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TRE-MT homenageia juízes eleitorais por iniciativas de aumento biométrico

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O pleno do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) decidiu, por unanimidade, nesta quarta-feira (11.06), entregar Moção de Aplausos para a juíza da 25º Zona Eleitoral e o juiz da 8º Zona Eleitoral. A proposta foi feita pelo vice-presidente do TRE-MT, desembargador Marcos Machado, em reconhecimento à juízes que promoveram ações para aumento da biometria. 

A decisão ressaltou a atuação da 25º Zona Eleitoral, sediada em Pontes e Lacerda e conduzida pela juíza eleitoral, Djéssica Giseli Küntzer. A Moção de Aplausos elogia a convocação direta do eleitorado a partir do uso de linguagem simples com objetivo de coletar a biometria. Atualmente, a 25º ZE possui 45.647 eleitores e eleitoras aptas ao voto, desse número 83,7% já possui a biometria cadastrada. Além de Pontes e Lacerda, a zona abrange os municípios de Vila Bela da Santíssima Trindade e Vale de São Domingos.

O outro juiz a ser homenageado, Daniel de Sousa Campos, é responsável pela 8º Zona Eleitoral. Sediada em Alto Araguaia e com o alcance de 95,4% de biometrias cadastradas, a zona possui 22.544 eleitores e eleitoras aptas ao voto. A homenagem reconhece a promoção de ações direcionadas ao aumento no cadastro biométrico da população, com destaque para o município de Ponte Branca, que alcançou 99% de biometrias coletadas.  Além de Alto Araguaia, a zona abrange também os municípios de  Alto Taquari, Araguainha e Ponte Branca. 

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Tomada em votação no plenário, a decisão ocorreu ao final da sessão. Para o desembargador Marcos Machado, essa é uma forma de reconhecer e incentivar mais iniciativas dos Cartórios Eleitorais do estado.  “Precisamos aumentar o número de eleitores com biometria cadastrada e reconhecer esse tipo de iniciativa é um grande passo para valorização do trabalho e fortalecimento do processo democrático no país”, destacou.

O ato também chama atenção para a adoção de iniciativas como essas em outras zonas eleitorais. O desembargador Marcos Machado realçou a importância em elevar o número de biometrias cadastradas no estado. 

Texto por: Maryelle Campos (Supervisão Nara Assis)

#DescriçãodaImagem: A imagem mostra uma pessoa fazendo o seu cadastro biométrico. 

Fonte: TRE – MT

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MP ajuíza medida para proteger criança contra exposição indevida

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A Promotoria de Justiça de Colniza (a 1.065 km de Cuiabá) ajuizou, nesta quarta-feira (12), uma medida de proteção em favor de uma criança residente no município que vem sendo exposta indevidamente nas redes sociais por meio da divulgação de vídeos contendo seu relato sobre supostos abusos sofridos. A atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) foi motivada pela ampla circulação de gravações nas quais a vítima aparece narrando fatos que já são objeto de investigação criminal e de ação penal em tramitação no Poder Judiciário.Diante da repercussão do caso e da exposição da criança, o MPMT adotou providências para garantir a preservação de seus direitos fundamentais, especialmente a dignidade, a integridade psicológica, a privacidade e a proteção da imagem.Na ação, o Ministério Público requereu a adoção de medidas urgentes voltadas à proteção integral da vítima, entre elas a proibição de novas divulgações de fotos, vídeos ou relatos que possam possibilitar sua identificação, bem como a remoção imediata dos conteúdos já publicados em redes sociais e plataformas digitais. Também foi solicitado que o Conselho Tutelar realize diligências para avaliar as condições de proteção e cuidado oferecidas à criança no ambiente familiar.Além disso, o MPMT pediu o acompanhamento psicológico e assistencial da criança e de seus familiares, a realização de estudo psicossocial por equipe técnica do Poder Judiciário e, de forma excepcional, a possibilidade de acolhimento institucional caso seja constatada situação de risco grave ou insuficiência da rede familiar de proteção. As medidas têm como finalidade resguardar a integridade física, emocional e psicológica da vítima e evitar sua revitimização.De acordo com o promotor de Justiça Bruno Barros Pereira, é importante esclarecer que os fatos divulgados não se referem a uma denúncia recente. O caso teve início em 2023, quando a criança foi ouvida por meio do procedimento de escuta especializada. Em 2025, foi instaurado inquérito policial para apuração dos fatos, posteriormente concluído e encaminhado ao Ministério Público. Após a conclusão da investigação policial, em março de 2026, o MPMT ofereceu denúncia criminal, que foi recebida pela Justiça e segue em regular tramitação.“O Ministério Público entende que a divulgação pública de vídeos e relatos envolvendo crianças e adolescentes vítimas de violência pode causar revitimização e graves prejuízos emocionais, sobretudo quando expõe sua identidade e detalhes de situações traumáticas”, ressaltou o promotor de Justiça.

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Foto: Imagem ilustrativa | Magnific.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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