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Seciteci abre inscrições para 4ª Edição do evento Cidades Inovadoras

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Estão abertas as inscrições para a 4ª Edição do evento “Cidades Inovadoras”, que tem como proposta fomentar a discussão de soluções para o desenvolvimento de cidades inteligentes, sustentáveis e inovadoras. Promovido pela Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci), por meio do Parque Tecnológico, a atividade será realizada entre os dias 01 a 03 de julho, em Cuiabá.

As inscrições já podem ser realizadas gratuitamente através de link clicando aqui. O evento será realizado com apoio de parceiros na sede da Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), situada na Av. Historiador Rubens de Mendonça, nº 3.920 – Centro Político Administrativo, Cuiabá.

A programação conta com oficinas, painéis e palestras que irão abordar temas como a Inteligência Artificial na Gestão Pública e Sustentabilidade nas Cidades.

De acordo com o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec, o Cidades Inovadoras é importante porque incentiva entre gestores públicos a reflexão de políticas públicas e soluções para os municípios.

“Participem, pois esse momento será uma oportunidade ímpar de trocar experiências, conhecimentos e reconhecer práticas que inovam no dia-a-dia da gestão pública”, afirma Allan Kardec.

O Cidades Inovadoras é realizado pela Seciteci, Parque Tecnológico e Fundação de Apoio ao Ensino Superior Público Estadual (Faespe). Conta com apoio da Associação Mato-grossense dos Municípios, Serviço Brasileiro de Apoio a Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), Tribunal de Contas do Estado (TCE) e Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat).

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Prêmio Cidades Inovadoras

O evento também contará com o lançamento da 2ª Edição do Prêmio Cidades Inovadoras, que reconhece e apoia municípios mato-grossenses com iniciativas importantes no campo da inovação. A premiação é voltada a municípios que se destacaram com projetos inovadores e sustentáveis no serviço público e que contribuem com o desenvolvimento regional.

Na primeira edição, realizada no biênio 2023/2024, representantes dos 12 municípios vencedores receberam formação em inovação e serviço público, transformação digital e conectividade, espaços públicos e sustentabilidade, contratação e segurança jurídica, e planejamento estratégico, o que contribuiu para desenvolvimento de projetos, ações e serviços públicos para a população. Os vencedores também participaram de missões técnicas nacionais custeadas pela Seciteci com objetivos de conectar os gestores públicos vencedores com práticas nacionais em smart cities, bem como promover conexões entre instituições.

Programação Geral Cidades Inovadoras – 4ª edição

Dia 01/7

18h30 – Abertura Oficial

Dia 02/7

9h00 – Palestra “Inteligência Artificial na Gestão Pública”

10h00 – Rodada de apresentação de soluções para Cidades Inovadoras (Pitch de Startups)

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10h20 – Intervalo e networking

10h40 – Painel “Inovação na Gestão Pública”: experiências e projetos desenvolvidos em municípios

12h00 – Intervalo para almoço

14h30 – Palestra “Governo Digital”

15h00 – Rodada de apresentação de soluções para Cidades Inovadoras (Pitch de Startups)

15h30 – Intervalo e networking

15h45 – Painel “Vencedores da 1ª edição do Prêmio Cidades Inovadoras”

Dia 03/7

9h00 – Palestra “Cenário Econômico e Oportunidades para Municípios”

10h00 – Rodada de apresentação de soluções para Cidades Inovadoras (Pitch de Startups)

10h20 – Intervalo e networking

10h40 – Painel “Sustentabilidade das Cidades”

12h00 – Intervalo para almoço

14h30 – Painel “Fomentando o Futuro: Inovação como Pilar do Desenvolvimento Urbano”

15h00 – Rodada de apresentação de soluções para Cidades Inovadoras (Pitch de Startups)

15h30 – Intervalo e networking

15h45 – Oficina “Elaboração de projetos para a 2ª edição do Prêmio Cidades Inovadoras e Sustentáveis”

Fonte: Governo MT – MT

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Estereótipos de gênero podem gerar injustiças no Direito de Família, alerta juíza

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Mulher de blazer preto fala ao microfone diante de plateia sentada. Ao fundo, telão com slide sobre campanha e banner do CEMULHER - Coordenadoria Estadual da Mulher“Não existe pai herói por fazer o que é sua obrigação, nem mãe menos dedicada por trabalhar fora”. A reflexão marcou a palestra da juíza Ana Graziela Vaz de Campos Alves Corrêa, titular da 2ª Vara Especializada de Família e Sucessões de Cuiabá, durante a capacitação das Equipes Multidisciplinares das Varas Especializadas de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, realizada na tarde desta quarta-feira (15) pelo Poder Judiciário de Mato Grosso.
Com o tema “Estereótipos de Gênero no Direito de Família”, a magistrada chamou a atenção para a necessidade de psicólogos, assistentes sociais e demais profissionais reconhecerem e romperem padrões culturais que ainda influenciam decisões judiciais e atendimentos às mulheres em situação de violência.
Segundo a juíza Ana Graziela, a ideia de que a mulher deve ser sempre a principal cuidadora dos filhos, enquanto o homem ocupa exclusivamente o papel de provedor, ainda provoca julgamentos que podem comprometer a imparcialidade dos processos. “A gente não pode taxar as pessoas por um estereótipo. O pai não é herói por cuidar do filho, porque isso é obrigação. Da mesma forma, a mulher não deixa de ser uma boa mãe porque trabalha o dia inteiro ou conta com uma rede de apoio para cuidar das crianças”, afirmou.
Plateia sentada assiste palestra em auditório. Ao fundo, palestrante de preto fala ao microfone diante de telão com slide e banner do CEMULHER.Atendimento sem julgamentos
Durante a palestra, a juíza explicou que esses estereótipos podem resultar em violência processual, quando preconceitos e ideias pré-concebidas interferem na forma como mulheres são ouvidas, acolhidas e avaliadas pelo sistema de Justiça.
Ela destacou que é preciso evitar perguntas e conclusões que responsabilizem a vítima pela violência sofrida ou coloquem em dúvida sua credibilidade. “Não adianta essa mulher ser vítima em casa e, quando chega ao Fórum, sofrer um outro tipo de violência praticada pelo próprio poder público. Ela precisa encontrar acolhimento, não julgamento”, comentou.
Ao abordar a evolução histórica dos direitos das mulheres, Ana Graziela lembrou que muitos padrões sociais foram construídos ao longo dos séculos e ainda se refletem nas relações familiares e nas decisões judiciais. Por isso, defendeu que magistrados e equipes técnicas utilizem o Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) como instrumento para reduzir vieses e garantir decisões mais justas.
Como mensagem final aos participantes, a magistrada reforçou que empatia e imparcialidade devem orientar a atuação de todos os profissionais que lidam com famílias e mulheres em situação de violência. “Precisamos quebrar os estereótipos de gênero. Um laudo deve ser construído sem julgamentos e baseado na realidade dos fatos. Quem trabalha com essas famílias precisa compreender o contexto em que elas vivem e atuar com empatia para evitar novas formas de violência”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

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Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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