POLÍCIA
Foragido da Justiça há mais de 25 anos é preso em operação conjunta das Polícias Civis de MT e TO
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Assessoria/Polícia Civil-MT
Um homem que estava foragido há mais de 25 anos por furto de gado teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, na terça-feira (22.02), na Operação Ámon, deflagrada em trabalho conjunto da Núcleo de Inteligência da Regional de Confresa com apoio da 66ª Delegacia de Polícia Civil de Miranorte, Tocantins.
O suspeito de 62 anos estava com a ordem de prisão decretada pela Comarca de São Félix do Araguaia pelo envolvimento no furto de 30 cabeças de gado, ocorrido no ano de 1998.
A prisão do foragido ocorreu após investigações realizadas pelo Núcleo de Inteligência Regional de Confresa para cumprimento de mandado de prisão de foragidos da justiça. Com informações sobre o paradeiro do foragido, os policiais entraram em contato com a Polícia Civil de Tocantins para localização do suspeito, que teve o mandado de prisão cumprido na cidade de Miranorte.
O preso está detido na Cadeia Pública de Miracema, porém será transferido para o Estado do Mato Grosso onde estará à disposição da justiça.
Operação Ámon é um nome com origem no grego Ámmon ou Hámmon, que quer dizer “o oculto, “o escondido”.
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Polícia Civil, Crefito-9 e Vigilância Sanitária flagram falso terapeuta ocupacional que atende crianças em Cuiabá
A Polícia Civil, o Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 9ª Região (Crefito-9) e a Vigilância Sanitária Municipal de Cuiabá realizaram, na manhã dessa quinta-feira (18.06), uma ação conjunta de fiscalização, que constatou o exercício ilegal da profissão de um terapeuta ocupacional em uma clínica localizada no bairro Altos do Coxipó, em Cuiabá.
A fiscalização foi desencadeada após o Crefito-9 receber uma denúncia informando que um homem, de 54 anos, estaria se apresentando como terapeuta ocupacional e realizando atendimentos, principalmente de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA), sem possuir formação ou habilitação legal para o exercício da profissão.
A Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor foi acionada e, durante as diligências, a equipe da Decon e fiscais do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional verificaram que o suspeito não possui registro profissional nem formação compatível com a atividade exercida. Segundo os levantamentos iniciais, ele realizava atendimentos em uma clínica improvisada instalada em imóvel residencial, divulgando e oferecendo serviços típicos da terapia ocupacional.
Além das irregularidades relacionadas ao exercício profissional, a Vigilância Sanitária Municipal constatou que o estabelecimento funcionava sem Alvará Sanitário e sem outras autorizações obrigatórias para o exercício da atividade, tendo sido lavrado termo de notificação para regularização. Os fiscais também identificaram indícios de que o local não possuía estrutura adequada para o atendimento especializado de pacientes, especialmente crianças.
No decorrer da fiscalização, foram encontrados documentos relacionados aos atendimentos realizados. Entre eles, uma nota fiscal emitida pela prestação de serviços de terapia ocupacional no valor de R$ 15.360.
Outro aspecto que chamou a atenção das equipes foi a suspeita de que parte dos atendimentos pudesse estar relacionada a pacientes beneficiados por decisões judiciais que determinam ao Poder Público o custeio de tratamentos especializados. A hipótese será apurada pela Polícia Civil no decorrer das investigações.
O delegado titular da Decon, Rogério Ferreira, destacou que a atuação integrada dos órgãos de fiscalização é fundamental para proteger consumidores e pacientes, especialmente crianças em situação de vulnerabilidade.
“Estamos tratando de uma atividade que exige formação específica, capacitação técnica e registro profissional. Quando alguém se apresenta falsamente como profissional da saúde, além de colocar em risco a segurança dos pacientes, compromete a confiança da população nos serviços especializados”, ressaltou.
A Polícia Civil instaurou procedimento policial para apurar a prática de exercício ilegal da profissão, bem como eventual crime contra a fé pública, uso de documento falso ou outras infrações que venham a ser identificadas durante as investigações.
Fonte: Policia Civil MT – MT

