POLÍCIA
Polícia Civil cumpre sequestro de bens e bloqueio de contas contra grupo investigado por fraudes eletrônicas
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Os mandados foram expedidos pelo Núcleo de Inquéritos Policiais da Capital (NIPO) e entre as ordens judiciais cumpridas na operação estão sequestro de bens, bloqueio de contas bancárias e autorização de uso dos veículos e Jet ski apreendido pelas Forças de Segurança Pública.![]()
As medidas cautelares patrimoniais foram decretadas com base em elementos colhidos na primeira fase da Operação Scam Office, deflagrada no último dia 04 de abril e que resultou na prisão e apreensão de sete pessoas (cinco adultos e dois adolescentes infratores). Os adultos autuados na primeira fase da operação permanecem presos.
O escritório de golpes da associação criminosa estava instalado em um condomínio de apartamentos em Várzea Grande. Com o proveito dos golpes de estelionato eletrônico, os investigados adquiriram bens de alto valor agregado, como veículos de luxo, imóveis e joias, além de ostentar o patrimônio adquirido com os crimes em redes sociais.![]()
Durante a operação foram apreendidos veículos e uma moto aquática dos investigados e adquiridos com o dinheiro do crime. Com o avanço da investigação e conclusão do Inquérito Policial, houve oferecimento da denúncia (ação penal) pelo Ministério Público.
Com foco no ressarcimento das várias vítimas identificadas, bem como a descapitalização da associação criminosa investigada, a Polícia Civil representou pelas medidas cautelares de natureza patrimonial, cujos pedidos foram acolhidos pelo Ministério Público Estadual e pela Justiça.
“As medidas cautelares patrimoniais requeridas e deferidas estão em consonância com o combate efetivo às associações e organizações criminosas, objetivando não apenas o ressarcimento das várias vítimas, mas também a descapitalização desses grupos criminosos, para evitar a continuidade delitiva”, disse o delegado responsável pelas investigações Marcelo Torhacs.![]()
A delegada titular da Delegacia de Estelionato, Eliane Moraes, ressaltou que a especializada está atenta às associações criminosas sediadas nesta capital e região metropolitana. “Os trabalhos continuarão firmes no combate a esses grupos, realizando suas prisões e sequestro cautelar de bens, com o objetivo de cessar seus comportamentos delitivos”, destacou.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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Polícia Civil MT deflagra operação e atinge núcleo de facção criminosa em Rondonópolis
A Polícia Civil de Mato Grosso, deflagrou nesta sexta-feira (26.6), a Operação Fragmentação, para cumprimento de 30 mandados judiciais contra uma célula de uma facção criminosa estruturada e agindo em diversos bairros de Rondonópolis.
A investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis, resultou na decretação das medidas cautelares, entre prisões e de buscas e apreensões, deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 Juiz de Garantias – Polo Rondonópolis.
Foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão e cinco mandados de prisão preventiva, em Rondonópolis (MT) e nas cidades de Goiânia e Mineiros (ambas em Goiás).
Apuração
A Derf de Rondonópolis identificou um grupo que mantinha organização interna hierarquizada, divisão de funções e controle permanente sobre atividades ilícitas na região do Jardim Iguaçu e bairros adjacentes.
Os investigados agiam nos crimes de tráfico de drogas, extorsões, ocultação e movimentação de valores provenientes das ações ilícitas, além de outras práticas criminosas.
Conforme o delegado Dyulriman Pinto de Andrade Filho, os indícios apontaram que a estrutura local era composta por integrantes com atribuições específicas. As funções incluíam a administração cotidiana do controle de pontos de venda, a interlocução com estabelecimentos comerciais e o gerenciamento da arrecadação de valores destinados à organização.
Os policiais civis da Derf de Rondonópolis também conseguiram identificar os indivíduos responsáveis por fiscalizar o cumprimento das regras internas, apurar desvios de valores e deliberar sobre punições impostas aos membros que descumprissem determinações do grupo (prática utilizada para manter a coesão e a submissão dos integrantes à hierarquia criminosa).
Durante a investigação, foram descobertos registros e anotações de arrecadação contendo informações sobre integrantes cadastrados, valores de contribuições mensais, pontos de venda de drogas e estabelecimentos submetidos a cobranças.
Segundo as apurações, parte dos valores era recolhida dos próprios integrantes da facção, enquanto outra parcela decorria de cobranças impostas a comerciantes, motoristas, imóveis, veículos e pontos de comércio instalados em áreas de influência do grupo.
“Foi identificada a cobrança de valores relacionados às mensalidades pagas pelos integrantes vinculados ao grupo, com registros de inadimplência e discussões sobre providências contra aqueles que deixavam de repassar os valores exigidos”, destacou o delegado Dyulriman.
Todo material apreendido nesta sexta-feira (27), será submetido para análise pericial e corroborar com as investigações que prosseguem visando aprofundar a identificação dos envolvidos, individualizar condutas, localizar ativos e apurar outras ramificações do grupo criminoso.
Nome da Operação
A palavra “Fragmentação” faz referência à estratégia de atingir, simultaneamente, diferentes núcleos de funcionamento da facção: comando, gerenciamento, disciplina, arrecadação, comunicação e apoio operacional, buscando enfraquecer sua estrutura e reduzir sua capacidade de influência em áreas do município.
Integração
A operação da Derf de Rondonópolis contou com apoio das equipes de todas as unidades policiais da Regional de Rondonópolis (Alto Araguaia, Alto Taquari, Guiratinga, Itiquira, Jaciara, Juscimeira e Pedra Preta), da Coordenadoria de Operações e Recursos Especiais (Core), da Diretoria de Inteligência, e da Polícia Civil do Estado de Goiás.
Fonte: Policia Civil MT – MT


