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Deputado Claudinei comemora destinação de recursos para hospitais filantrópicos

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Deputado Delegado Claudinei havia solicitado informações do governo estadual sobre os atrasos nos repasses

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Após o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) ter encaminhado ofício à Secretaria de Saúde de Mato Grosso (SES), no final de janeiro, para compreender o motivo da Lei de n.° 11.487/2021 não estar sendo cumprida, o governo de Mato Grosso anunciou o repasse de R$  21,5 milhões, na última quarta-feira (8), a serem distribuídas para 11 instituições filantrópicas. A matéria estabelece 80% do repasse de incentivos fiscais ao Fundo Estadual de Saúde (FES).

“Até que enfim! A nossa Lei de n.° 11.487/2021 começa a sair do papel e ser executada pelo governo estadual. Esperamos desde julho de 2021 até agora. Como já tinha dito anteriormente, com essa pandemia da covid-19 vindo com força, a necessidade de novos investimentos e de mais leitos de UTI’s por parte dos hospitais filantrópicos, o governo tem que se sensibilizar e não continuar com esses atrasos como fez com o antigo FEEF (Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal)”, comentou o parlamentar.

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Recursos – O valor repassado pelo Governo de Mato Grosso é do período de julho a dezembro de 2021, que gerou o valor acumulado de R$ 21,5 milhões, em que foi distribuído conforme o percentual de direito a cada instituição filantrópica.

“Dessas 11 entidades beneficiadas, uma delas é a Santa Casa de Rondonópolis, que nos pediu esse apoio na articulação com o governo para a liberação dos recursos. Estamos desde 2019, no apoio à essa entidade que atende 19 municípios das regiões sul e sudeste de Mato Grosso. E não podemos cruzar os braços e deixar a saúde esperando. Agora, receberam R$ 4,1 milhões e sei que farão o bom uso deste recurso”, comenta Claudinei.

Também, foram contemplados o Hospital Geral de Cuiabá (R$ 5,2 milhões), Hospital Santa Helena de Cuiabá (R$ 4 milhões), Hospital de Câncer de Mato Grosso (R$ 4 milhões), Instituto Lions da Visão de Cuiabá (R$ 1,4 milhões), Casa de Saúde Paulo de Tarso de Rondonópolis (R$ 432 mil), Hospital Geral de Poconé (R$ 280 mil), Hospital e Maternidade São João Batista de Poxoréu (R$ 352 mil), Hospital São Lucas de Lucas do Rio Verde (R$ 768 mil), Hospital Vale do Guaporé de Pontes e Lacerda (R$ 420 mil) e Hospital Evangélico em Vila Bela da Santíssima Trindade (R$ 273 mil).

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Lei 11.487/2021 – A lei vigente contou com a aprovação de Claudinei juntamente com outros 19 deputados estaduais, com dois votos contrários e duas abstenções, em julho de 2021, sendo sancionada pelo Poder Executivo Estadual, no dia 4 de agosto do mesmo ano.

O repasse das verbas aos hospitais filantrópicos pelo FES poderá ser utilizado para a manutenção de custos hospitalares, aumentos de números de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), entre outros. Com os novos avanços da covid-19 e doenças gripais, o parlamentar avalia que esses recursos serão essenciais para contribuir com as unidades de saúde.

Fonte: ALMT

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AL aprova projeto que agiliza emissão da carteira da fibromialgia em Mato Grosso

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou, em segunda votação, na 20ª Sessão Ordinária desta quarta-feira (15), o Projeto de Lei nº 1995/2025, de autoria do deputado estadual Dr. João (MDB), que altera a Lei nº 12.599/2024 para dar mais agilidade e eficiência à emissão da Carteira de Identificação da Pessoa com Fibromialgia no estado.

A proposta aprovada modifica o artigo 2º da lei em vigor e estabelece, de forma direta, que a Secretaria de Estado de Saúde será a responsável por expedir a carteira, que poderá ser emitida em formato digital e/ou impresso. Com isso, o texto revoga os incisos anteriores e simplifica o procedimento administrativo para a concessão do documento. Segundo a justificativa do projeto, a mudança busca padronizar o processo, reduzir entraves burocráticos e ampliar a acessibilidade para as pessoas diagnosticadas com fibromialgia.

Para Dr. João, a alteração representa um avanço importante porque transforma em medida prática uma política pública já conquistada pelo mandato. O parlamentar é autor da lei que criou a carteira em Mato Grosso e também da legislação que reconheceu direitos das pessoas com fibromialgia no estado.

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“Com a carteirinha, nós poderemos fazer um quantitativo de pessoas que sofrem com essa doença que é invisível para o olho humano, mas que limita a vida de quem tem que conviver com ela. É mais um grande avanço na área da saúde que nós estamos fazendo”, destacou.

Segundo o deputado, a mudança foi proposta justamente para evitar dificuldade na implementação de uma política que nasceu para garantir mais dignidade e reconhecimento a quem convive com a síndrome.

“Nosso objetivo é fazer a lei funcionar de verdade. Não basta criar o direito no papel, é preciso garantir que ele chegue ao cidadão de forma simples, rápida e eficiente. Ao deixar claro que a Secretaria de Estado de Saúde será responsável pela emissão da carteira, nós damos mais segurança, mais organização e tiramos obstáculos de quem já enfrenta uma rotina de dor e limitações”, afirmou Dr. João.

Na justificativa, o deputado sustenta que a centralização da emissão na Secretaria de Estado de Saúde fortalece a confiabilidade das informações, melhora o controle cadastral e oferece mais segurança jurídica e administrativa tanto ao poder público quanto aos beneficiários. O texto também destaca que a emissão digital acompanha a modernização dos serviços públicos e pode reduzir custos operacionais.

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Dr. João tem atuação consolidada na defesa das pessoas com fibromialgia em Mato Grosso. É dele a Lei nº 11.554/2021, que instituiu a política estadual de proteção dos direitos da pessoa com fibromialgia, além da própria Lei nº 12.599/2024, que criou a carteira de identificação no estado.

Com a aprovação em segunda votação, o projeto segue agora para sanção do governador Otaviano Pivetta (Republicanos).

Fonte: ALMT – MT

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