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Governo de MT apresenta a prefeituras sistema de simplificação do registro e legalização de empresas e negócios

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O Governo do Estado, por meio da Junta Comercial de Mato Grosso (Jucemat), realizou, nesta quinta-feira (10.03), uma apresentação virtual sobre a Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (RedeSim) para as 70 prefeituras que irão aderir ao sistema.

A transmissão, feita pelo youtube da Jucemat, contou com a participação do governador Mauro Mendes, do secretário de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso, César Miranda, e da presidente do Conselho Regional de Contabilidade de Mato Grosso (CRC-MT), Gisele Silvente.

A RedeSim é uma plataforma de sistemas informatizados que acelera, desburocratiza e reduz custos e prazos de registro e legalização de empresas e negócios nos âmbitos federal, estadual e municipal. O sistema que integra as ações de todos os órgãos envolvidos no trâmite processual facilita a vida do empreendedor que, de qualquer local, pode iniciar o processo, possibilitando a entrada única de dados e documentos sem a necessidade de percorrer diversos órgãos.

O governador Mauro Mendes ressaltou que a RedeSim é um mecanismo importante na busca pela eficiência e modernização da gestão pública.

“São serviços que podem ser oferecidos ao mercado e isso cria um ambiente de negócios mais atrativo para que novos investimentos aconteçam em Mato Grosso e em cada uma dessas cidades. Em função desse ambiente mais rápido, menos burocrático, com certeza toda a Rede ajuda a potencializar o Estado de Mato Grosso.  Por esse motivo, faço um convite a todas as prefeituras que tomem as providências necessárias para que estejam junto conosco nesse esforço de tornar os serviços prestados mais ágeis e eficientes, isso trará bom resultado a todos”, defendeu o governador.

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O secretário César Miranda falou sobre as ações implementadas pelo Governo do Estado para impulsionar Mato Grosso e como a adesão das prefeituras à plataforma complementa essas ações.

“O Governo do Estado vem simplificando serviços, implementando políticas públicas específicas para descomplicar a vida do empreendedor e a RedeSim complementa essas ações que estamos realizando. Os incentivos fiscais ofertados pelo Estado que possibilitam o desenvolvimento da economia mato-grossense, as linhas de crédito disponibilizadas pela Desenvolve MT, são apenas alguns exemplos de benefícios concedidos nesta gestão. O município pode ganhar com a inclusão na RedeSim e todas as prefeituras precisam aderir ao sistema”, explicou. 

O gestor parabenizou ainda a Junta Comercial e todo corpo técnico destacando o trabalho feito ao longo dos últimos anos e o empenho para manter a Junta no patamar de 3ª melhor em eficiência no país e prestar um bom serviço.

A presidente do Conselho Regional de Contabilidade de Mato Grosso, Gisele Silvente destacou o avanço tecnológico conquistado por meio da ferramenta de integração oferecida via Jucemat.

“É primordial dizer o quanto a RedeSim causou impacto para o empreendedor, um avanço tecnológico que beneficiou diretamente a entrega de dados, conferiu celeridade e diminuiu custos. Hoje as empresas têm autonomia de transmitir informações de forma online o que agiliza, em muito, as demandas processuais de constituição, cancelamento e outras ações corporativas”, frisou.

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O presidente da Jucemat, Manoel Lourenço do Amorim, enfatizou o quanto a participação dos municípios na RedeSim facilita as atividades empresariais e a tomada de decisões do Executivo.

“O sistema RedeSim é disponibilizado às prefeituras gratuitamente, por meio dele até o alvará pode ser solicitado de forma online. Como a plataforma é completa, agrega diversas informações do empreendedor formalizado, fato que contribui para o Município tomar decisões que favoreçam aos empresários do município”, pontuou.

Inclusão

Atualmente 58 municípios mato-grossenses estão integrados à RedeSim, 13 estão em trâmite para aderir ao sistema e 70 não estão inclusos na plataforma. A adesão é feita por meio de assinatura de convênio com a Junta Comercial de Mato Grosso.

Os serviços do portal atendem a mais de 3 mil municípios brasileiros, de acordo com a Receita Federal. O protocolo abrange 85% das pessoas jurídicas ativas no Brasil.

A Redesim foi criada pelo Governo Federal por meio da Lei Nº 11.598, em 3 de dezembro de 2007.

Fonte: GOV MT

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Sema monitora mais de 400 planos de manejo em execução no estado de Mato Grosso

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) monitora, atualmente, 402 planos de manejos autorizados e em execução. O Estado possui 5,2 milhões de hectares em áreas de manejo e a meta é chegar até 6,5 milhões até 2040.

Nesta quinta-feira (25.6), equipes do órgão ambiental participaram de uma imersão prática na Fazenda Leonel Bedin, em Ipiranga do Norte, onde cerca de 150 pessoas acompanharam em campo as etapas do manejo em uma área de 300 hectares.

A atividade integrou a programação da 6ª edição do Dia na Floresta, promovida pelo Centro das Indústrias Produtoras e Exportadoras de Madeira do Estado de Mato Grosso (Cipem).


“Quando nós olhamos para as áreas de manejo, a incidência é de menos de 10% de desmatamentos posteriores e também não há incidência de incêndios florestais porque essas áreas possuem acessos e mantém toda uma estrutura”, destacou a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti.

Ela explicou que o manejo florestal não se confunde com a supressão de vegetação. “A incidência de ilegalidade nos desmatamentos é superior do que em manejo florestais sustentáveis”, assegurou.

No manejo florestal, conforme a secretária, existem critérios a serem seguidos para o levantamento florestal e realização do inventário dos indivíduos existentes na área contemplada no projeto de manejo. A partir desses dados e levando em consideração a renovação da floresta, é estabelecida uma matriz com a indicação do quanto é possível ser extraído do manejo.


“O Brasil tem critérios técnicos muito mais especializados do que em os outros países, que não possuem um regramento que faça uma composição que considera a especificidade de cada área. Em Mato Grosso nós possuímos várias matrizes, pois as regiões são diferentes. Mas ao final, todos esses critérios levam para o objetivo principal que é manter a floresta para o novo ciclo”, ressaltou Lazzaretti.

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O processo para autorização do manejo florestal, segundo a secretária, começa com a elaboração do projeto pelo empreendedor. O órgão ambiental recebe todos os dados de forma digital, com 100% do inventariado e georreferenciado.

Na sequência, os dados são analisados pelos técnicos que atuam no licenciamento e se tudo estiver de acordo com a legislação, inclusive o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado, a Sema emite a autorização de exploração florestal.

“Com a emissão da autorização, nós temos uma estrutura de monitoramento e passamos a confrontar as imagens de área que nós temos com a exploração que acontece em campo e com a comercialização desses produtos no nosso sistema Sisflora 2.0, que acompanha o corte, a secção, o transporte e o comércio de todo o produto florestal deste manejo”, explicou.

Segundo a secretária, o monitoramento contínuo permite ao órgão ambiental acompanhar se a exploração está ocorrendo exatamente onde foi autorizada e se a árvore que foi cortada e informada no sistema é compatível com a que foi apresentada no projeto.

Para o presidente do Cipem, Gleisson Tagliari, o manejo representa um compromisso de longo prazo com a manutenção da floresta em pé, capaz de manter a área produtiva e preservada nas décadas seguintes.

“Quando você faz manejo florestal, assume um compromisso de garantir que aquela propriedade permaneça com floresta e que, daqui a 25 ou 30 anos, exista um novo ciclo de madeira. Ou seja, você promove também a conservação das nossas florestas. Levar esse conhecimento adiante traz mais credibilidade, mais visibilidade e gera mais confiança sobre o trabalho desenvolvido pelo setor”.

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Nas áreas de manejo, o corte das árvores é feito de maneira seletiva, respeitando o ciclo de vida dos indivíduos. Árvores que já cumpriram o seu papel na natureza são colhidas de forma estratégica, minimizando o impacto ambiental e dando espaço para que suas filhas possam crescer para proliferação da espécie.


Imersão na floresta

Durante a trilha técnica, os participantes percorreram trechos da floresta acompanhados por especialistas. A atividade contou com apoio tecnológico do aplicativo Madereiro, G2R Soluções tecnológicas, que fornece em tempo real o mapa da área, árvores catalogadas e a classificação das espécies por um sistema de cores.

Fechando o ciclo, os participantes visitaram a Madeireira São Miguel, em Sinop, para conhecer de perto as etapas da indústria, acompanhando a transformação de toras brutas em matéria-prima pronta para uso na construção civil, fabricação de móveis ou outros setores.

O Dia na Floresta 2026 contou com o apoio de diversas entidades, entre elas, a Sema, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso (Sedec), Universidade Federal de Mato Grosso, Corpo de Bombeiros Militar, Associação Mato-grossense dos Engenheiros Florestais (AMEF) e vários sindicatos.

Fonte: Governo MT – MT

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