POLITÍCA MT
Wilson Santos destina R$ 3 milhões para fortalecer o ensino e elevar Ideb em escolas de MT
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As unidades educacionais de Rosário Oeste, Chapada dos Guimarães e Nobres serão contempladas com material complementar da coleção “Desafio Educacional – Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica)” para atender as áreas de língua portuguesa e matemática nos anos iniciais do ensino fundamental. O produto será adquirido com emenda parlamentar no valor total de R$ 3 milhões destinados pelo deputado Wilson Santos (PSD), cujo recurso foi liberado pela Secretaria da Casa Civil do Governo de Mato Grosso e confirmado, nesta terça-feira (2), pelo secretário de Estado de Educação (Seduc), Alan Porto.
“Como já tenho experiência como professor, lecionei por muitos anos em salas de aulas. Com isso, sei da importância de oferecer ferramentas de qualidade para a nossa comunidade escolar. O Ideb é um dos principais indicadores da educação no Brasil e precisamos trabalhar para elevar os índices em Mato Grosso. Com esse material, estamos criando condições para que nossas crianças aprendam mais e melhor, principalmente em matemática e português. Investir na educação é investir no futuro do nosso estado”, posicionou o parlamentar.
De acordo com José de Neves Gontijo, prestador de serviço que negociou esse material junto ao deputado, este material é um complemento educacional que ajudará tanto o professor como o aluno para atingir as notas do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) nas disciplinas de matemática e português. “Este é um material híbrido, em que o aluno entra em uma plataforma que será um complemento do que já existe no livro. A plataforma é um método inovador que capacita as pessoas de forma dinâmica, lúdica e desafiadora, em que prende a atenção dos alunos”, explica.
O empresário Chico Galindo elogiou a iniciativa de Wilson Santos de apoiar projetos e fortalecer as políticas educacionais com ênfase na proficiência de aprendizagem. “Tudo que você relaciona com a educação é positivo. Wilson Santos é um professor e entende a importância da educação na vida do cidadão. Ele, como parlamentar, tem condições de melhorar a educação. Isso é a cara dele e parabenizo pelo trabalho e pela responsabilidade de ajudar e preocupar com a formação de nossas crianças com o uso dos equipamentos tecnológicos”, disse.
A coleção “Desafio Educacional – Ideb oferece conteúdo atualizado, atrativo e de qualidade para ser aplicado junto à classe estudantil e permite obter um diagnóstico de desempenho dos alunos e acesso dos professores para selecionarem os conteúdos que mais se alinham com as necessidades das turmas lecionadas.
Fonte: ALMT – MT
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Deputado Diego Guimarães defende plebiscito para moradores decidirem disputa entre Mato Grosso e Pará
O deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos) defendeu a realização de um plebiscito para que moradores das áreas em disputa entre Mato Grosso e Pará decidam oficialmente a qual estado desejam pertencer. O posicionamento foi feito, nesta quarta-feira (27), durante sessão plenária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).
“O que está em jogo não é apenas terra ou arrecadação. Nós estamos falando de brasileiros que precisam da presença do poder público”, afirmou o parlamentar na tribuna.
Durante o discurso, Diego Guimarães criticou a postura do Governo do Pará na discussão que será levada ao Supremo Tribunal Federal (STF) no início de junho, durante audiência de conciliação entre os dois estados. A disputa envolve uma área de aproximadamente 22 mil quilômetros quadrados e voltou à pauta do STF após o Governo de Mato Grosso questionar uma decisão anterior da Corte sobre os limites territoriais entre as duas unidades federativas.
Ao citar declarações da governadora paraense, Hana Ghassan (MDB), de que não abre mão do território, o deputado Diego Guimarães respondeu defendendo que a prioridade seja a população que vive na região de faixa de fronteira. “Façamos um plebiscito para ouvir o povo. Vamos perguntar se eles querem continuar no abandono ou se querem acesso à infraestrutura, educação e assistência que Mato Grosso tem oferecido”, declarou o deputado.
Em entrevista, Diego Guimarães afirmou que a discussão precisa ir além da questão cartográfica e considerar a situação das famílias que vivem nas regiões de fronteira. “Antes de falar de terra, precisamos falar de pessoas”, afirmou.
Segundo o parlamentar, moradores de comunidades paraenses costumam atravessar a fronteira para serem atendidos por serviços públicos em cidades como Guarantã do Norte, Novo Mundo, Alta Floresta, Paranaíta e Apiacás, comprovando que a população local já depende historicamente da estrutura oferecida por Mato Grosso.
“A minha origem é Guarantã do Norte. Eu convivo com essa realidade desde criança e, hoje, como deputado, continuo acompanhando de perto a situação dessas famílias”, declarou. “Meu irmão mora há anos nesta região no Estado do Pará, portanto, conhecemos muito bem a importância de uma conciliação para esta questão”, disse.
Diego Guimarães também relatou que moradores de localidades como Cachoeira da Serra, Castelo dos Sonhos e Vale do XV dependem diretamente da estrutura oferecida por Mato Grosso, principalmente nas áreas de saúde, educação e infraestrutura.
“O problema é que, muitas vezes, essas pessoas vivem em áreas que estão no mapa do Pará, mas que, na prática, não recebem a presença do Governo do Pará”, afirmou o deputado. “Muitas dessas famílias estão geograficamente no Pará, pagam impostos ao Pará, mas quem presta assistência é Mato Grosso”, acrescentou.
O parlamentar também afirmou que produtores rurais e prefeitos enfrentam dificuldades jurídicas ao tentarem realizar melhorias em estradas ou prestar apoio em áreas oficialmente pertencentes ao estado vizinho. “Tem prefeito respondendo processo porque colocou máquina para recuperar estrada rural em uma região onde o Estado do Pará não atua”, afirmou.
Segundo Diego Guimarães, a Assembleia Legislativa acompanha a questão de forma institucional e deverá participar das discussões no STF. Ele também defendeu que, independentemente do resultado da disputa territorial, a gestão paraense permita que Mato Grosso continue prestando apoio às comunidades da região.
“Mesmo que a terra continue com o Pará, permitam que Mato Grosso ajude essas famílias com estradas, transporte escolar e atendimento à saúde”, concluiu.
Fonte: ALMT – MT
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