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União de cores e esperança: a jornada de solidariedade contra o câncer e outras doenças

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O mês de fevereiro não é somente o mês que lembra o Carnaval, mas também é um mês conhecido como o “mês laranja”, que marca a importância da doação de medula óssea e também a conscientização da prevenção da leucemia, um tipo de câncer no sangue.

Ela pode afetar pessoas de qualquer idade, e é a neoplasia mais comum entre as crianças. A doença pode ser pré-diagnosticada até mesmo em um exame de sangue, no qual podem se constatar possíveis alterações suspeitas para o diagnóstico.

Para se tornar um doador e ajudar as pessoas que precisam de doação de medula, é necessário estar cadastrado no Registro Brasileiro de Doadores Voluntários de Medula Óssea, o REDOME, que é o banco nacional que reúne pessoas dispostas a fazer a doação.

Em Mato Grosso, o MT-Hemocentro é responsável pela captação de sangue, de onde também são retirados insumos que auxiliam pacientes em tratamento de leucemia e outros tipos de doenças, como o plasma e as plaquetas. Além disso, o MT-Hemocentro é a porta de entrada dos doadores voluntários de medula, sendo ele que faz a ponte entre o Instituto Nacional de Câncer – INCA.

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Neste exato momento, alguém deve estar lendo este artigo e questionando por que estou falando deste assunto, já que não sou da área da saúde. Mas desde que tive problemas de saúde com um transplante de rim, e que tive a bênção de ter meu esposo como doador; e o câncer de pâncreas, que levei um tempo para descobrir, e depois disso passei de pré-diabética para diabética, sinto a responsabilidade de falar sobre saúde. Lembrando que não sou especialista em nada, apenas uma curiosa que já passou por algumas dificuldades e ainda vive com algumas limitações.

Então, com este artigo, quero chamar a atenção da população mato-grossense sobre os sinais da leucemia. Isso envolve não apenas informar sobre os sintomas e formas de prevenção, mas também incentivar a doação de sangue e o cadastro voluntário de medula óssea, fundamentais para o tratamento dessa doença e outras que são tratadas por meio desse ato de solidariedade.

Agora, voltando ao Carnaval, para quem vai participar, procure antes os pontos de captação de sangue mais próximos. Aqui na capital, o MT-Hemocentro atende de segunda a sexta-feira das 07h30 às 17h30 e aos sábados das 07h30 às 11h15.

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E por último, quero lembrar que o mês de fevereiro também é conhecido como o “mês roxo”, com a conscientização das doenças: Alzheimer, Lúpus e Fibromialgia. Neste mês colorido com as cores laranja e roxo, vamos nos unir em prol da conscientização e ajudar pessoas a superar essas doenças com empatia, solidariedade e esperança. A nossa união pode fazer a diferença na vida daqueles que lutam contra essas doenças.

Virginia Mendes é economista e primeira-dama de MT.

Fonte: Governo MT – MT

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TAC garante encerramento de lixão e recuperação ambiental

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O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Querência, firmou Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), no dia 31 de agosto, com o Município para garantir uma solução definitiva para a gestão dos resíduos sólidos urbanos, o encerramento do antigo lixão municipal e a recuperação ambiental da área degradada.A atuação ministerial teve início em 2013, quando foi instaurado inquérito civil para apurar irregularidades no gerenciamento e na destinação final dos resíduos sólidos no município. Naquele mesmo ano, vistoria realizada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) constatou a disposição inadequada de resíduos em lixão a céu aberto, sem impermeabilização do solo, com infiltração de chorume, ocorrência de queimadas e presença de catadores no local.Mesmo após diversas tentativas de resolução extrajudicial, a situação persistiu. Diante disso, o Ministério Público ingressou, em 2020, com uma ação civil pública visando interromper a disposição irregular dos resíduos, assegurar a destinação ambientalmente adequada e promover a recuperação da área degradada.Nos últimos anos, o município passou a encaminhar os resíduos sólidos urbanos para um aterro sanitário licenciado localizado em Água Boa, medida que representou um importante avanço na política de gestão de resíduos. Contudo, segundo o MPMT, a mudança da destinação final não elimina os passivos ambientais acumulados ao longo de décadas de utilização do lixão, tornando necessárias ações para o encerramento técnico da área e sua recuperação ambiental.Foi nesse contexto que o Ministério Público e o Município construíram uma solução consensual voltada à reorganização da política municipal de resíduos sólidos. O TAC estabelece obrigações específicas, responsáveis, cronograma de execução, mecanismos de fiscalização e prazos para a implementação das medidas.Entre as ações previstas estão o encerramento definitivo do lixão, a elaboração de diagnóstico ambiental e do Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD), a regularização e o licenciamento da estrutura de transbordo dos resíduos, a manutenção da destinação final em aterro sanitário licenciado, o fortalecimento da coleta seletiva, a inclusão socioprodutiva dos catadores, o desenvolvimento de ações de logística reversa e a avaliação da sustentabilidade econômico-financeira dos serviços de limpeza urbana.O acordo também prevê a criação de um grupo de trabalho multidisciplinar para coordenar e acompanhar a execução das medidas, além do cumprimento de etapas condicionadas aos processos de licenciamento e aprovação ambiental.Para garantir a efetividade do TAC, a 1ª Promotoria de Justiça instaurou procedimento administrativo específico para monitorar o cumprimento das obrigações assumidas. Também foi elaborado um controle detalhado dos prazos, que será compartilhado com o Município e com o Conselho Municipal de Meio Ambiente para acompanhamento e fiscalização das ações.Segundo a promotora de Justiça Daniela Moreira Augusto, o objetivo é solucionar de forma definitiva um problema ambiental que se arrasta há mais de uma década.“O TAC foi construído para ser efetivamente cumprido. Não se trata apenas de encerrar um processo ou de impedir o descarte de resíduos em determinado local. O encerramento de um lixão exige uma série de medidas, como a recuperação da área degradada, a mitigação dos passivos ambientais e a estruturação adequada do sistema de transbordo. Por isso, optamos por um acordo estrutural, com obrigações concretas, responsáveis definidos, prazos estabelecidos e acompanhamento permanente”, destacou.O cumprimento das obrigações será fiscalizado pelo Ministério Público, com participação do Conselho Municipal de Meio Ambiente. O TAC prevê ainda a apresentação de relatórios bimestrais de acompanhamento e estabelece multa diária em caso de descumprimento injustificado, sem prejuízo da adoção das medidas judiciais e extrajudiciais cabíveis.Com a formalização do acordo, o MPMT busca assegurar a execução de ações concretas para o encerramento definitivo do lixão, a recuperação ambiental da área degradada e a consolidação de um sistema municipal de manejo de resíduos sólidos ambientalmente adequado, sustentável e alinhado à legislação vigente.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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