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Corregedoria capacita servidores da Central de Processamento Eletrônico em liderança e gestão

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A Corregedoria-Geral da Justiça do Poder Judiciário de Mato Grosso segue apostando na capacitação do público interno para oferecer à sociedade um serviço cada vez melhor. Nesta quinta-feira (06/07), foi realizado o encerramento do Curso Liderança Eficaz de Pessoas e Processos para servidores da Central de Processamento Eletrônico (CPE) – Módulo 2, na Escola dos Servidores do Poder Judiciário, em Cuiabá.
 
Ao todo 22 servidores da CPE participaram da capacitação, que teve duração de quatro dias, sendo que o primeiro módulo foi realizado entre os dias 19 e 21 de junho, e o segundo módulo foi finalizado hoje (06/07).
 
O corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva, destacou a importância da Central de Processamento Eletrônico na inovação pela qual o judiciário passa. “A CPE já é reconhecida como o ‘superpoder’ do Judiciário de Mato Grosso. Onde tem problema, envia ela, que ela resolve! E esperamos com essa capacitação contribua para fortalecer ainda mais a Central”, pontuou.
 
O coordenador da Corregedoria, Flávio de Paiva Pinto, complementou que inciativas como essas têm um impacto direto na eficiência do sistema judicial, refletindo em uma justiça ágil, acessível e de qualidade para a sociedade. “A CPE é composta por equipes especializadas, que atendem várias unidades judiciárias e são esses servidores, que lideram essas equipes que estão participando deste curso. Esperamos que todos tenham aproveitado ao máximo essa oportunidade”, disse.
 
Segundo o facilitador do módulo 2, Carlos Melo, o foco neste último momento foi no gerenciamento de processos e indicadores de desempenhos. “O objetivo é melhorar a forma de atendimento dos clientes internos e externos e entender os processos para organizá-los de uma maneira a oferecer um serviço com mais excelência. Antes de tudo é preciso entender a necessidade daquilo que precisa ser feito, o objetivo final e caminhar para que isso aconteça”, afirmou.
 
Para a gestora judiciária da CPE, Kátia Valéria de Arruda, essa capacitação foi muito importante tanto na parte de gestão de pessoas como na gestão dos processos. “Já possuímos os nossos processos, mas foi uma chance de termos uma visão administrativa, de nos organizarmos melhor para uma entrega com mais eficiência e, consequentemente, nos ajudar a atingir as nossas metas”.
 
Mesmo pensamento da gestora judiciária CPE, Amanda Perri. “Uma oportunidade maravilhosa para sermos líderes mais assertivos sem deixar de lado uma gestão humanizada. E como trabalhamos com equipes especializadas, em unidades judiciárias diferentes, também foi um momento de alinharmos os processos para uma entrega ainda melhor e uma equipe mais coesa”, finalizou.
 
CPE – A Central exerce importante papel no contexto jurisdicional do Poder Judiciário. É uma ferramenta de modernização, acessibilidade, celeridade e eficiência na entrega de qualidade técnica dos trabalhos executados pelos servidores, com a efetiva prestação jurisdicional. Ela foi criada oficialmente pela Lei estadual nº 11.126, de 12 de maio de 2020, com a finalidade de atuar no apoio direto à atividade jurisdicional, por meio da alocação dinâmica da mão de obra às unidades judiciárias de Primeiro Grau de jurisdição, e seu funcionamento é regulamentado pela Resolução do Órgão Especial do TJMT nº 09/2020.
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem foto 1 – O corregedor, desembargador Juvenal Pereira está em pé, ele fala ao microfone aos presentes. Ele está de terno preto, camisa azul e gravata amarela.
 
Larissa Klein
Assessoria de imprensa CGJ/TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Corregedoria desenvolve automação para tornar decisões judiciais mais uniformes

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Captura de tela do sistema PJe (Processo Judicial Eletrônico). À esquerda, lista com vários processos; à direita, painel de A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT), por meio do Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (DAPI), está desenvolvendo uma série de automações voltadas à modernização das rotinas judiciais da Primeira Instância.

A primeira delas é uma ferramenta que utiliza inteligência artificial para identificar automaticamente processos que podem estar relacionados a precedentes qualificados, entendimentos já consolidados pelos tribunais sobre processos semelhantes. A inciativa contribui para a uniformização da jurisprudência e para maior eficiência na gestão processual.

Chamada de LegalFlow, a solução faz a leitura da petição inicial logo após a distribuição no Processo Judicial Eletrônico (PJe) e compara seu conteúdo com uma base de dados de precedentes qualificados. Quando a ferramenta identifica possível correspondência, o sistema cria no PJe uma tarefa denominada “Analisar Precedentes”, permitindo que o usuário avalie a sugestão apresentada pela inteligência artificial.

Na tela, o magistrado ou assessor visualiza um resumo da petição inicial, o precedente identificado e informações sobre o grau de similaridade entre os temas. Caso concorde com a indicação, pode vincular uma etiqueta ao processo para facilitar sua identificação e tratamento. Se entender que não há relação entre o caso concreto e o precedente apontado, basta encerrar a tarefa e o processo segue sua tramitação normal.

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Segundo o diretor do DAPI, Guilherme Schultz, a iniciativa busca enfrentar um desafio recorrente da atividade jurisdicional, a identificação de demandas submetidas a precedentes qualificados.

“Atualmente essa análise exige consultas em diferentes bases de dados e fontes de informação, o que impacta tanto no tempo necessário para pesquisa como na qualidade das respostas. Com a automação, conseguimos agilizar esse trabalho, favorecer a uniformização da jurisprudência e contribuir para uma gestão mais eficiente dos processos”, explica.

Nesta primeira etapa, a ferramenta está voltada à identificação de processos relacionados aos Incidentes de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDRs), mecanismo utilizado pelos tribunais para uniformizar o entendimento sobre questões jurídicas que se repetem em diversas ações.

A gestora administrativa do DAPI, Milena Valle Rodrigues, explica que a ferramenta vem sendo utilizada em processos que tramitam nas Varas com competência em Fazenda Pública em todo o Estado. A expectativa, segundo ela, é que a solução seja disponibilizada para todas as unidades judiciais a partir de agosto.

“Também estamos trabalhando na expansão da base de consulta. Até o fim do mês, a ideia é incluir precedentes qualificados do Supremo Tribunal Federal, o STF, e do Superior Tribunal de Justiça, o STJ. Ampliando o alcance da automação e o suporte oferecido às unidades judiciais”, detalha.

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Autor: Larissa Klein

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Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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