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Secretaria de Segurança Pública forma 60 novos policiais penais para atuarem em unidades do interior

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) realizou nesta sexta-feira (21.10) a formatura de 60 policiais penais. A solenidade de entrega dos certificados de conclusão do curso e da carteira profissional ocorreu em solenidade realizada na sede das Promotorias de Justiça do Ministério Público, em Cuiabá.

Os novos servidores estão sendo lotados em unidades do interior.

Durante a cerimônia de formatura, o secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, lembrou que, no início da gestão, em 2019, os policiais penais trabalhavam com déficit de seis mil servidores. Desde então, quatro mil novas vagas foram abertas.

Bustamante também destacou que o governador Mauro Mendes tem investido para uma grande mundança no Sistema Penitenciário, a fim de entregar unidades mais modernas, equipadas e organizadas. “A tendência é que até o final do próximo mandato do governador Mauro Mendes possamos garantir à Mato Grosso o Sistema Penitenciário mais moderno do Brasil”, pontou o secretário.

Os formandos certificados nesta sexta-feira (21) compõem a última turma da lista de 160 candidatos aprovados no concurso realizado pelo Governo do Estado, no final do ano passado. 

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A mais nova policial penal Vanessa Belai Crispin se emocionou durante o evento e lembrou que a formatura representa a realização de um sonho. “Eu estou muito feliz e tenho muita gratidão, me dediquei muito nos estudos e hoje realizar esse sonho é alcançar o sucesso”.

A formação oferecida aos policiais penais, com duração de 60 dias e atividades práticas e teóricas que somam 480 horas, segue a matriz curricular nacional do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), que possui três eixos: direitos humanos, administração penitenciária e por último segurança e disciplina.

O curso é realizado pela Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária (Saap), por meio da Coordenadoria de Ensino e Aperfeiçoamento do Servidor Penitenciário e a Academia de Polícia Penal do Estado de Mato Grosso (Acadepolp).

Fonte: GOV MT

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MPMT participa de lançamento de Rede Nacional de Observatórios

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O Observatório Caliandra, do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), participou do Lançamento da Rede Nacional de Observatórios das Mulheres e do II Encontro Nacional de Observatórios das Mulheres, realizados nos dias 1º e 2 de julho, na Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), em Brasília (DF). O evento reuniu representantes de observatórios, universidades, centros de pesquisa, instituições públicas, fundações, organizações da sociedade civil e movimentos sociais para discutir estratégias de fortalecimento da produção e do uso de dados na formulação de políticas públicas para as mulheres.Representando o MPMT, a promotora de Justiça Claire Vogel Dutra, coordenadora do Observatório Caliandra, integrou a mesa temática “Estratégias para Expansão da Rede de Observatórios”, na qual apresentou a experiência de Mato Grosso na implantação e consolidação do Observatório. Durante o painel, destacou as principais boas práticas desenvolvidas pela instituição, especialmente a articulação interinstitucional para qualificar a produção de dados e a disponibilização de informações por meio de painéis públicos que ampliam a transparência das estatísticas sobre feminicídios e outras formas de violência contra as mulheres, além de um Quiz que sinaliza comportamentos abusivos, canais de denúncias e serviços. A promotora destacou que a criação do Observatório Caliandra surgiu de uma necessidade interna de reunir informações dispersas e transformá-las em conhecimento capaz de subsidiar políticas públicas e ampliar o controle social sobre a violência de gênero.“O Observatório surgiu da necessidade de concentrar os dados sobre feminicídios e dar transparência a essa violência para toda a sociedade. Esse também é um desafio da Rede Nacional. No início, enfrentamos dificuldades que foram superadas por meio de parcerias institucionais. Formalizamos termos de cooperação com a Secretaria de Estado de Segurança Pública e com a Polícia Civil para garantir acesso às bases de dados e estamos em tratativas com a Federação das Indústrias de Mato Grosso para incorporar informações sobre qualificação profissional e vagas de emprego. Essa integração é essencial para a sustentabilidade dos observatórios e para o fortalecimento das políticas públicas”, afirmou Claire Vogel Dutra.A mesa foi mediada pela coordenadora do Observatório da Mulher contra a Violência do Senado Federal, Maria Tereza Firmino Prado Mouro, e contou com representantes do Observatório da Mulher de Teresina, do OBSERVA Minas, do Observatório de Gênero e Diversidade na América Latina (UNILA) e do Observatório da Mulher Piauiense.Na abertura dos debates, Maria Tereza destacou que a constituição da Rede Nacional representa um passo importante para fortalecer a atuação dos observatórios em todo o país.“Este é um momento para conhecermos de perto os observatórios, promover o alinhamento dos trabalhos e fortalecer essas iniciativas para que sejam sustentáveis e cumpram seu papel de produzir conhecimento e subsidiar políticas públicas para as mulheres”, ressaltou.A Rede Nacional de Observatórios das Mulheres tem como objetivo fortalecer a cooperação entre instituições que produzem e analisam dados sobre a realidade das mulheres brasileiras, promovendo o intercâmbio de metodologias, experiências e informações. A iniciativa busca qualificar a produção de conhecimento, ampliar a transparência das informações e subsidiar a formulação, o monitoramento e a avaliação de políticas públicas voltadas à prevenção e ao enfrentamento das violências de gênero e à promoção da igualdade.Atualmente integram a rede 75 observatórios distribuídos em 17 unidades da federação. A participação do Observatório Caliandra no encontro nacional reafirma o protagonismo do Ministério Público de Mato Grosso na produção de dados qualificados sobre violência contra as mulheres e no desenvolvimento de ferramentas que fortalecem a transparência, ofertas de serviços, canais de denúncias, controle social e a formulação de políticas públicas baseadas em evidências.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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