MATO GROSSO
Condenado por homicídio é preso pela Polícia Militar com arma de fogo furtada
MATO GROSSO
Policiais militares do 9º Batalhão prenderam, no começo da tarde desta terça-feira (13.08), um foragido da Justiça pelo crime de homicídio, em Cuiabá. O criminoso, de 33 anos, foi localizado no bairro Pedra 90. Com ele, a PM apreendeu uma pistola carregada com 13 munições.
Após receber informações sobre a localização de um suspeito com mandado de prisão em aberto, a equipe do 9º BPM se deslocou ao bairro Pedra 90 e realizou abordagem ao homem na frente de sua residência.
Na verificação dos seus documentos, a PM confirmou que ele estava com um mandado de prisão pelo crime de homicídio, expedido pela Vara Criminal de Cuiabá, neste ano.
Em depoimento aos militares, o criminoso também informou possuir uma arma de fogo dentro da casa. Os policiais realizaram buscas no imóvel e localizaram uma pistola de calibre 380 carregada com 13 munições, que estava escondida dentro de uma caixa de descarga.
Em verificação ao objeto, foi constatado que a arma era furtada da Polícia Militar do Estado do Piauí. Questionado sobre o fato, o criminoso afirmou que teria comprado a arma, sem dar mais informações.
Por fim, o homem teve sua prisão cumprida, foi conduzido para a Central de Flagrantes para registro da ocorrência e entregue à Polícia Judiciária Civil.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Novo equipamento da Politec acelera análises de vestígios de crimes sexuais
Novo equipamento de alta tecnologia foi destinado à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para acelerar as análises periciais de DNA forense de crimes sexuais feitas pela instituição.
Denominado QIAcube Connect, o aparelho realiza a extração diferencial, que consiste na separação da mistura de DNA contido nas células espermáticas do DNA presente no corpo da vítima da qual foi realizada a coleta para exames.
Na prática, isso significa que mais amostras genéticas serão processadas em menos tempo, com menos ocorrência de erros humanos e menos chance de contaminações decorrentes de manipulação, agilizando assim a emissão de laudos periciais.
O investimento em tecnologias para o processamento de amostras de crimes sexuais é peça vital no enfrentamento à violência contra a mulher, através da obtenção de evidências forenses, as quais são essenciais para a investigação, condenando agressores e inocentando os não envolvidos.
A obtenção de um perfil genético a partir de vestígios criminais é o objetivo final do processamento laboratorial realizado pela Diretoria Metropolitana de Laboratório Forense, sendo que diversas etapas anteriores, técnicas e equipamentos são necessários.
Conforme a coordenadora de perícias de Biologia Molecular, Rosângela Ventura, antes, o procedimento de lavagem diferencial era feito manualmente, o que restringia a capacidade de processamento de apenas de quatro a seis amostras por vez. “Este método demanda várias horas de trabalho e a supervisão constante de um perito forense com destreza e habilidade para a realização do método. A implementação do equipamento permite o processamento de 12 amostras em apenas 90 minutos, sem a necessidade de supervisão constante por um profissional. Essa automação não apenas reduz significativamente o tempo necessário para análise, mas também minimiza as chances de erros”, explicou a perita.
Rosângela pontua, ainda, que foram observados uma redução substancial no tempo de processamento das amostras de crimes sexuais, encurtando-o em até três horas, além de resultados de alta qualidade.
“Cerca de 300 amostras processadas no laboratório são de vestígios de crimes sexuais. Sendo assim, quando falamos de ganho de três horas com o suporte do equipamento, que antes era limitada pelo trabalho humano, nós estamos falando de ampliar essa tecnologia para toda a nossa demanda relacionada aos vestígios de crimes sexuais que possam conter material espermático, que representa a maioria das nossas buscas por DNA no setor”, analisou.
O equipamento teve o custo de cerca de R$ 250 mil e foi adquirido com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública.
Fonte: Governo MT – MT
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