MATO GROSSO
Projeto Integra conclui terceira turma com novos conhecimentos e inovação no TJMT
MATO GROSSO
Uma mala cheia de aprendizado, novas ideias e processos mais ágeis. Assim os servidores da Primeira Câmara de Direito Público e Coletivo do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) encerraram, nesta sexta-feira (26), a participação na terceira turma do Projeto Integra, uma iniciativa da Coordenadoria Judiciária que vem transformando a rotina de trabalho e a forma de prestar serviços à sociedade.
Criado em junho deste ano, o projeto funciona como um sistema de rodízio temporário entre as Secretarias das Câmaras e o Departamento de Processamento Eletrônico, Inteligência de Dados e Negócio do 2º Grau (DPIN). Em um ambiente colaborativo, técnicos, especialistas e gestores compartilham experiências, recebem treinamentos, discutem dados e implementam melhorias práticas para a prestação jurisdicional.
A coordenadora judiciária Rosemeire Pincerato, idealizadora do projeto, revelou que a iniciativa nasceu de uma experiência vivida dentro do próprio Tribunal. “O Projeto Integra surgiu da necessidade de unir as equipes do Poder Judiciário, visando padronizar rotinas e procedimentos e promover capacitação dos servidores em temas como inteligência artificial, ciência e análise de dados. Ele nasceu quando uma das diretoras passou uma temporada conosco e, ao final, disse que havia aprendido mais em dois meses do que em muitos anos de Tribunal. Isso me deu o insight de manter essa estrutura e criar o projeto”, explicou.
Ao longo de 15 dias, as secretarias participantes continuam realizando suas atividades normais, mas participam também de treinamentos e atividades extras de cerca de 30 minutos diários, voltadas para inteligência artificial, análise de dados, padrões de secretarias e gestão eficiente. “Temos 21 departamentos e cada um fazia certidões de maneira diferente, algo que poderia comprometer até a imagem da instituição. O projeto veio para corrigir isso. E o cidadão já sente os resultados na celeridade. Com o uso da IA, conseguimos analisar uma decisão ou um processo em 40 segundos, impactando diretamente no tempo de tramitação e acelerando a chegada de intimações e publicações ao jurisdicionado”, destacou Rosemeire.
A diretora da Primeira Secretaria de Direito Público e Coletivo, Silbeni Nunes de Almeida, participante da terceira turma, reforçou os ganhos obtidos. “Foi uma experiência muito gratificante e de grande aprendizado. Desenvolvemos nosso trabalho rotineiro na secretaria e, durante o período aqui, participamos de várias reuniões com colaboradores do DPIN e da Coordenação Judiciária. Eles nos apresentaram melhores formas de trabalhar, somando o que já fazíamos com novas práticas sugeridas. Estamos saindo desses 15 dias, iniciados em 8 de setembro e encerrados hoje, 26 de setembro, com nossa ‘mala’ cheia de conhecimento, troca de experiências e muito aprendizado. Essa integração trouxe melhorias reais para o nosso trabalho”, completou.
Antes da Primeira Câmara de Direito Público e Coletivo, já haviam passado pelo Projeto Integra a Segunda Câmara de Direito Público e o Departamento Judiciário Auxiliar (Dejaux), setor responsável pelo início dos processos no Tribunal. A próxima turma será formada pela Terceira Câmara de Direito Público e pelas Secretarias Reunidas de Direito Público, que iniciam o ciclo daqui a duas semanas.
Autor: Roberta Penha
Fotografo:
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
MATO GROSSO
Rede de enfrentamento à violência doméstica é formalizada
O Termo de Cooperação Técnica para formalização da Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher do município de Paranatinga (a 373 km de Cuiabá) foi assinado na manhã desta quarta-feira (13), na sede das Promotorias de Justiça da comarca. O documento prevê o desenvolvimento de estratégias de prevenção, o fortalecimento de políticas públicas e a atuação integrada das instituições no combate à violência doméstica, além de fomentar uma mudança cultural em relação ao tema.A Rede de Enfrentamento reúne instituições do sistema de Justiça, da segurança pública, do poder público municipal e entidades parceiras, com o objetivo de assegurar atendimento humanizado e qualificado às mulheres em situação de violência, garantir seus direitos e promover a responsabilização dos agressores. A solenidade contou com a presença de representantes da Coordenadoria da Mulher do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, reforçando o compromisso institucional com a pauta.Para a promotora de Justiça Fernanda Luiza Mendonça Siscar, a formalização do termo representa um fortalecimento significativo para o município. Segundo ela, Paranatinga passa a contar com uma estrutura articulada para atuação conjunta, o que contribui para maior eficácia na proteção das mulheres e na prevenção de novos casos de violência. “A expectativa é de que a rede amplie o acesso a serviços especializados e evite que fins trágicos de feminicídio aconteçam no município por meio da prevenção, educação e consciência”, destacou.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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