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Estudantes se destacam no palco do Festival Educarte 2025 com talento em música e composições autorais

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O Festival Educarte 2025 chega ao último dia nesta quarta-feira (26.11), após revelar o potencial artístico de estudantes de diversos municípios de Mato Grosso. Desde o início da programação, no dia 24, jovens têm subido ao palco com composições autorais, apresentações musicais e outras expressões artísticas.

Promovido pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), o evento no Allure Music Hall, em Cuiabá, reúne dança, teatro, música, artes visuais e fanfarra em uma agenda gratuita e aberta ao público.

Entre os destaques deste ano está Daniela Laurent, 14 anos, do 7º ano da Escola Estadual Boa Esperança, de Alta Floresta. A estudante apresentou uma música autoral inspirada em sua chegada a Mato Grosso.

“Foi um processo natural, porque já compunha antes. Quando cheguei aqui, observei o ambiente, vivi novas experiências e transformei tudo isso em música”, contou. Apesar da emoção do momento, Daniela diz ter sentido confiança no palco e destacou que a composição também a ajuda nos estudos. “Compor exige atenção ao português, à história e à escrita. Isso fortalece minha aprendizagem”.

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Outro momento marcante do festival foi a performance de Poliany Vitória, 17 anos, e Emilly Souza, 16, ambas do 2º ano da Escola Estadual Couto Magalhães, de Campinápolis. As estudantes criaram uma música sobre ética e convivência a partir de vivências familiares.

“A ideia nasceu de uma lembrança da minha avó e da mensagem que ela sempre transmitiu sobre viver com leveza e sem tristeza”, explicou Poliany. Emilly ressalta que o trabalho coletivo fez toda a diferença. “Somos amigas e sempre nos apoiamos. Ensaiamos muito e isso nos deu segurança no palco”.

Vinda de Porto Alegre do Norte, Eloisa Tavares, 13 anos, do 7º ano da Escola Estadual 13 de Maio, emocionou o público com a canção “O Rei da Glória”, inspirada em sua fé. “Canto desde pequena na igreja e acredito que Deus me deu esse dom. A letra fala sobre Jesus e eu queria transmitir essa mensagem”, disse. Foi a primeira vez que Eluísa se apresentou com banda, experiência que descreveu como emocionante e enriquecedora.

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Criado para valorizar as manifestações artísticas dentro das unidades escolares, o Festival Educarte conta com 56 projetos selecionados nas categorias música, dança, teatro, fanfarra e artes visuais. Cada apresentação é avaliada por um júri especializado, que definirá os vencedores na cerimônia de encerramento.

Para a Seduc, o Educarte tem se consolidado como um espaço de protagonismo juvenil e de fortalecimento do vínculo dos estudantes com a cultura, permitindo que a arte seja vivenciada como ferramenta de expressão, identidade e desenvolvimento pessoal.

A programação segue até o final desta tarde, quando serão anunciados os vencedores em todas as categorias, seguida da premiação.

Fonte: Governo MT – MT

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Evento rememora primeira condenação do Brasil por violação dos direitos humanos

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Magistrados (as) e servidores (as), especialmente integrantes dos Grupos de Monitoramento e Fiscalização (GMFs) e dos Comitês Estaduais Interinstitucionais de Monitoramento da Política Antimanicomial(CEIMPAS), estão convidados a participarem do evento “20 anos da sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos no Caso Ximenes Lopes vs. Brasil: memória, reparação e compromisso do Estado brasileiro com o cuidado”. O evento, promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), será realizado no dia 27 de julho, às 16h, em formato virtual, com transmissão pelo canal do CNJ no Youtube, pelo link: https://yputu.be/BDGQLyuGO5k. A atividade relembra os 20 anos da sentença da primeira condenação do Estado brasileiro pela Corte Interamericana de Direitos Humanos.

Além de resgatar a memória e a relevância histórica da decisão, o evento promoverá um debate acerca dos avanços e desafios da implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário, instituída pela Resolução CNJ nº 487/2023, reunindo representantes do Sistema de Justiça, da academia, de organismos internacionais, dos movimentos sociais e da gestão pública.

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Na programação consta a realização da mesa “Das Recomendações da Corte à Resolução CNJ nº 487/2023: o que mudou em 20 anos?”, destinada à reflexão sobre os impactos da sentença na construção das políticas públicas de saúde mental e nos processos de desinstitucionalização desenvolvidos no país.

Além de magistrados e servidores da Justiça Estadual, o convite, encaminhado ao supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do sistema penitenciário do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador Orlando Perri, é estendido aos profissionais da Rede de Atenção Psicossocial (RAPs), representantes do Ministério Público, da Defensoria Pública e demais instituições parceiras envolvidas na implementação da Política Antimanicomial do Poder Judiciário.

Resumo do caso – O “Caso Ximenes Lopes versus Brasil” foi um processo internacional julgado em agosto de 2006 pela Corte Interamericana de Direitos Humanos contra o Brasil pela violação dos direitos humanos de Damião Ximenes Lopes. O Estado brasileiro foi acusado de violar os direitos previstos nos artigos 4 (direito à vida), 5 (à integridade pessoal), 8 (garantias judiciais) e 25 (proteção judicial) da Convenção Americana sobre Direitos Humanos. Damião Ximenes Lopes morreu no dia 4 de outubro de 1999, na Casa de Repouso Guararapes, vítima de tortura. Em 22 de novembro de 1999, Irene Ximenes Lopes Miranda, irmã de Damião, apresentou petição denunciando os fatos e a falta de investigação e punição dos responsáveis.

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Autor: Nadja Vasques

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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