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Polícia Civil, Funai e Ibama deflagram operação contra desmatamento ilegal em reservas indígenas

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A Polícia Civil de Mato Grosso, em ação conjunta com a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), deflagrou, nesta quinta-feira (30.10), uma operação contra o desmatamento ilegal em terras indígenas na região de Comodoro.

A ação conjunta busca combater a extração ilegal de madeira em terras indígenas protegidas por lei e inutilizar maquinários usados no corte, na retirada e no carregamento de caminhões responsáveis pelo transporte ilegal do material extraído.

Durante as ações, as equipes inutilizaram três tratores e três carretas de grande porte, todos utilizados na extração e na logística da madeira retirada ilegalmente do território indígena.

“No local, também foi constatado o desmatamento e a exploração de madeira de lei já serrada, o que indica a existência de uma estrutura montada para o beneficiamento do material no interior da própria terra indígena”, afirmou o delegado Ricardo Sarto.

Segundo Sarto, o avanço do desmatamento na região tem sido tão expressivo que os satélites governamentais já identificam o ponto como área de degradação ambiental e de intensa exploração ilegal de madeira.

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“A operação continua em andamento, com foco em interromper as atividades criminosas, identificar os responsáveis e reforçar a proteção das terras indígenas e do meio ambiente”, completou o delegado.

Fonte: Governo MT – MT

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Município corrige edital de seletivo após recomendação do MPMT

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Menos de 48 horas após receber recomendação do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), o município de Santa Carmem (a 421 km de Cuiabá), promoveu alterações no edital do Processo Seletivo Simplificado nº 003/2026 para adequá-lo aos princípios constitucionais da legalidade, isonomia, razoabilidade e ampla competitividade no acesso aos cargos públicos. Após reconhecer as irregularidades apontadas, o Município publicou a retificação do edital.A recomendação foi expedida pela 4ª Promotoria de Justiça Cível de Sinop, que atua nas áreas de Defesa da Probidade Administrativa, Patrimônio Público, Fundações e Cidadania. No documento, o MPMT orientou a administração municipal a reavaliar as regras do certame, especialmente em relação à forma de inscrição, aos prazos estabelecidos e às condições de participação dos candidatos.Também recomendou a adoção das medidas necessárias para corrigir as restrições identificadas, incluindo, se necessário, a reabertura do período de inscrições, a anulação de etapas já realizadas e a republicação do edital com mecanismos que garantam maior acessibilidade e competitividade. Entre as alternativas sugeridas estão a adoção de inscrições por meio eletrônico ou em formato híbrido.De acordo com o MPMT, o edital previa inscrições exclusivamente presenciais, com prazo considerado reduzido e atendimento em horário limitado. Para a 4ª Promotoria de Justiça Cível de Sinop, as exigências criavam barreiras excessivas à participação dos interessados. “Tal sistemática, em tese, impõe obstáculos desproporcionais à participação de interessados, notadamente aqueles não residentes no município, comprometendo a ampla competitividade do certame”, consta na recomendação.Foto: divulgação

Fonte: Ministério Público MT – MT

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