhoria das condições de trabalho e ao aprimoramento da prestação jurisdicional.
 
Os questionários podem ser acessados pelo link https://www.cnj.jus.br/censo-do-poder-judiciario mediante a entrada do código único de acesso de seu Tribunal.
 
Com a realização do Censo, o CNJ busca subsídios que vão orientar as políticas e ações dirigidas às pessoas que trabalham nas unidades judiciárias do país e consequentemente aperfeiçoar a prestação dos serviços à sociedade.
 
Nos questionários deste ano foram inseridas questões sobre saúde mental, assédio, discriminação, violência ou ameaça sofrida pelos magistrados em decorrência da atuação jurisdicional e violência doméstica.
 
O tempo de preenchimento dos questionários estimado pelo Departamento de Pesquisas Judiciárias do CNJ (DPJ) é de cinco a dez minutos. Para a magistratura, são 63 perguntas, enquanto servidores e servidoras lidarão com 48 questões – nos dois casos, as respostas são objetivas, de múltiplas escolhas.
 
Sigilo – O uso do CPF para acesso aos questionários visa proteção e restrição. As respostas são anônimas, sigilosas e em nenhuma hipótese será realizado cruzamento de informações de forma a identificar respondentes, como determina a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A divulgação dos resultados será apenas no formato de dados agregados.
 
Com informações do CNJ
Coordenadoria de Comunicação Social da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Polícia Civil prende jovem suspeito de estelionato em Rondonópolis

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Rondonópolis (Derf), realizou, nesta sexta-feira (8.5), a prisão em flagrante de um jovem de 19 anos pelo crime de estelionato qualificado mediante fraude eletrônica. Durante a ação, parte do valor transferido pela vítima foi recuperado pelos policiais civis.

O trabalho investigativo teve início após o registro do boletim de ocorrência. A vítima, um homem de 38 anos, relatou que visualizou, em um marketplace na internet, o anúncio da venda de um aparelho celular iPhone e iniciou negociação com o suspeito por telefone.

Durante a negociação, o investigado afirmou residir no município de Primavera do Leste e combinou que uma mulher, apresentada como sua irmã, entregaria o aparelho em uma loja onde o primo da vítima faria a conferência do produto.

Depois da avalição do aparelho, considerado em bom estado, a vítima realizou uma transferência via pix no valor de R$ 2 mil para a conta indicada pelo suspeito. Após o recebimento do valor, o investigado interrompeu o contato, deixando de responder mensagens e chamadas telefônicas realizadas pela vítima.

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Assim que tomaram conhecimento dos fatos, os policiais civis da Derf iniciaram diligências investigativas e ações de monitoramento para identificar e localizar o autor do crime.

Com base nas informações levantadas ao longo da investigação, as equipes passaram a realizar vigilância em dois endereços vinculados ao suspeito. Em determinado momento, o jovem saiu de uma das residências monitoradas e foi abordado pelos investigadores.

O suspeito confessou a prática do golpe, relatando que dos R$ 2 mil recebidos da vítima ainda possuía parte do dinheiro, afirmando ter utilizado o restante para quitar dívidas pessoais.

Diante das evidências, o homem foi conduzido à Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Rondonópolis, onde foi autuado em flagrante pelo crime de estelionato qualificado mediante fraude eletrônica, permanecendo à disposição da Justiça.

A Polícia Civil reforça que as ações de investigação e repressão aos crimes patrimoniais seguem sendo intensificadas em Rondonópolis, especialmente no combate aos golpes praticados por meio eletrônico, com foco na identificação dos autores, recuperação de valores subtraídos e responsabilização criminal dos envolvidos.

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Fonte: Governo MT – MT

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