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Comissão debate dificuldades de idosos para obter empréstimo consignado no INSS

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A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa da Câmara dos Deputados discute, nesta quarta-feira (27), os obstáculos enfrentados por idosos para contratar empréstimos consignados junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

O debate atende a requerimento do deputado Ricardo Abrão (União-RJ) e será realizado às 15 horas, no plenário 12.

Em maio, o INSS bloqueou automaticamente os empréstimos consignados de milhões de beneficiários da Previdência Social. Segundo Abrão, a medida visava combater fraudes, mas o desbloqueio passou a exigir reconhecimento facial pela plataforma Meu INSS.

De acordo com o deputado, esse procedimento tem dificultado o acesso de pessoas idosas, que enfrentam barreiras digitais, problemas de conectividade ou desconhecimento tecnológico.

“Apesar de a iniciativa ter como objetivo aumentar a segurança e evitar o endividamento abusivo, o bloqueio indiscriminado sem canais presenciais de resolução penaliza os idosos de baixa renda, que dependem do crédito consignado para complementar a renda, comprar medicamentos, manter a própria subsistência ou apoiar familiares”, afirmou.

O debate atende a pedido do deputado Ricardo Abrão (União-RJ) e será realizado a partir das 15 horas, no plenário 12.

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Veja quem foi convidado

Da Redação – RL

Fonte: Câmara dos Deputados

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Comissão aprova projeto que exige salas sensoriais em aeroportos para neurodivergentes

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A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados aprovou projeto de lei que obriga os grandes aeroportos do país a disponibilizarem salas multissensoriais e de acomodação para passageiros neurodivergentes.

A medida valerá em aeroportos internacionais e domésticos com movimentação anual superior a 1 milhão de pessoas. A ideia é reduzir o estresse e o desconforto enfrentados por passageiros neurodivergentes em ambientes de grande fluxo.

Medidas previstas
O texto aprovado é a versão do relator, deputado Rubens Otoni (PT-GO), para o Projeto de Lei 949/25, do deputado Josenildo (PDT-AP). O relator decidiu alterar o Código Brasileiro de Aeronáutica em vez de criar lei autônoma, como previa o texto original.

O substitutivo também determina que os contratos de concessão aeroportuária serão revisados para incluir a obrigação.

Caberá à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) definir os requisitos técnicos e operacionais das salas sensoriais.

“Os espaços sensoriais adequados têm o potencial de mitigar riscos e de ampliar a acessibilidade no transporte aéreo”, disse Rubens Otoni no parecer.

Segundo Josenildo, a iniciativa está alinhada ao Programa de Acolhimento ao Passageiro com Transtorno do Espectro Autista do Ministério de Portos e Aeroportos.

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Próximos passos
A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Para virar lei, terá de ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Da Reportagem/RM
Edição – Marcia Becker

Fonte: Câmara dos Deputados

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