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Operação da Polícia Civil contra o tráfico prende seis pessoas em Ribeirão Cascalheira

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A Delegacia de Ribeirão Cascalheira deflagrou, nesta sexta-feira (29.11), a Operação Redoma para reprimir o tráfico doméstico de drogas na região. Foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão, que resultaram em seis prisões em flagrante por diversos crimes.

Três suspeitos foram autuados em flagrante por tráfico de drogas, um foi detido por posse ilegal de arma de fogo e um ocorreu por crime ambiental. Além disso, um mandado de prisão foi cumprido contra um procurado pela Justiça.

Segundo o delegado de Ribeirão Cascalheira, Diogo Jobane, a operação é um esforço contínuo da Polícia Civil para desarticular a rede de tráfico de drogas que no município e na região circunvizinha.

“A Operação Redoma visa proteger a população de Ribeirão Cascalheira do impacto devastador do tráfico de drogas e seus crimes associados. Trabalhamos com inteligência e planejamento para alcançar resultados efetivos”, afirmou o delegado.

Entre os materiais apreendidos estão porções de entorpecentes, armas de fogo e equipamentos utilizados no manuseio de drogas. Um levantamento dos itens será encaminhado às autoridades judiciais para prosseguimento das investigações.

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A Operação Redoma empregou um efetivo de 30 policiais civis e nove viaturas e reforça o compromisso das forças de segurança com a proteção da população e a repressão ao crime organizado.

Fonte: Governo MT – MT

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Júri condena réu por morte após briga familiar em 1991

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O Tribunal do Júri da Comarca de Paranatinga (380 km de Cuiabá) condenou um homem pelo homicídio qualificado de Bento Ribeiro Duarte, crime ocorrido em junho de 1991, na zona rural do município. O julgamento foi realizado após mais de três décadas de tramitação processual e resultou no reconhecimento, pelos jurados, da autoria e materialidade do delito, bem como das duas qualificadoras imputadas pelo Ministério Público: motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima.De acordo com a denúncia, o crime aconteceu na manhã de 14 de junho de 1991, na Fazenda Canaxuê. Na ocasião, o réu, Antônio Aparecido Alves, efetuou disparos de arma de fogo contra a vítima, atingindo-a fatalmente. As investigações apontaram que o homicídio ocorreu após um desentendimento doméstico envolvendo o acusado e sua esposa, que havia buscado abrigo na casa da vítima na noite anterior.A promotora de Justiça Fernanda Luiza Mendonça Siscar Pacheco foi quem atuou no Tribunal do Júri, sustentando a acusação em plenário e defendendo a condenação do réu conforme os termos da denúncia.Nos autos, ficou evidenciado que Bento Ribeiro Duarte não tinha envolvimento direto no conflito conjugal, sendo morto após intervir na situação. Testemunhos indicam que a vítima acolheu a mulher do réu e chegou a aconselhar o casal, o que teria desagradado o agressor. O Conselho de Sentença acolheu a tese apresentada pelo Ministério Público e reconheceu que o crime foi praticado por motivo fútil, decorrente de ciúmes e desentendimento trivial, além de ter sido cometido mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, uma vez que o réu agiu de forma repentina, surpreendendo-a com disparos de arma de fogo. Com base na decisão soberana dos jurados, o juiz-presidente Tiago Gonçalves dos Santos condenou o acusado a 14 anos de reclusão, em regime inicial fechado. A pena foi fixada considerando as circunstâncias judiciais e a gravidade concreta do crime, sobretudo as consequências para a família da vítima, que ficou desamparada após o homicídio.Apesar da condenação, o réu, atualmente com 66 anos, poderá recorrer em liberdade, visto que juízo afastou a execução provisória da pena, deixando de determinar o início imediato do cumprimento da condenação. O Ministério Público, no entanto, irá recorrer dessa decisão especificamente quanto à possibilidade de o acusado aguardar o julgamento dos recursos em liberdade, para que seja reconhecida a necessidade de execução imediata da pena imposta pelo Tribunal do Júri.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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