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TJMT publica novo resultado final do concurso para juiz substituto

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Foi publicado no Diário da Justiça Eletrônico (DJE) do dia 22 de dezembro o novo resultado final do Concurso Público de Provas e Títulos para ingresso na carreira da Magistratura de Mato Grosso, no cargo inicial de juiz substituto do Tribunal de Justiça do Estado.

A publicação do Edital nº 01/2024 torna público ainda o novo resultado definitivo da perícia médica com a lista dos aprovados de pessoas com deficiência, em razão de decisão liminar proferida pelo Conselho Nacional de Justiça, no âmbito do Procedimento de Controle Administrativo (PCA) nº 0009092-55.2025.2.00.0000. A atualização segue as disposições da Resolução nº 75/2009 do CNJ e demais normativos aplicáveis à magistratura nacional.

A seleção representa uma das etapas mais relevantes para o fortalecimento do Poder Judiciário mato-grossense, garantindo a reposição e a ampliação do quadro de magistrados, com impacto direto na celeridade e na qualidade da prestação jurisdicional à sociedade.

O concurso é conduzido pela comissão instituída pela Portaria nº 761/2024 (atualizada pela Portaria nº 1.579/2025), sob a presidência da desembargadora Clarice Claudino da Silva.

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A magistrada destacou a seriedade, a transparência e o compromisso institucional que marcaram todas as etapas do concurso da magistratura, ressaltando a condução técnica e responsável dos trabalhos pela banca examinadora.

“Foi um processo conduzido com absoluto rigor, seriedade e respeito aos candidatos, marcado pela lisura e pela transparência, inclusive com a transmissão ao vivo das arguições pelo YouTube do Tribunal de Justiça, o que permitiu o acompanhamento público de cada etapa. Esse cuidado amplia a confiança da sociedade e demonstra o compromisso do Judiciário com uma seleção técnica, ética e acessível.”

Com a divulgação do novo resultado final, o certame consolida um processo marcado por rigor técnico, transparência e observância às normas nacionais que regem o ingresso na carreira da Magistratura. As informações completas sobre o resultado estão disponíveis no Diário da Justiça Eletrônico do TJMT e no portal institucional.

A lista de aprovados está disponível aqui.

Autor: Ana Assumpção

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Presidente do TJMT manifesta solidariedade à família de juíza do Rio Grande do Sul

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“O respeito à dignidade humana deve prevalecer em qualquer debate público, inclusive quando se trata de instituições. A crítica é legítima e necessária em uma sociedade democrática, mas ela não pode ultrapassar os limites da sensibilidade e do respeito à memória de uma jovem magistrada que teve sua trajetória interrompida de forma tão precoce. Transformar um momento de dor em instrumento de provocação causa indignação e aprofunda o sofrimento de familiares, amigos e colegas de profissão. É preciso preservar a humanidade acima de qualquer divergência”, afirmou o presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, ao endossar o posicionamento do Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE).
O Conselho de Presidentes dos Tribunais de Justiça do Brasil (CONSEPRE) vem a público para manifestar irrestrita solidariedade à família da Juíza Mariana Francisco Ferreira, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, falecida na última quarta-feira, aos 34 anos, após coleta de óvulos para realização de reprodução assistida.
Lamenta, profundamente, que a indizível dor da família de Mariana tenha sido agravada em razão da falta de empatia, cuidado e respeito por parte do Jornal Folha de S. Paulo, representada por charge assinada, na edição deste sábado (09/05/2026), por Marília Marz.
O CONSEPRE louva o debate público, o controle social sobre as instituições e as liberdades de expressão e de imprensa, por reputá-las imprescindíveis aos regimes democrático e republicano: nenhuma democracia subsiste sem imprensa livre e sem espaço legítimo para crítica institucional.
Tais pilares, entretanto, não podem ser dissociados dos deveres mínimos de civilidade e respeito à dignidade humana. A crítica institucional jamais pode servir de instrumento para banalizar a morte, ridicularizar a dor humana ou desconsiderar o sofrimento de familiares, amigos e colegas profundamente abalados pela perda de uma vida.
A publicação da Folha de S. Paulo ultrapassa os limites do debate público legítimo ao recorrer a uma representação que, além de desrespeitosa, contribui para a crescente desumanização da magistratura brasileira, tratando com insensibilidade um momento de luto e consternação.
Torna-se, ainda, mais grave ao atingir a imagem de uma mulher magistrada recém-falecida, reproduzindo simbolicamente práticas de violência de gênero, incompatíveis com os avanços institucionais e sociais voltados à proteção da dignidade da mulher e ao enfrentamento de toda forma de violência ou discriminação.
Diante disso, o CONSEPRE reafirma sua solidariedade à família de Mariana e a toda a magistratura gaúcha, e espera que a degradação do debate público não persista em romper limites éticos de humanidade e respeito.

Autor: Flávia Borges

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Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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