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Comissão da Câmara discute inclusão de remédio para Distrofia Muscular de Duchenne no SUS

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A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência da Câmara dos Deputados realizará, na terça-feira (8), uma audiência para debater a incorporação do medicamento Elevidys no Sistema Único de Saúde (SUS).

O remédio é usado para tratar a Distrofia Muscular de Duchenne, uma doença genética e incapacitante, que afeta 700 pessoas a cada ano. Ela causa degeneração progressiva dos músculos e ainda não tem cura. A doença tem prevalência em meninos, afetando um em cada 3,5 mil nascidos.

O debate foi solicitado pelos dos deputados Max Lemos (PDT-RJ) e Geraldo Resende (PSDB-MS) e será realizado a partir das 13 horas, no plenário 13.

A audiência será interativa; confira a lista de convidados e mande suas perguntas.

“Diante do elevado custo da tecnologia, da urgência do tratamento precoce e da necessidade de garantir acesso equitativo, é fundamental ouvir especialistas e autoridades envolvidas nas esferas técnica, jurídica e sanitária”, afirma Lemos.

Da Redação – ND

Fonte: Câmara dos Deputados

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Voto feminino é vital para a democracia, lembra Nelsinho Trad

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Durante pronunciamento em Plenário nesta terça-feira (14), o senador Nelsinho Trad (PSD-MS) lembrou que as mulheres não precisam de permissão de ninguém para pensar e que o voto feminino no Brasil já existe há quase 100 anos.

— Há um assunto que me incomodou muito nos últimos dias, que foi a fala de uma pessoa de que mulher não deveria votar, que deveria seguir o marido. Olha, eu sou médico, já passei anos trabalhando em pronto-socorro e vi mulheres chegando com crianças no colo, doentes, tomando decisões sozinhas na madrugada, coisa que homem nenhum teria coragem de fazer no lugar delas. Aliás, a mulher não precisa de permissão para pensar, nunca precisou.

No final de junho, o jornalista Paulo Figueiredo, que vive nos Estados Unidos, declarou no final de junho que “mulher vota estatisticamente mal, principalmente as solteiras; as casadas costumam acompanhar o marido”.

Nelsinho destacou que muitas mulheres lutaram para conquistar o direito ao voto e que, atualmente, são metade do eleitorado brasileiro. E acrescentou que “quem coloca isso em dúvida não é um conservador; é um atrasado. As mulheres estão à frente de mais da metade dos lares brasileiros”. 

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— Eu fui criado por uma mulher, uma professora forte. Tenho uma companheira que me inspira todos os dias. Sou pai de meninas e sei exatamente o que o mundo poderia ser se a mulher não votasse: a democracia não teria a essência que tem. Mulher tem de liderar, mulher tem de decidir — afirmou ele.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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