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Polícia Civil identifica adolescentes como autores de vandalismo em câmeras de segurança em Arenápolis

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O inquérito policial instaurado na Delegacia de Arenápolis para apurar o caso de furto e vandalismo que resultou na destruição de três câmeras do sistema de videomonitoramento Vigia Mais MT foi concluído pela Polícia Civil, na quarta-feira (26.2), com a identificação de dois adolescentes como autores do ato de vandalismo.

Os menores, de 15 e 16 anos, confessaram a autoria e responderão pelos atos infracionais análogos aos crimes de furto qualificado e dano qualificado ao patrimônio público.

A identificação dos autores foi possível após investigação conduzida pela Polícia Civil, que empregou técnicas de inteligência para elucidar o caso. Com base nas evidências levantadas, os investigadores confrontaram os adolescentes, que admitiram a autoria do ato de vandalismo.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Hugo Abdon, dos três dispositivos vandalizados, um foi recuperado pela Polícia Civil, mas encontra-se danificado. A remoção e destruição das câmeras prejudicaram temporariamente o monitoramento em pontos estratégicos da cidade.

“A Polícia Civil apura os indícios de que os ataques possam ter sido ordenados por membros de facção criminosa, uma vez que o grupo teria orientado os adolescentes a destruir os equipamentos para comprometer o funcionamento do sistema de segurança pública na região, dificultando a atuação das forças de segurança”, explicou o delegado.

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A Polícia Civil segue investigando o envolvimento da facção criminosa e adotando medidas para reforçar a segurança do sistema de videomonitoramento. As providências legais cabíveis serão tomadas em relação aos adolescentes envolvidos, conforme o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Fonte: Governo MT – MT

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6º Mutirão ‘Interligue Já’ terá 546 audiências de conciliação

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Com 546 audiências previstas até sexta-feira (12), a 6ª edição do Mutirão de Conciliação “Interligue Já” mobiliza proprietários de imóveis residenciais e comerciais de quatro bairros de Cuiabá para ampliar a conexão adequada à rede pública de esgoto. A iniciativa, realizada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) em parceria com o Poder Judiciário, a concessionária Águas Cuiabá e a Cuiabá Regula, teve início na segunda-feira (8), no Complexo dos Juizados Especiais Desembargador José Silvério Gomes, na Capital.As sessões são realizadas das 13h às 18h e envolvem moradores dos bairros Jardim das Américas, Duque de Caxias I, Boa Esperança e Jardim Shangri-lá, regiões que já contam com rede pública de esgotamento sanitário disponível. O mutirão tem como objetivo incentivar e agilizar a interligação correta dos imóveis, assegurando o tratamento adequado dos efluentes, a preservação ambiental e a promoção da saúde pública.Durante as audiências, são apresentadas propostas de conciliação para a conexão à rede, acompanhadas de orientações técnicas e da recomendação de vistoria, a fim de evitar problemas como mau cheiro, refluxo e contaminação ambiental. Após a formalização dos acordos, os compromissários passam a ter prazo para realizar a interligação e desativar sistemas alternativos de descarte, como fossas sépticas ou lançamentos em galerias pluviais.Para a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça Cível de Defesa do Meio Ambiente e da Ordem Urbanística de Cuiabá, a interligação é fundamental para garantir a destinação adequada dos efluentes e prevenir a poluição. “Essa medida impacta diretamente a saúde da população, já que a ausência de saneamento básico está relacionada a diversas doenças. A conexão dos imóveis à rede pública é essencial para assegurar o tratamento correto dos resíduos antes de seu retorno aos rios, contribuindo para a melhoria da qualidade da água e da saúde coletiva”, enfatiza.A promotora também destaca o caráter educativo e coletivo da iniciativa. “O mutirão fortalece a construção de soluções consensuais e aproxima o cidadão da responsabilidade compartilhada com o meio ambiente e com a cidade. Cada imóvel interligado corretamente representa mais saúde pública, preservação dos rios urbanos e qualidade de vida para toda a população”, afirma.O Mutirão de Conciliação “Interligue Já” conta ainda com o apoio do Centro de Apoio Operacional do Patrimônio Histórico e Cultural, do Meio Ambiente Urbano e de Assuntos Fundiários (CAO Urbe).

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Fotos: Josi Dias | TJMT.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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