MATO GROSSO
Idealizada pela primeira-dama de MT, corrida SER Família dos Anjos acontece sábado (20)
MATO GROSSO
“Me sinto honrada em poder ajudar o MT Hemocentro numa causa tão nobre. Agradeço à diretora-geral Giancarla Zanella e todos os servidores da unidade. A campanha para o cadastro voluntário de Medula Óssea é extremamente importante, por meio dela também vamos incentivar a doação de sangue porque as pessoas em tratamento e que aguardam por um transplante de medula precisam de componentes existentes no sangue para garantir a sobrevivência. Por isso, convido todos a vestir suas asas e se tornar um anjo na vida de alguém”, disse a primeira-dama de MT Virginia Mendes.
O evento esportivo conta com o apoio do Governo do Estado por meio da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer (SECEL), em parceria com a Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Secretaria de Estado de Saúde (SES), Federação de Atletismo de Mato Grosso (FAMT) e a Morro MT.
O secretário de Estado de Esportes, Jefferson Neves, ratificou a parceria no evento. “Somos parceiros da primeira da primeira-dama Virginia Mendes e esta realmente é uma causa que temos que abraçar. O MT Hemocentro pode contar conosco”.![]()
A corrida antecede a semana da mobilização para os cadastros, e acontece no dia 20 de maio, às 16h30, na Arena Pantanal. São apenas 500 inscrições que serão feitas por meio de doações de produtos, sendo uma lata de leite Nutren Júnior ou um pacote de fralda descartável.
“Estamos felizes com esse evento que a primeira-dama Virginia Mendes propôs e a Setasc é parceira desta ação. Em breve vamos anunciar as entidades que serão contempladas e a participação de todos é muito importante”, ressaltou a secretária da Setasc, Grasielle Bugalho.
De acordo com a organização os interessados devem ficar atentos ao link de inscrição https://morro-mt.com.br/eventos/1a-corrida-ser-familia-dos-anjos-2023-466. Serão apenas três dias de inscrições e dois dias para a retirada do Kit. Para retirar o kit de corrida é necessário a entrega da doação escolhida no ato da inscrição.
Este ano a campanha acontece entre os dias 22 e 26 de maio na sede do MT Hemocentro com diferentes atividades.
“Esta corrida vai nos ajudar a divulgar a campanha que fazemos todos os anos e tem surtido ótimos resultados nos números de cadastros no REDOME, graças a Deus estamos plantando a sementinha da cultura dos cadastros voluntários. Estamos extremamente felizes com a união de esforços que a nossa querida primeira-dama Virginia Mendes está mobilizando”, destacou a diretora-geral do MT Hemocentro.
Cadastros Voluntários de Medula Óssea
Para fazer o cadastro no Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME), os interessados podem entrar em contato com o MT Hemocentro para mais informações, Ou ir até a Unidade Móvel do MT-Hemocentro (carreta) que percorre municípios no interior do estado e realizar o cadastro.
O MT Hemocentro está localizado na Rua 13 de Junho, 1055 – Centro Sul em Cuiabá, contato: (65) 3623-0044 (Ramal: 220 e 221) e 98433 0624.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis
Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.
A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.
Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.
A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.
“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.
Mais de uma década de pesquisas
A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.
Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.
Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.
Benefícios ambientais e econômicos
O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.
A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.
Reconhecimento científico
De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.
Fonte: Governo MT – MT
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