POLITÍCA NACIONAL
Comissão debate cumprimento de acordo com servidores da educação federal
POLITÍCA NACIONAL
A Comissão de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados realiza, nesta quinta-feira (28), audiência pública para debater o cumprimento do acordo firmado entre o Governo Federal e entidades representativas dos servidores técnico-administrativos da educação federal para reestruturação da carreira e concessão de reajuste salarial.
O debate atende a pedido da deputada Sâmia Bomfim (Psol-SP) será realizado às 10 horas, no plenário 10.
Sâmia Bomfim quer reavaliar a situação um ano após a assinatura do acordo entre o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, a Federação de Sindicatos de Trabalhadores Técnico-Administrativos em Instituições de Ensino Superior Públicas do Brasil (Fasubra) e o Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe).
Segundo ela, persistem muitos dos motivos que levaram à mobilização da categoria, como a necessidade urgente de reposição de perdas salariais, a precarização das condições de trabalho, o subfinanciamento das universidades federais, institutos federais e Cefets, além da busca por melhorias nas condições de trabalho e da revogação de normativas que dificultam o direito à insalubridade.
Da Redação – RL
Fonte: Câmara dos Deputados
POLITÍCA NACIONAL
Comissão discute combate a infecções sexualmente transmissíveis entre mulheres; participe
A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados promove na terça-feira (30) audiência pública sobre o enfrentamento de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) entre mulheres.
A reunião será realizada no plenário 14, às 10 horas, e será interativa.
O debate atende a pedido da deputada Erika Kokay (PT-DF). Segundo ela, o objetivo é debater a Agenda Prioritária para o Enfrentamento do HIV/Aids, Tuberculose, Hepatites Virais, HTLV, Sífilis e outras Infecções Sexualmente Transmissíveis em Mulheres Vulnerabilizadas no Brasil, do Ministério da Saúde.
A deputada acrescenta que, apesar dos avanços alcançados pelo Sistema Único de Saúde (SUS), as mulheres em situação de vulnerabilidade permanecem mais impactadas por essas infecções.
“Isso ocorre em decorrência de desigualdades estruturais relacionadas a gênero, raça/cor, classe social, território, identidade de gênero, orientação sexual, idade, situações de violência, estigma e discriminação”, afirma Erika Kokay.
Da Redação – MO
Fonte: Câmara dos Deputados


