MATO GROSSO
Plantão eleitoral no feriado de 1º/05 e no sábado (02/05) será das 13h às 17h
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O Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) informa que será realizado plantão de atendimento a eleitores e eleitoras no feriado do Dia do Trabalho, em 1º/05, e no sábado (02/05), das 13h às 17h. Em Cuiabá, os serviços estarão concentrados na Casa da Democracia e nos postos de atendimento dos shoppings Três Américas e Goiabeiras. No interior do estado, os serviços serão oferecidos nos Cartórios Eleitorais e em alguns Postos Eleitorais. Confira abaixo as exceções.
O objetivo do plantão é ampliar, o máximo possível, o acesso aos serviços eleitorais nesta reta final de fechamento do Cadastro Eleitoral, que ocorre em 06 de maio. Após este prazo, não será mais possível fazer qualquer alteração no cadastro, incluindo emissão de novos títulos, cadastro da biometria, mudança de endereço, regularização do título, entre outros serviços.
Unidades sem atendimento
As unidades do Ganha Tempo e da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), em Cuiabá, não funcionarão. O mesmo ocorre no Ganha Tempo de Várzea Grande, cidade onde apenas funcionarão os Cartórios da 20ª Zona Eleitoral e da 49ª Zona Eleitoral. Outra observação com relação ao Ganha Tempo é que a unidade de Barra do Garças também não irá funcionar nestas datas.
No caso dos Postos Eleitorais, não haverá atendimento apenas nas seguintes unidades: Juruena, Campos de Júlio, Feliz Natal, Santa Carmem, Alto Paraguai, Deciolândia, Santa Rita do Trivelato, Nova Lacerda, Conquista D’Oeste, Rondolândia, Nova Canaã do Norte, Nossa Senhora do Livramento, Novo Mundo, Denise, Porto Estrela, Marcelândia, Itanhangá, Gaúcha do Norte, Apiacás, Nova Bandeirantes, Alto Boa Vista, Luciara, Novo Santo Antônio, distrito de Espigão do Leste, Santa Terezinha, Santa Cruz do Xingu, Castanheira, Porto dos Gaúchos e Tabaporã.
Já o Posto Eleitoral de Tapurah atenderá somente no sábado (02/05), das 13h às 17h.
Para acessar endereços e contatos de todos os locais de atendimento do estado, clique aqui. Dúvidas e informações adicionais pelo Disque Eleitor: 0800 647 8191.
Confira abaixo os endereços dos principais pontos de atendimento de Cuiabá e Várzea Grande:
Central de Atendimento ao Eleitor Cuiabá – Casa da Democracia
Endereço de e-mail: [email protected]
Av. Historiador Rubens de Mendonça, 4.750, 78050-000, Cuiabá
(65) 3362-8288 / [email protected]
Shopping 3 Américas
EXPANSÃO DO SHOPPING 3 AMÉRICAS – SALAS 101/102
Avenida Brasília, n° 146 – Jardim Américas, 78060-301, Cuiabá
(65) 3362-8239
Shopping Goiabeiras
Av. José Monteiro de Figueiredo, n° 500, bairro Duque de Caxias – 1º andar, em frente ao “Café e Prosa”
(65) 3362-8239
Várzea Grande
20ª Zona Eleitoral e 49ª Zona Eleitoral
Endereço: Av. Castelo Branco, 47, Centro, 78110-402, Várzea Grande
(65) 3362-8397 / WhatsApp (65) 3362-8420
E-mail: [email protected]
Jornalista: Nara Assis
#PraTodosVerem: Card informativo do TRE-MT sobre plantão eleitoral, com destaque para atendimento nos dias 1º e 2 de maio, incentivando eleitores(as) a evitarem filas e procurarem o cartório ou posto eleitoral mais próximo antes do prazo final de 6 de maio de 2026.
Fonte: TRE – MT
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Penas de sete faccionados condenados pelo Júri somam 192 anos
O Tribunal do Júri de Água Boa (a 730 km de Cuiabá) condenou sete integrantes de uma facção criminosa por homicídio qualificado e participação em organização criminosa. Parte dos réus também foi condenada pelos crimes de cárcere privado, tortura e ocultação de cadáver. Somadas, as penas totalizam 192 anos e quatro meses de reclusão, além de 116 dias-multa. O julgamento foi realizado nos dias 16 e 17 de junho, com apoio do Grupo de Atuação Especial no Tribunal do Júri (GAEJúri) do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).De acordo com denúncia da 2ª Promotoria de Justiça Criminal de Água Boa, Jonatha Fernando Moraes Mata, Natália Galvão Alves, Ana Julia Xavier Morais, Yara Yasmin Vilava Alves, Eduardo Ribeiro da Silva, Diego Oliveira dos Santos e Mathias Xavier Campos integravam uma organização criminosa com atuação na região. Conforme a investigação, o grupo planejou e executou o assassinato de Allan Davi Andrade Sousa, em fevereiro de 2024, em uma residência localizada no município de Nova Nazaré. A vítima foi atraída para uma emboscada, morta por motivo torpe e submetida a meio cruel de execução.Antes do homicídio, Allan Davi e o amigo Lucas Orescio Dias foram mantidos em cárcere privado por várias horas. Segundo o Ministério Público, os dois foram atraídos para a residência sob o pretexto de um encontro com integrantes da facção. Após chegarem ao local e consumirem entorpecentes com algumas das acusadas, foram surpreendidos por outros integrantes do grupo, que chegaram armados, tomaram seus celulares e os impediram de deixar o imóvel.As investigações apontaram que a execução foi motivada pela suspeita de que Allan integrasse uma facção rival. A desconfiança surgiu após uma publicação feita pela vítima em uma rede social. A partir daí, integrantes da organização criminosa passaram a monitorar Allan, planejaram uma emboscada e acionaram lideranças da facção para decidir o destino da vítima. Durante horas, Allan e Lucas foram submetidos a ameaças e intensa pressão psicológica enquanto os acusados analisavam o conteúdo de seus aparelhos celulares e buscavam obter uma suposta confissão.Ainda conforme a denúncia, após a autorização para a execução, Allan Davi foi asfixiado com um lençol por integrantes do grupo. Em seguida, parte dos envolvidos transportou o corpo para uma área de mata na zona rural de Nova Nazaré, onde o cadáver foi enterrado em uma cova rasa. A vítima foi decapitada no local, circunstância que embasou o reconhecimento da qualificadora do meio cruel. Enquanto isso, Lucas Orescio permaneceu sob vigilância dos criminosos e, ao ser liberado, teria sido ameaçado para não revelar o que havia ocorrido.Entre os condenados, Jonatha Fernando Moraes Mata recebeu a maior pena, de 35 anos e oito meses de reclusão, além de 16 dias-multa, pelos crimes de homicídio qualificado, dois crimes de cárcere privado, dois crimes de tortura e organização criminosa com função de comando. Natália Galvão Alves foi condenada a 29 anos de reclusão e 20 dias-multa; Yara Yasmin Vilava Alves, a 28 anos de reclusão e 10 dias-multa; Diego Oliveira dos Santos, a 28 anos e oito meses de reclusão e 20 dias-multa; Ana Julia Xavier Morais, a 26 anos de reclusão e 20 dias-multa; Eduardo Ribeiro da Silva, a 25 anos de reclusão e 10 dias-multa; e Mathias Xavier Campos, a 20 anos de reclusão e 20 dias-multa.Todos os condenados deverão cumprir a pena em regime inicial fechado. O juiz presidente do Tribunal do Júri negou o direito de recorrer em liberdade e manteve as prisões preventivas dos réus.Processo 1001338-09.2024.8.11.0021.
Fonte: Ministério Público MT – MT


