POLITÍCA NACIONAL
Dra. Eudócia comemora sanção de lei que inclui imunoterapia no SUS
POLITÍCA NACIONAL
Durante pronunciamento nesta quarta-feira (8), a senadora Dra. Eudócia (PSD-AL) celebrou o Dia Mundial de Combate ao Câncer e destacou a sanção da Lei 15.379, de 2026. A norma, sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, na segunda-feira (6), inclui as imunoterapias nos protocolos do Sistema Único de Saúde (SUS).
A senadora lembrou que, ao identificar que a proposta estava parada havia cinco anos no Congresso, assumiu sua relatoria e atuou para viabilizar a aprovação do texto. Segundo ela, a imunoterapia é uma das abordagens mais modernas no tratamento do câncer, por estimular o sistema imunológico a reconhecer e combater células tumorais, com maior eficácia e, em muitos casos, menos efeitos colaterais.
Dra. Eudócia ressaltou ainda que, antes da lei, pacientes do SUS precisavam recorrer à Justiça para ter acesso ao tratamento, o que atrasava o início da terapia e podia comprometer seus resultados.
— Os pacientes que têm indicação de fazer imunoterapia não precisarão mais judicializar: eles têm o acesso irrestrito à imunoterapia. E como o SUS vai comprar em grande escala esses produtos imunoterápicos, o que vai acontecer? O custo vai cair para comprar essas medicações e, dessa forma, não faltará imunoterapia para os nossos pacientes.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
POLITÍCA NACIONAL
Comissão de Trabalho discute regulamentação do ofício de instrutor de armamento e tiro
A Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados realiza audiência pública na quarta-feira (29) para discutir o Projeto de Lei 2520/25, do deputado Marcos Pollon (PL-SP), que regulamenta o exercício das profissões de instrutor de armamento e tiro e de instrutor de tiro desportivo.
A reunião será realizada às 16 horas, em plenário a ser definido.
O debate foi pedido pelo deputado Capitão Alden (PL-BA), relator da proposta. Ele afirma que a ausência de regras claras tem gerado insegurança jurídica e diferenças na formação e no desempenho dos profissionais.
O parlamentar acrescentar que o objetivo é estabelecer parâmetros legais para as atividades e avaliar os critérios de capacitação a serem exigidos.
“O projeto envolve atribuições com responsabilidade técnica e impacto na segurança dos praticantes”, lembra.
O texto já foi aprovado, no ano passado, pela Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado.
Da Redação – MO
Fonte: Câmara dos Deputados
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