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CAS debate incorporação de novas tecnologias no setor de saúde

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A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) promove na segunda-feira (20), às 14h, audiência pública para discutir “ações e desafios do desenvolvimento em saúde e o uso de novas tecnologias no âmbito do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (Ceis)”. O debate foi pedido pela senadora Mara Gabrilli (PSD-SP) e pelo senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB).

Pelo requerimento da senadora (REQ 91/2025 – CAS), serão ouvidos representantes do governo, da indústria e da academia para avaliar como a inovação pode fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) e melhorar a qualidade de vida da população. De acordo com Mara Gabrilli, o objetivo é identificar barreiras técnicas, regulatórias e políticas que dificultam a inovação no país e propor estratégias para consolidar um ecossistema nacional de desenvolvimento em saúde.

“O mundo pós-pandemia da covid-19 está sendo desafiado a promover a pesquisa, a inovação e o desenvolvimento local como um meio essencial de assegurar e manter a soberania de um povo e de sua nação no contexto global”, afirma Mara Gabrilli no requerimento.

Complexo industrial

O Complexo Econômico-Industrial da Saúde é o conjunto de empresas, instituições públicas e serviços que produzem tudo o que o sistema de saúde precisa para funcionar, de medicamentos, vacinas e equipamentos hospitalares até tecnologias de diagnóstico, pesquisa e inovação.

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O Ministério da Saúde coordena essas ações por meio do Departamento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde e de Inovação para o SUS (Deceiis), responsável por planejar políticas de incentivo à produção nacional e apoiar parcerias entre o setor público, a indústria e a academia.

A ideia da política pública é integrar indústria, ciência e políticas públicas, fortalecendo a capacidade do Brasil de produzir seus próprios insumos e tecnologias para o SUS.

Convidados confirmados: 

  • Thiago de Mello, coordenador-geral de Ciência da Saúde, Biotecnológicas e Agrárias do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI); 
  • Helaine Capucho, diretora de Acesso ao Mercado da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma);
  • Norberto Prestes, presidente-executivo da Associação Brasileira da Indústria de Insumos Farmacêuticos (Abiquifi);
  • Andrey Vilas Boas Freitas, presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades (Abifina);
  • Nelson Mussolini, presidente-executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma);
  • Julieta Maria Cardoso Palmeira, gerente do Departamento Regional do Centro-Oeste da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep); 
  • Tatiana Sampaio, bióloga e pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ);
  • Bruno Drummond de Freitas, pessoa com lesão medular e participante de estudo experimental com produto inovador brasileiro.
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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Lei reconhece Ayrton Senna como Herói da Pátria

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Foi sancionada nesta quarta-feira (1º) a Lei 15.447/26, que reconhece Ayrton Senna oficialmente como Herói da Pátria. O nome do ex-piloto de Fórmula 1 será inscrito no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria.

O título de Herói ou Heroína da Pátria é concedido a personalidades que tiveram papel relevante na defesa ou na construção do Brasil. Criado em 1992, o livro é gravado em páginas de aço e fica em exposição no Panteão da Pátria, na Praça dos Três Poderes, em Brasília.

Ayrton Senna conquistou três títulos mundiais de Fórmula 1 (1988, 1990 e 1991) e venceu 41 grandes prêmios ao longo da carreira. Em 2023, foi declarado Patrono do Esporte Brasileiro pela Lei 14.559/23. O piloto morreu em um acidente em 1º de maio de 1994, aos 34 anos, durante o Grande Prêmio de San Marino, em Ímola, na Itália.

A homenagem a Senna foi proposta pelo senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP), por meio do Projeto de Lei 789/24. O texto foi aprovado na Câmara dos Deputados em março, com parecer favorável da deputada Caroline de Toni (PL-SC) pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) e do deputado Defensor Stélio Dener (União-RR) pela Comissão de Cultura.

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Da Redação – AC
Com informações da Agência Senado

Fonte: Câmara dos Deputados

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