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MPMT está com inscrições abertas para estágio com 27 vagas imediatas

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) está com inscrições abertas para o processo seletivo de estagiários de nível superior. O edital prevê a oferta de 27 vagas imediatas, além da formação de cadastro de reserva, em 11 áreas de atuação: Arquitetura e Urbanismo, Biblioteconomia, Ciências Contábeis, Direito, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Jornalismo, Pedagogia, Rádio e TV, Serviço Social e Tecnologia da Informação. As inscrições são gratuitas.O processo seletivo está sendo conduzido pela empresa Super Estágios Ltda. As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pela internet (clique aqui), até as 17h do dia 16 de abril de 2026 (horário de Brasília), inclusive nos fins de semana. Cada candidato poderá concorrer a apenas uma localidade, devendo indicar essa opção no ato da inscrição.Para participar do processo seletivo, é necessário estar regularmente matriculado e com frequência ativa em curso de graduação de instituição de ensino superior pública ou privada, ser brasileiro ou estrangeiro com visto de permanência válido no país, não ter sido exonerado a bem do serviço público e possuir idade mínima de 16 anos completos na data de início do estágio. Não poderão se inscrever estudantes que já estejam credenciados como estagiários no MPMT ou que tenham realizado estágio na instituição por período superior a um ano.Os estagiários selecionados receberão bolsa mensal de R$ 1.400,00, denominada Auxílio Temporário, além de Auxílio-Transporte no valor de R$ 200,00. Também será concedido Seguro Contra Acidentes Pessoais, conforme a legislação vigente. A jornada de estágio será de 25 horas semanais, distribuídas em cinco horas diárias, em horário compatível com o expediente do MPMT e com o turno do curso do estudante.O edital assegura a reserva de 10% das vagas para pessoas com deficiência e 30% para candidatos negros ou pardos, que participarão do processo seletivo em igualdade de condições com os demais concorrentes.A seleção será realizada por meio de prova objetiva online, que poderá ser feita no ambiente virtual da Super Estágios, mediante acesso com login e senha cadastrados no momento da inscrição. Cada candidato terá dois minutos para responder a cada questão e, caso o tempo expire, a resposta será registrada em branco e o sistema avançará automaticamente para a próxima pergunta. A prova deverá ser realizada sem consulta a qualquer material.A divulgação do gabarito e da classificação preliminar está prevista para o dia 22 de abril de 2026. Mais informações estão disponíveis no edital completo, acessível no site da Super Estágios e no portal do MPMT.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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