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Faissal pede providências junto a Ager sobre concessionárias

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O deputado estadual Faissal Calil (Cidadania) protocolou nesta terça-feira (27) dois pedidos de providências junto a Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Mato Grosso (Ager). O parlamentar pede melhorias junto a Energisa, por conta de quedas constantes de energia em Santa Cruz do Xingu e melhorias na praça do pedágio da Via Brasil MT-246, em Tangará da Serra.

No documento que trata sobre as quedas de energia em Santa Cruz do Xingu, Faissal atende a solicitação do vereador do município, Fernando Luiz da Costa. Ele relatou que no último dia 17 de setembro houve uma interrupção no fornecimento por parte da Energisa entre as 17h e a 1h20 do dia seguinte, e que pouco depois, no dia 18 de setembro, houve outro apagão, entre as 18h20 e às 3h do dia 19. Os episódios tem sido frequentes, principalmente em dias chuvosos.

Já na solicitação feita referente ao pedágio da MT-246, em Tangará da Serra, Faissal aponta que o serviço de atendimento das praças de pedágios não suporta o fluxo de veículos do local, tendo em vista o não funcionamento de todas as cabines de cobrança por inexistência de funcionários. Ele pede a disponibilização de maior número de pessoal para evitar as enormes filas que tem se formado.

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“Vim na Ager fazer esta reclamação contra a Energisa e a Via Brasil, empresas as quais estamos denunciando há tempos, por conta do serviço precário que oferecem em suas concessões. Os cidadãos de Tangará da Serra e de Santa Cruz do Xingu pagam caro por serviços que não são oferecidos de maneira adequada pelas concessionárias. A Ager precisa tomar uma providência urgente”, afirmou o deputado.

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CPI da Saúde ouve investigada e remarca depoimento de ex-secretário para 2 de setembro

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Na tarde desta quarta-feira (26), a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) realizou mais uma reunião para ouvir depoentes e avançar na apuração de possíveis irregularidades em contratos da Secretaria de Estado de Saúde (SES) firmados durante a pandemia de Covid-19.

A ex-secretária adjunta de Gestão Hospitalar da SES, Carolina Campos, prestou depoimento na condição de investigada. Também foi ouvido, por videoconferência, o ex-diretor do Hospital Regional de Cáceres, Onair Azevedo Nogueira, na condição de testemunha. As duas oitivas ocorreram em sessão reservada.

O depoimento do ex-secretário de Estado de Saúde Gilberto Figueiredo, que não compareceu à sessão, foi reagendado para a próxima quarta-feira (2), às 14h. Segundo a CPI, a convocação foi remarcada após a defesa alegar compromissos.

Carolina Campos afirmou que solicitou que sua oitiva fosse realizada de forma reservada para evitar que o conteúdo do depoimento fosse utilizado no contexto eleitoral. “Minha posição nesse processo sempre foi técnica. Pedi que essa condição fosse respeitada”, disse, em entrevista concedida após a oitiva.

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Carolina destacou ainda que respondeu às 70 perguntas feitas pelos integrantes da comissão e que apresentou documentos e esclarecimentos que, segundo ela, já haviam sido levados anteriormente às autoridades responsáveis pelas investigações no Ministério Público e no judiciário.

A ex-secretária adjunta também declarou que decisões judiciais anteriores já haviam afastado sua participação nas acusações investigadas. Segundo Carolina, ela nunca chegou a ser ré e apresentou provas ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para demonstrar que não tinha envolvimento com as irregularidades apuradas.

Ao ser questionada sobre os contratos sem licitação investigados pela CPI, Carolina afirmou que não era responsável por licitações, compras ou pagamentos dentro da Secretaria de Estado de Saúde. De acordo com seu relato, sua atuação se restringia à gestão dos hospitais regionais.

Após a oitiva, a comissão informou que as respostas serão analisadas pela equipe responsável pelos trabalhos. A CPI investiga denúncias de irregularidades em licitações e contratos da Secretaria de Estado de Saúde realizados entre 2019 e 2023, que resultaram na Operação Espelho, da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso.

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Outro assunto discutido durante a reunião foi a possibilidade de suspensão dos trabalhos da CPI durante o período eleitoral. Um requerimento foi apresentado propondo que as atividades sejam interrompidas até o fim das eleições. A medida ainda não foi submetida à votação e foi encaminhada à Procuradoria da CPI para análise jurídica e elaboração de parecer sobre sua legalidade.

Os trabalhos da CPI da Saúde foram prorrogados por mais 180 dias pelo plenário da Assembleia Legislativa. Instalada em 4 de março, a comissão tinha prazo inicial de 180 dias, com encerramento previsto para 4 de setembro. Com a prorrogação, os trabalhos poderão prosseguir até 4 de março de 2027.

Além de Gilberto Figueiredo, que deverá ser ouvido na próxima quarta-feira, a comissão informou que o secretário Juliano Melo também é esperado para prestar depoimento na mesma data.

A CPI tem como objetivo reunir informações e documentos de investigados e testemunhas para esclarecer as possíveis irregularidades relacionadas aos contratos da Secretaria de Estado de Saúde.

Fonte: ALMT – MT

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