MATO GROSSO
Em cinco meses, Detran-MT já atendeu mais de 60 mil pessoas via WhatsApp
MATO GROSSO
O Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT) já realizou mais de 60 mil atendimentos à população via WhatsApp, desde abril deste ano, quando o serviço foi disponibilizado aos cidadãos mato-grossenses.
O atendimento é feito pelo número (65) 99933-9318. O canal fornece respostas automáticas para as perguntas feitas com mais frequência pela população. Os cidadãos também podem interagir com um dos atendentes pelo aplicativo, para sanar suas dúvidas. Para falar com os atendentes, o horário de funcionamento é das 8h às 16h, de segunda a sexta-feira.
Segundo a gerente de Atendimento Virtual do Detran, Daniela Córdova, as informações mais solicitadas pelo WhatsApp são referentes a procedimentos de transferência de veículo, renovação de CNH, certidão de condutor, informações sobre agendamento de atendimento presencial, CNH Social, exame toxicológico, impedimentos de veículos, comunicação de venda, entre outros.
O presidente do Detran-MT, Gustavo Vasconcelos, ressalta que o uso da tecnologia vem para aprimorar o atendimento ao cidadão mato-grossense, proporcionando mais praticidade e agilidade no momento da busca de serviços e informações do Detran.
“O cidadão conta, hoje, com serviços do Detran de forma presencial, nas unidades da autarquia no interior do Estado, e de forma online, por meio do aplicativo MT Cidadão. Também consegue buscar informações pelo nosso canal de atendimento telefônico do Disque Detran e agora realiza o atendimento pelo Whatsapp”, elencou o presidente.
Além do WhatsApp, o cidadão também pode tirar dúvidas e obter informações pelo telefone do Disque Detran, através do número: (65) 3615-4800. O canal funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Inquérito apura conduta de operadora na oferta de internet
A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Cuiabá instaurou inquérito civil para apurar possíveis violações aos direitos dos consumidores relacionadas à prestação de serviços de internet pela empresa Telefônica Brasil S.A. (Vivo). A investigação está sob responsabilidade da promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos.A instauração do procedimento tem como base informações que apontam possíveis irregularidades na oferta de serviços de internet, incluindo falta de transparência na divulgação das condições contratuais, eventual existência de cláusulas abusivas e restrições indevidas à funcionalidade do serviço contratado.Conforme apurado preliminarmente, a operadora teria vinculado a velocidade da internet ao pagamento imediato da fatura mensal, por meio de um chamado bônus de adimplência que representaria, na prática, grande parte da velocidade anunciada ao consumidor. Dessa forma, em caso de atraso no pagamento, haveria significativa limitação do serviço sem a correspondente redução no valor cobrado.Também foram relatadas alterações na forma de restrição do serviço, passando a empresa a condicionar o funcionamento do Wi-Fi à regularidade do pagamento, o que pode indicar apenas mudança operacional da prática inicialmente questionada, sem afastar eventual abusividade.Informações da Agência Nacional de Telecomunicações indicam a existência de processo administrativo instaurado para apurar condutas semelhantes, com identificação de desconformidades quanto à transparência das informações prestadas aos consumidores e adoção de medidas para adequação da operadora, incluindo notificações e plano de conformidade.De acordo com o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), os elementos já reunidos indicam possível ofensa a direitos previstos no Código de Defesa do Consumidor, especialmente quanto à informação clara e adequada, à proteção contra práticas abusivas e ao equilíbrio nas relações de consumo. O caso pode ter repercussão coletiva, uma vez que envolve potencial prejuízo a número indeterminado de consumidores.Com a instauração do inquérito civil, a Promotoria de Justiça dará continuidade à coleta de provas e à realização de diligências para aprofundar a apuração dos fatos e adotar as medidas cabíveis.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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