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Dirigente nacional da CDL destaca ações do Estado: “MT tem elevado o nome do nosso país”

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O presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), José Costa, afirmou que as medidas tomadas pelo Governo de Mato Grosso – como equilibrar as contas e reduzir impostos – têm beneficiado todo o setor.

A declaração foi dada durante jantar promovido pela Federação da Câmara de Dirigentes Lojistas de Mato Grosso (FCDL-MT), na noite de terça-feira (24.05), que contou com a presença do governador Mauro Mendes.

“Fico orgulhoso vendo esses números de Mato Grosso, essas ações diferentes do que vemos em outros lugares. Mato Grosso tem elevado o nome do nosso país. Isso mostra trabalho, eficiência, dinamismo. Mostra a valorização desse setor que tanto trabalha e gera emprego”, pontuou.

De acordo com o presidente da FCDL-MT, David Pintor, a redução de impostos teve impacto positivo direto para todos os lojistas mato-grossenses.

No início do ano, foi reduzido o ICMS de itens como energia elétrica (de 27% para 17%), telecomunicações (de 30% para 17%), gás industrial (de 17% para 12%) e diesel (de 17% para 16%). Ao todo, mais de 140 impostos e taxas foram reduzidos ou isentados na atual gestão.

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“Reconhecemos o trabalho do Governo do Estado em reduzir o ICMS nos últimos meses. Isso trouxe impacto positivo para a nossa sociedade e para os nossos empresários. Todos consomem energia, consomem o combustível e fomos automaticamente impactados dentro das nossas empresas. Temos um estado competitivo agora” declarou.

Além da redução de impostos, o setor também comemorou a criação do fundo garantidor no valor de R$ 100 milhões, que permitirá aos pequenos e micro empresários obterem linhas de crédito nos bancos tendo o Estado como avalista. 

“São projetos como esse que trazem riqueza para todos. É usar o crédito como uma das grandes molas propulsoras do crescimento”, destacou o presidente do SPC Brasil, Roque Júnior. 

Também estiveram no evento: o senador Wellington Fagundes, a senadora Margareth Buzetti, o deputado estadual Dilmar Dal Bosco e o presidente da CDL Cuiabá, Célio Fernandes.

Fonte: GOV MT

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Estereótipos de gênero podem gerar injustiças no Direito de Família, alerta juíza

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Mulher de blazer preto fala ao microfone diante de plateia sentada. Ao fundo, telão com slide sobre campanha e banner do CEMULHER - Coordenadoria Estadual da Mulher“Não existe pai herói por fazer o que é sua obrigação, nem mãe menos dedicada por trabalhar fora”. A reflexão marcou a palestra da juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa, titular da 2ª Vara Especializada de Família e Sucessões de Cuiabá, durante a capacitação das Equipes Multidisciplinares das Varas Especializadas de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, realizada na tarde desta quarta-feira (15) pelo Poder Judiciário de Mato Grosso.
Com o tema “Estereótipos de Gênero no Direito de Família”, a magistrada chamou a atenção para a necessidade de psicólogos, assistentes sociais e demais profissionais reconhecerem e romperem padrões culturais que ainda influenciam decisões judiciais e atendimentos às mulheres em situação de violência.
Segundo a juíza Ana Graziela, a ideia de que a mulher deve ser sempre a principal cuidadora dos filhos, enquanto o homem ocupa exclusivamente o papel de provedor, ainda provoca julgamentos que podem comprometer a imparcialidade dos processos. “A gente não pode taxar as pessoas por um estereótipo. O pai não é herói por cuidar do filho, porque isso é obrigação. Da mesma forma, a mulher não deixa de ser uma boa mãe porque trabalha o dia inteiro ou conta com uma rede de apoio para cuidar das crianças”, afirmou.
Plateia sentada assiste palestra em auditório. Ao fundo, palestrante de preto fala ao microfone diante de telão com slide e banner do CEMULHER.Atendimento sem julgamentos
Durante a palestra, a juíza explicou que esses estereótipos podem resultar em violência processual, quando preconceitos e ideias pré-concebidas interferem na forma como mulheres são ouvidas, acolhidas e avaliadas pelo sistema de Justiça.
Ela destacou que é preciso evitar perguntas e conclusões que responsabilizem a vítima pela violência sofrida ou coloquem em dúvida sua credibilidade. “Não adianta essa mulher ser vítima em casa e, quando chega ao Fórum, sofrer um outro tipo de violência praticada pelo próprio poder público. Ela precisa encontrar acolhimento, não julgamento”, comentou.
Ao abordar a evolução histórica dos direitos das mulheres, Ana Graziela lembrou que muitos padrões sociais foram construídos ao longo dos séculos e ainda se refletem nas relações familiares e nas decisões judiciais. Por isso, defendeu que magistrados e equipes técnicas utilizem o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) como instrumento para reduzir vieses e garantir decisões mais justas.
Como mensagem final aos participantes, a magistrada reforçou que empatia e imparcialidade devem orientar a atuação de todos os profissionais que lidam com famílias e mulheres em situação de violência. “Precisamos quebrar os estereótipos de gênero. Um laudo deve ser construído sem julgamentos e baseado na realidade dos fatos. Quem trabalha com essas famílias precisa compreender o contexto em que elas vivem e atuar com empatia para evitar novas formas de violência”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

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Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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