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TJMT apresenta projetos de sustentabilidade a tribunais de Santa Catarina, Piauí e Rio de Janeiro

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Print de tela que mostra quatro mulheres e um homem participando de uma videoconferência. Eles são servidores do setor de Sustentabilidade do TJMT, TJ de Santa Catarina e Tribunal Regional Federal da 2ª Região.A variedade de ações realizadas pelo Poder Judiciário de Mato Grosso no âmbito da sustentabilidade tem chamado a atenção de outros tribunais Brasil afora por sua governança e possibilidade de aplicação em órgãos distintos. Na última segunda-feira (10), a equipe do Núcleo de Sustentabilidade do Tribunal mato-grossense, coordenado pelo desembargador Rodrigo Curvo, realizou videoconferências com representantes dos Tribunais de Justiça do Piauí e de Santa Catarina e do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), para apresentar projetos como CompensaJud, PLS Comarcas e Calculadora Itinerante.

“No mês de outubro, nós participamos da 1ª Semana Nacional de Sustentabilidade, sediada pelo TRT 13, em João Pessoa, onde tivemos a oportunidade de apresentar nosso trabalho para representantes de tribunais de todo o país. E, depois disso, fomos procurados por alguns tribunais interessados em conhecer mais dos nossos projetos institucionais na área de sustentabilidade”, relata a gestora geral do Núcleo de Sustentabilidade do Judiciário de Mato Grosso, Jaqueline Schoffen.

Conforme a gestora, foram realizadas duas reuniões on-line. A primeira com representantes do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí (TJPI). “O interesse deles era conhecer o projeto PLS Comarcas e a nossa Calculadora Itinerante de gases de efeito estufa. Eles acharam muito interessante essa calculadora e quiseram conhecer como foi a sua construção e como é a utilização pelo TJ”, conta Jaqueline.

A segunda videoconferência integrou representantes do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) e do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), que conheceram mais sobre o PLS Comarcas e o CompensaJud.

De acordo com Helen Petry, secretária da Comissão de Gestão Socioambiental do TJSC, o objetivo em conhecer as boas práticas do TJMT (PLS Comarcas e CompensaJud) foi o aprimoramento do Programa Justiça Carbono Zero e avançar na aplicação do Plano de Logística Sustentável nas comarcas daquele estado. “O PLS Comarcas nos chamou atenção pela integração com diversos outros programas internos e pela interação efetiva com as comarcas, além do uso de painéis de BI para monitoramento, permitindo a gestão baseada em dados”, disse.

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Já em relação ao CompensaJud, a representante do TJ catarinense avalia que “se mostrou um exemplo de compensação ambiental estruturada e com finalidade social bem definida, com plantio de áreas verdes e monitoramento técnico para neutralizar emissões”.

Helen Petry destaca ainda que as iniciativas do TJMT são inovadoras e alinhadas às diretrizes do CNJ, reforçando a importância da integração entre tribunais para fortalecer a sustentabilidade no Judiciário. “Parabenizamos o Núcleo de Sustentabilidade do TJMT pelas práticas exemplares, e agradecemos pela receptividade e pelo compromisso em disseminar boas práticas que inspiram todo o sistema de justiça”, elogiou.

Coordenadora de Projetos, Gestão por Processos, Gestão Socioambiental e Acessibilidade do TRF2, Cláudia Coutinho Gomes conta que o interesse em conhecer mais sobre o projeto CompensaJud e Programa Verde Novo surgiu após assistir à apresentação do TJMT na 1ª Semana Nacional de Sustentabilidade.

“Busquei conhecê-los melhor para avaliar a aderência e possibilidades de adaptação à realidade do nosso tribunal, inclusive em sinergia com o nosso PLS. Após a reunião, percebi iniciativas bem estruturadas, com governança clara, métricas de resultado e alto potencial de replicabilidade. Parabéns à equipe de sustentabilidade, em especial à Jaqueline!”, comentou Cláudia Gomes.

Compensa Jud – Vinculado ao programa nacional Justiça Carbono Zero do CNJ, o Compensa Jud tem como objetivo compensar as emissões de gases de efeito estufa geradas pelas atividades do Poder Judiciário com a criação de áreas verdes em espaços institucionais em todo o estado.

PLS Comarcas – Instituída no início deste ano, a iniciativa visa fortalecer a gestão do Plano de Logística Sustentável (PLS) em todas as unidades judiciais do estado, por meio da adoção de uma metodologia que contempla quatro etapas: apresentação dos indicadores socioambientais monitorados às comarcas (consumo de energia elétrica e água, uso de papel, quantidade de impressoras, consumo de copos descartáveis, frota de veículos etc.); elaboração e implementação de planos locais de ação; treinamentos direcionados a servidores e colaboradores terceirizados, com foco nos temas objeto de monitoramento, e, por último, o monitoramento contínuo dos indicadores socioambientais.

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Calculadora Itinerante – Com a Calculadora Itinerante de Compensação de Gases de Efeito Estufa do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) é possível calcular a quantidade de carbono gerado por cada pessoa. Ela foi lançada pelo Núcleo de Sustentabilidade do Judiciário de Mato Grosso em setembro deste ano, durante o 10º Encontro de Sustentabilidade e o 2º Seminário de Mudanças Climáticas.

A iniciativa é uma forma de conscientizar o cidadão sobre os impactos de suas ações no meio ambiente, fazendo com que, a partir das informações fornecidas pelo cálculo, o indivíduo reflita sobre suas escolhas rotineiras.

Além de mostrar o cálculo diário, semanal, mensal e anual dos itens transporte, energia, alimentação, resíduos e viagens, o dispositivo descreve atividades que podem ser adotadas para que o cidadão compense sua emissão. Junto com a calculadora itinerante, que percorre eventos de grande circulação, a ação conta com a reprodução de vídeo sobre processo de descarbonização e ainda com um servidor do Núcleo de Sustentabilidade prestando orientações. O TJMT também disponibiliza a opção virtual para realização do cálculo. Basta clicar neste link.

Autor: Celly Silva

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Política de educação artística da Seduc se consolida na Rede Estadual e transforma rotina de alunos em MT

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Mais de 53% das 630 escolas da Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso já desenvolvem ações do Projeto Educarte, da Secretaria de Estado de Educação (Seduc). O avanço se reflete no tamanho da rede atendida. Em 2025, eram 200 unidades. Agora, são 335 escolas com atividades em andamento. A meta é alcançar 400 unidades ainda em 2026.

O crescimento dá dimensão a uma política adotada pela Seduc: manter investimento contínuo em um projeto que amplia o tempo, o repertório e a presença do estudante na escola.

Desde 2019, o Educarte vem abrindo espaço para oficinas e práticas no contraturno escolar, levando os alunos para além da rotina da sala de aula tradicional, com experiências ligadas à arte, à música, ao teatro, à dança, às artes visuais, à comunicação, às bandas e às fanfarras.

Na escola, esse movimento ganha forma, por exemplo, em um ensaio de fanfarra no fim da tarde, em uma roda de teatro montada depois da última aula, em um estudante que volta no contraturno para pintar, cantar, dançar ou aprender a falar em público. É nesse espaço, fora da grade comum, que o projeto foi se firmando como parte da política educacional da rede.

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Oferecido como disciplina optativa, o Educarte organiza ações artístico-pedagógicas nas próprias unidades escolares. A proposta é interdisciplinar, mas o efeito evidencia-se no cotidiano: mais tempo de vínculo com a escola, mais circulação de linguagens, mais oportunidades para que o estudante descubra habilidades, encontre um lugar e siga aprendendo.

Um dos exemplos mais visíveis desse alcance foi o Festival Educarte – Conectando Talentos, realizado em 2024 e 2025. Na edição do ano passado, 56 projetos estudantis foram selecionados em cinco eixos — Música, Fanfarra, Dança, Teatro e Artes Visuais —, com premiação total de R$ 30 mil.

O festival ajudou a dar visibilidade ao que já vinha sendo construído nas escolas e mostrou que o projeto não se resume à atividade complementar: passou a ocupar espaço na vida escolar e na agenda da educação pública estadual.

Segundo a secretária de Estado de Educação, Flavia Emanuelle, a expansão do Educarte acompanha uma linha de trabalho que a Seduc vem sustentando desde a implantação da iniciativa, e os resultados têm sido percebidos ao longo da trajetória dos estudantes na Educação Básica.

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“Temos verificado que os estudantes matriculados no Educarte têm apresentado bons resultados ao longo da trajetória na Educação Básica desde a implantação do projeto”, diz.

Para a secretária, o alcance do programa não está apenas na participação dos alunos nas oficinas, mas também no reflexo que esse percurso pode produzir na própria aprendizagem.

“Quando a escola oferece ao estudante outras possibilidades de aprendizado, ele apresenta melhor desempenho em sala de aula. O Educarte respeita a fase e a modalidade em que cada aluno está inserido, mas trabalha para que esse desenvolvimento seja concreto na proficiência e na trajetória escolar”, completa.

Flavia Emanuelle reforça que, ao ampliar o número de escolas atendidas, a Seduc reforça o Educarte como uma política que ganhou corpo na rede. “O projeto cresceu porque houve a decisão de mantê-lo vivo, ampliar o alcance e transformar o contraturno em tempo de formação. Hoje, esse investimento já chega a mais da metade das escolas estaduais de Mato Grosso”, pontua.

Fonte: Governo MT – MT

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