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Detran orienta alunos de 18 escolas de Cuiabá e Várzea Grande sobre segurança no trânsito

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Alunos de 18 escolas públicas e particulares de Cuiabá e Várzea Grande receberam orientações da equipe da gerência de Ações Educativas do Detran-MT para a adoção de comportamentos mais seguros no trânsito. A ação faz parte da campanha “Volta às Aulas 2022 – Juntos Salvamos Vidas”, promovida pelo Detran-MT, com apoio do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar. 

Com o objetivo de reforçar a mensagem de um trânsito mais seguro, a equipe do Detran estampou cartazes com frases sobre  os riscos do uso de celular e direção, transporte de crianças em motocicleta e no banco traseiro, importância do uso do cinto de segurança e da travessia na faixa de pedestres. Também foram abordados temas como paradas de veículos em locais proibidos, em frente à escola ou nos arredores.

Durante a abordagem educativa, as crianças foram orientadas a atravessar a rua sempre na faixa de pedestre e ensinadas a como sinalizar sua intenção antes de atravessar a rua, para fazer a travessia em segurança.

Dona Eva Maria de Paula, mãe de um aluno da Escola Municipal de Educação Básica Lenine de Campos Povoas, em Cuiabá, enalteceu a iniciativa do Detran. “A rua em frente à escola passa muitos carros e têm muitas crianças circulando, sem nenhuma orientação de segurança. Hoje tivemos essa ótima abordagem educativa do Detran”.  

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A gerente de Ações Educativas do Detran-MT, Gresiella Almeida, frisa que a  ação foi importante para reavaliar a questão do trânsito nas vias próximas às unidades escolares. O papel da gerência é mostrar para a população a importância de transitar e trafegar de forma correta para garantir um trânsito mais seguro a todos

“Percebemos muitas infrações, falta de conscientização dos motoristas, principalmente quanto à velocidade do veículo ao entrar na rua, ocupantes sem o cinto de segurança e falta de uso dos equipamentos como cadeirinha e assento de elevação para as crianças”.

Segundo a gerente, as ações educativas deverão ser levadas também para dentro das escolas. “A ideia é levar orientações sobre o trânsito não somente aos alunos, mas também aos pais e todo o corpo docente das unidades escolares”. 

O Detran-MT reforça que está disponível para realização de atividades e ações educativas nas escolas. As solicitações podem ser enviadas por e-mail ([email protected]) e serão atendidas conforme a possibilidade da demanda.

Fonte: GOV MT

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Júri condena quatro réus por execução ligada a facção

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O Tribunal do Júri de Sorriso condenou, nesta terça-feira (1º), Alison Antônio Silva Vieira, Max Matos de Sousa, Eduardo Vieira da Conceição e Willian da Silva Soares pelo assassinato de Maurício dos Santos Silva de Araújo, ocorrido em janeiro de 2024.Os quatro foram condenados por homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver e corrupção de menores. Alison, Max e Eduardo também foram condenados por integrarem organização criminosa. As penas aplicadas aos quatro réus somam 110 anos de prisão.Segundo a investigação, o crime ocorreu em contexto de atuação do Comando Vermelho (CV) e foi motivado pela suspeita de que Maurício pertencesse ao Primeiro Comando da Capital (PCC), facção rival. A desconfiança surgiu a partir de uma tatuagem no peito da vítima, interpretada pelos envolvidos como indicativo de ligação ao grupo adversário.A partir dessa suspeita, Max, Willian e um adolescente conduziram Maurício à força para uma quitinete. No local, a vítima foi dominada e amarrada, passando a ser interrogada e agredida. Eduardo chegou à quitinete, também interrogou Maurício sobre a suposta ligação com a facção rival e ajudou nas agressões.Na sequência, o grupo levou Maurício para um terreno baldio, onde Alison se juntou aos demais e realizou uma chamada de vídeo com outros integrantes da organização criminosa, enquanto a vítima continuava sendo interrogada sobre sua suposta vinculação ao PCC. Ainda amarrado os faccionados bateram com pedaço de madeira na cabeça de Maurício que veio a óbito. O exame pericial apontou traumatismo craniano provocado por ação contundente como causa da morte.Após o homicídio, o corpo foi transportado e lançado no Rio Lira, em Sorriso, com a finalidade de ocultá-lo. Na manhã seguinte, o cadáver foi localizado preso a galhadas. Maurício estava amordaçado e com os pés amarrados. O Conselho de Sentença reconheceu que o homicídio foi praticado por motivo torpe, com emprego de meio cruel e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima. O motivo torpe decorreu do contexto de disputa entre facções criminosas e da suspeita de que Maurício pertencesse a um grupo rival. O meio cruel foi reconhecido em razão da sequência de submissão, interrogatórios e agressões imposta à vítima antes da morte. Já o recurso que dificultou a defesa decorreu das circunstâncias em que Maurício permaneceu amarrado, subjugado e em inferioridade diante do grupo.Os jurados também reconheceram os crimes de ocultação de cadáver, pelo lançamento do corpo no Rio Lira após o homicídio, e de corrupção de menores, em razão da participação de um adolescente na ação criminosa.Alison Antônio Silva Vieira foi condenado a 36 anos de prisão pelos crimes de homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, organização criminosa e corrupção de menores.Max Matos de Sousa e Eduardo Vieira da Conceição foram condenados pelos mesmos crimes, cada um à pena de 25 anos e 10 meses de prisão.Willian da Silva Soares foi condenado a 22 anos e quatro meses de prisão por homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver e corrupção de menores.Ao comentar o resultado do julgamento, o promotor de Justiça Luiz Fernando Rossi Pipino destacou a importância do enfrentamento institucional às organizações criminosas. “Não vamos admitir que organizações criminosas imponham suas próprias leis, promovam julgamentos clandestinos e decidam quem pode viver ou morrer. O Estado não pode recuar diante das facções. O enfrentamento ao crime organizado será firme, permanente e dentro da lei”, declarou.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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